O conceito de “fidelidade” em um documento produzido por designers diz respeito ao nível de detalhamento que tal documento possui em relação à interface que está sendo produzida.

Um sketch feito rapidamente à mão, por exemplo, é o que chamamos de protótipo de baixa fidelidade.

Um layout montado no photoshop e com riqueza de detalhes é o que chamamos de protótipo de alta fidelidade.

Acontece que existem momentos distintos dentro do processo de design. Cada etapa do projeto demanda um nível de detalhamento (fidelidade) diferente.

Ross Popoff-Walker escreveu uma frase em seu blog que fez bastante sentido, tendo em vista tendências que tenho observado nos últimos projetos em que trabalhei.

Solidifique o conceito primeiro, adicione fidelidade depois.

Segundo ele, esse processo de detalhar como funciona a interface pode ser feito em um segundo momento.

O mais importante, no início do projeto, é definir um conceito que funcione bem e um fluxo de interação que faça sentido para o usuário. Feito isso, existe um segundo momento em que o UX Designer e o Visual Designer podem trabalhar juntos para adicionar fidelidade ao documento – seja ele um wireframe detalhado ou um layout com arte final em Photoshop.

O processo, segundo sua teoria, fica mais ou menos assim:

UX Fidelity

Mais importante do que Lean UX, metodologia ágil ou metodologia em cascata, é saber a hora certa de entrar em detalhes.

Gostei da maneira como foi colocado no artigo. Se quiser entender melhor, sugiro que leia o artigo completo.

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Fabricio Teixeira
Curador @ Blog de AI, Diretor de UX @ R/GA NY, Updater @ Update or Die, UX Professor @ Miami Ad School. No meio de tantas siglas, de vez em quando acha tempo para compartilhar palavras inteiras por aqui.
Fabricio Teixeira
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