Aumentando seu ROI em UX

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Todos nós sabemos que quando nossos clientes contratam um serviço de desenvolvimento ou criação de qualquer produto web, a coisa que ele mais quer é aumentar seu ROI.

Oi? RÓI? Dos Menudos?

(só os nascidos nos anos 80 podem entender)

Então, para aqueles não familiarizados com o termo, ROI (rói) é a sigla para Return On Investment ou ainda Return Over Investiment.

Na nossa tradução brazuca fica Retorno sobre Investimento e consiste na observação da relação de dinheiro ganho e/ou perdido em um determinado investimento. Se você está acostumado a trabalhar com o Google Adwords deve ouvir direto este termo.

Então pensei na dificuldade que algumas empresas sentem em passar a importância da UX dentro do projeto e achei um artigo gringo super legal que dá alguns pontos importantes de defesa na hora de fechar o projeto.

Vamos a eles:

Os custos de desenvolvimento reduzido 

O planejamento cuidadoso no início do processo de concepção de um produto vai economizar tempo, dinheiro e esforço a longo prazo.

Um estudo realizado por Smith & Reinersten considerou que as decisões-chave do sistema de design feitas durante os primeiros 10% do processo de concepção de um produto pode determinar 90% do custo e desempenho do produto.

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Origens de User Experience

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Um dos fantasmas de User Experience é o mito de que não há ciência por trás, que é uma prática firmada quase no “senso comum”. Mas a verdade é que esta é uma área que vem se desenvolvendo de linhas de estudo diversas e conta com mais de 30 anos de pesquisas envolvidas.

Já falamos aqui no blog sobre as várias disciplinas (indisciplinas) e funções envolvidas em UX, e também já contamos de onde veio o ‘arquiteto‘ de arquitetura de informação.

UX tem uma herança científica profunda: é o estudo do uso que as pessoas fazem de artefatos por meio de atividades guiadas, essa base vem das ciências de comportamento, especificamente ergonomia, psicologia e ‘human factors’.

Com a revolução industrial fez se necessário e rentável a estruturação dos estudos sobre como criar ferramentas com as quais os trabalhadores das fábricas pudessem realizar suas atividades de forma mais eficiente; com o desenvolvimento dessas metodologias, surgiu a Ergonomia, termo cunhado por Wojciech Jastzerbowski em 1957.

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O que é uma boa UX?

“Imagine que você está com fome e, ao invés de cozinhar, você prefere sair para jantar. Como escolher o restaurante certo? Bom, você pergunta para alguns amigos para recomendarem um bom sushi. Então seus amigos mandam a recomendação deles e logo você chega até o site do tal restaurante. Parece legal. Você checa o menu do restaurante no próprio site e liga para eles para reservar a mesa. Que voz amigável do outro lado da linha! Depois de dois minutos você consegue reservar a mesa mais bem localizada do lugar, com uma vista ótima do terraço. Foi tudo rápido e o cara do outro lado da linha fez você sorrir com seu charmoso sotaque japonês. Parece que eles realmente celebram uma cultura tradicional de culinária japonesa lá.

Você chega no restaurante na hora certa. Você vê o logo de longe, brilhando na parede, que te guia até a entrada principal – então você pega o elevador até o terraço. O interior é fantástico, uma mistura de elementos tradicionais com decoração moderna. Você imediatamente começa a pensar que a comida deve ser excelente ali. O cara não prometeu muito no telefone, e a vista da sua mesa é melhor do que você imaginava. Você olha as opções no menu, perfeitamente organizadas em um papel natural de boa qualidade e com uma tipografia moderna e de fácil leitura. Você pede um dos três pratos principais que parecem ser apetitosos. Eles te servem sushi fresco em pratos grandes e brancos com decorações de muito bom gosto em volta da comida. Sem mencionar que você é servido no timing perfeito entre um prato e outro.

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As implicações do campo de busca na experiência do usuário

O campo de busca é um desses elementos que muita gente considera indispensáveis em qualquer site que possua conteúdo dinâmico – em especial os ecommerces. As boas práticas de usabilidade pregam que a busca deve estar sempre acessível, sempre visível no header do site e claramente identificado com o label correto (‘buscar”, “busque”, “encontre um produto” etc.).

Mas isso é só no front-end do site. Arrisco dizer que o grande problema de 8 a cada 10 mecanismos de busca é o que acontece depois que o usuário digita o termo desejado. Não adianta nada a busca estar acessível, visível e bem identificada se o back-end não está preparado para receber os termos que o usuário digita no campo. Quando isso acontece, a ferramenta que deveria contribuir para que o usuário se localize no site, acaba criando uma experiência extremamente frustrante e muitas vezes cíclica para os usuários, que precisam brincar de adivinhação até encontrar o “jeito certo” de buscar determinado conteúdo.

O problema é que o “jeito certo” não existe. O “jeito certo” é o jeito que as pessoas buscam, não o jeito que o sistema entende.

Quão grave é o problema

Um estudo recente divulgado pela Baymard mostra que o problema dos mecanismos de busca dentro dos sites (“in-site search”) é bem maior do que imaginamos.

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A experiência do usuário e a resistência a mudanças

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“O novo não é o contrário do velho, mas o oposto das prisões que nos impomos.”
– Arthur da Távola

Basta o Facebook anunciar qualquer mudança nas páginas de perfil ou no newsfeed e você já sabe o que vem a seguir: posts de vários de seus amigos (inclusive os que não trabalham com nada relacionado a UX) reclamando das tais mudanças.

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“Pô, agora que eu estava me acostumando, veio o Mark Zuckerberg e mudou tudo”.

Acontece que a resistência a mudanças não é novidade nenhuma na natureza humana. E no Design Digital ela se acentua a cada vez que uma nova versão de um produto é lançada.

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Bingo de UX

A boa e velha piada do Bingo de UX: imprima a cartela abaixo e, quando você ouvir uma das frases em uma reunião, você bota o feijãozinho lá.

Cartela cheia vale um mês de (merecidas) férias.

Bingo de UX

Checklist de UX: projetando experiências Simples, Acionáveis, Inteligentes, Agradáveis e Relevantes

Há alguns dias publiquei meu primeiro livro sobre UX, que o Caio já mencionou aqui no blog. Trata-se de um guia mais prático para quem está começando na área ou para quem deseja aprender o básico antes de decidir se aprofundar na disciplina.

Em um dos capítulos, montei uma espécie de Checklist com algumas perguntas que podem te ajudar a chegar às respostas que você procura quando estiver projetando experiências para outras pessoas. User Experience não é uma disciplina binária (onde existe o “certo” e o “errado”), mas existem algumas boas práticas que podem ser úteis para os UX Designers e outros membros do time – e que valem a pena ser compartilhadas quando possível.

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O link para o checklist é esse aqui: http://fabricio.nu/checklist

Trabalhando as cores em UX

Quando se fala do uso de cores em design, marketing e outras áreas da comunicação, talvez a primeira coisa que você pense é no significado das cores. Exemplos clássicos são: azul significa segurança, laranja significa comunicação, amarelo significa alegria, vermelho significa perigo, ou urgência. Existem inúmeros sites, livros, cursos e palestras que nos ensinam supostos significados que podemos atribuir às cores, e muitos profissionais baseiam seus trabalhos nesses “dicionários de cores”. Alguns até mesmo tentam explicar psicologicamente o motivo desses significados existirem.

Bem… esqueça toda essa história de significados das cores.

Não negarei que existe alguma influência que determina como as pessoas podem reagir ou não a cada cor. Mas essas influências estão longe de se definir como significados, se considerarmos que a palavra “significado” seja algo restrito e exato. Por exemplo, o significado da palavra retumbante é que provoca um ruído muito alto e intenso. Isso é invariável e exato, a menos que usado como metáfora de modo que altere um pouco o sentido. Mas com as cores, não podemos atribuir um significado invariável e exato.

Primeiramente, a mais óbvia e comentada razão disso são as questões culturais. É sabido que temos em nosso consciente coletivo alguns sentidos para determinadas cores. Por exemplo, para muitos países no ocidente, o branco representa paz. Mas na China, o branco está ligado à morte, luto e má sorte. Isso nos leva a pensar que tais significados tidos por nós como “canônicos” e “indiscutíveis”, são na verdade construidos pela sociedade ao longo dos séculos. E tudo o que foi construído, pode ser desconstruído com muito mais facilidade.

Outro motivo para negarmos o significado preciso de uma cor é o contexto. Cores atuam em conjunto com formas, elementos, plataforma, tipografia, textura, iluminação, situações específicas, palavras-chave. Por exemplo, a cor branca em uma bandeira no meio de uma guerra nos países ocidentais, certamente significará paz ou trégua. Mas um vestido branco em uma cerimônia religiosa pode dar a ideia de pureza.

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Redatores ou… UX Designers?

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Durante anos, redatores vem sendo treinados para criar textos e campanhas persuasivas. Com a migração para o digital, uma máxima foi seguida a risca. “Escrever para web é escrever pouco”? Pode até ser. Mas ao que parece, escrever pouco vem sendo traduzido em elaborar conteúdos secos e nem um pouco amigáveis.

Se como UX Designers nosso papel é tornar qualquer interface amigável e fácil de usar, isso quer dizer que também somos responsáveis por todo e qualquer texto escrito em uma tela?

A resposta é sim. Interfaces requerem conteúdo. Labels, call-to-actions, formulários, mensagens de erro. A lista é interminável.

UX Designers como redatores

Esqueça o Lorem Ipsum e use conteúdo de verdade. Ao desenhar wireframes, procure escrever o conteúdo mais próximo ao que será posto no ar. Não se trata de querer cumprir o papel de outro profissional, mas elevar o nível do seu trabalho.

Como UX Designers, sabemos exatamente qual a finalidade de um projeto, como ele tem que se comportar, qual o ideal de interação entre o usuário final e a interface, e por isso também devemos saber o tom de linguagem que queremos transmitir.

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4 (ótimas) apresentações sobre UX, Métodos e Tecnologia

Um compilado das últimas apresentações que me fizeram parar por alguns minutos nas últimas semanas.

Divirta-se :)

Taxonomy for App Makers Workshop

Workshop apresentado por Andy Fitzgerald semana passada no UX London.

Design Driven & Agile

Princípios de Lean UX para sua startup

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