Monday Readings

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Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 18.03.13

#1

Bons modos na era digital
Excelente artigo no NYT fala sobre a nova etiqueta em tempos de e-mail, whatsapp e Google. Nessa linha, um outro artigo discute se é aceitável tirar fotos de toda comida que você achar bonita.

#2

A Geração 22-22-22
Esse artigo fala de uma geração que está sempre conectada ao trabalho via mobile e possivelmente não conhece o conceito de horário comercial. São os que têm 22 anos, trabalham 22 horas por dia (forçaram uma barra nessa) e ganham U$ 22,000 ao ano para conquistar um lugar em uma empresa do sonhos.

#3

Twitter criando tribos com dialeto próprio
Já passou pela experiência de ler tweets de grupos diferentes, com hashtags próprias, expressões que parecem indicar piada interna ou denominações exclusivas para se referir a algo? Se sim, você não está sozinho. Um estudo encontrou alguns padrões de conversas que mostra com a rede social está ajudando a formar tribos.

#4

Bitcoin, a evolução da moeda digital.
Conhecida como a moeda do sub-mundo da Internet, usada para transações ilegais envolvendo drogas, a Bitcoin vem ganhando importância e alguns já apontam como uma forte moeda extra-governamental, para o mercado digital internacional e uma nova forma de pensar dinheiro.

#5

Google Glass Fashionista
Novo aplicativo no Google Glass virá com o recurso de identificar pessoas pelas roupas delas, a partir do histórico de fotos armazenados no e-mail, redes sociais e sites.

E um PS:
Para quem ficou órfão essa semana, 5 alternativas para o Google Reader. Eu fiquei com o Feedly! :)

Números grandiosos sobre Redes Sociais em todo o planeta

Estatísticas de uso de redes sociais

“Números grandiosos” e “todo o planeta” é um casamento um tanto óbvio, mas que fica mais impressionante ainda quando se trata de estatísticas de uso de redes sociais.

A apresentação abaixo faz parte de um relatório publicado pela ComScore e traz números que você pode acabar aproveitando em seu próximo projeto – especialmente na hora de convencer o cliente sobre o potencial desse tipo de ambiente.

(Se você estiver lendo este post por RSS e a apresentação acima não abrir, veja-a no blog)

Para quem não tem tempo ou paciência de ver a apresentação toda, separei alguns números abaixo:

  • As redes sociais já atingem 1.2 bilhões de pessoas, o correspondente a 82,4% da população online do mundo todo.
  • Mulheres são mais “sociais” que homens em todos os lugares pesquisados.
  • 1 em cada 7 minutos online são gastos no Facebook.
  • O Twitter alcança 1 em cada 10 usuários de internet.
  • Homens acima de 55 anos são o grupo que mais cresce nas redes sociais.
  • No Reino Unido, 35,4% das pessoas que possuem celular, usam redes sociais nos dispositivos.

Leia também:

Os últimos tweets do ano (1 a 22 de dezembro)

Tweets, links, referências e um bom fim de ano para todo mundo :)

Tweets de 14 de junho a 05 de julho

A já tradicional retrospectiva do @blogdeai, começando bastante polêmica dessa vez.

A cauda longa dos fãs

O portal de “marketing para músicos” TheIndieDigest.com criou uma versão do gráfico da Cauda Longa, de Chris Anderson, adaptada para o mercado de músicos e fãs. O autor do gráfico, Owen Kelly, divide os fãs em True Fans, Regular Fans e Casual Fans, e reafirma a lei de Pareto ao mostrar que 80% da renda de um músico provêm de 20% dos fãs.

Há ainda um post bem interessante sobre como a cantora inglesa Imogen Heap colocou seus fãs para trabalharem para ela de graça. A cantora pediu aos fãs e seguidores do twitter que a ajudassem a escrever sua própria biografia. Como em toda boa troca, ambos os lados saem ganhando: o fã que participa recebe uma cópia autografada de seu novo álbum, além do reconhecimento da artista; e a cantora conquista, além da biografia finalizada, a confiança de mais e mais propagadores de seu trabalho.

Isso mega funciona com marcas.

Links:

You should follow me on twitter

Mais uma do Dustin Curtis. Dessa vez ele resolveu fazer um experimento com os visitantes de seu site. Abaixo dos posts havia um call-to-action para que os visitantes o seguissem no Twitter. No decorrer do experimento ele foi medindo o quanto as mudanças no texto dessa chamada influenciavam a taxa de cliques dos usuários. Veja que interessante o resultado:

Resultados do experimento de Dustin Curtis

Mesmo descontando o crescimento natural do interesse das pessoas pelo twitter e o crescimento (imensurável) do interesse das pessoas pelo trabalho de Dustin após o polêmico episódio do redesign do site da American Airlines, ainda assim os números são bastante significativos.

Isso só reforça o quanto a preocupação com os textos de um site influencia diretamente nos resultados ali obtidos. Mudanças sutis na abordagem podem significar uma outra intepretação da mensagem e, consequentemente, um outro comportamento do usuário. Na dúvida, já mudei o call-to-action do @blogdeai aqui do lado.

PS: Fiquei pensando se abordagens mais radicais para esse call-to-action não teriam melhor desempenho. Algo como:

Se você não me seguir no twitter, algo muito ruim vai acontecer nos próximos 9 dias.

=]