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Usando o Tree Testing para pesquisas com usuários
2 weeks ago

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Questionário online – você está perguntando direito?
3 months ago

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O beabá de Pesquisa com Usuários, by Google
3 months ago

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Teste de usabilidade: o que é e para que serve?
5 months ago

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Netflix contra a cultura de massa, estourando o filtro-bolha, e memória em tempos digitais
1 year ago

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Monday Readings

Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 16.12.13

#1

A guerra da Netflix contra a cultura de massa
A TV não morreu e continua sendo a mídia número 1 nos EUA. Na média, os americanos assistem 5 horas de TV por dia, um número que vem crescendo desde os anos 1990 e as horas somadas ultrapassam o tempo que um francês média passa trabalhando. É por isso que o que a Netflix está tentando fazer é tão audacioso. Nos últimos dois anos, a companhia vem investindo em programação original, mas mais ambicioso que isso é a tentativa de substituir o modelo tradicional de TV por um ditado pelos comportamento e valores de geração da Internet.

Ao invés de alimentar uma identidade coletiva com amplo conteúdo atrativo, os “streamers” imaginam uma cultura unida por gostos compartilhados ao invés de intervalos de tempo arbitrários. Perseguindo uma estratégia que vai de encontro a muitas hierarquias e normas estabelecidas de Hollywood, Netflix busca nada menos do que reprogramar os americanos. O que acontecerá com nossa cultura de massa se ela tiver sucesso?

#2

Emoção > Informação
Quem não lembra do anúncio da Cadbury em que um gorila toca bateria ao som de Phil Collins. Ninguém previa o sucesso que faria, em pesquisas anteriores a veiculação, o filme se saiu mal, com notas baixas em “visibilidade” e “apelo de marca”. No entanto, o retorno sobre o investimento foi 3 vezes a média das campanhas do segmento.

A inspiração por trás dessa campanha veio de Daniel Kahneman, um psicólogo vencedor do Nobel de 2002, por ter mostrar que as pessoas não os agentes racionais que os economistas achavam que fossem. No livro “Thinking, Fast and Slow”, ele argumenta que a mente incorpora dois sistemas: um intuitivo “sistema um”, que faz as decisões automaticamente, e um calculado, porém preguiçoso, “sistema dois” que racionaliza as ideias do sistema um e as vezes, o governa. Para Kahneman, a disciplina da publicidade, é acima de tudo, uma maneira de preparar o sistema um, para empurrar os consumidores para uma compra.

É um tipo de pensamento que valoriza emoção sobre informação e presta mais atenção ao propósito da marca do que seus produtos. Isso demanda não apenas uma nova maneira de fazer anúncios, mas também novos métodos para avaliar se eles irão funcionar. Pesquisadores deverão buscar maneiras de mensurar emoção quase como uma métrica única.

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