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Link útil para quem está desenhando para Android
4 weeks ago

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Action Bar, Gestos, Navegação, Widgets, Acessibilidade e outros tantos aspectos do design para Android que todo Designer de Interação precisa conhecer.

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Leis da robótica, lições de inovação do NY Times e os limites do touchscreen
5 months ago

Leis da robótica, lições de inovação do NY Times e os limites do touchscreen

Monday Readings

Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 19.05.14

#1

Precisamos das leis de Asimov?
Em 1942, o autor de ficção científica Isaac Asimov publicou em um livro o que ficou conhecida como as leis da robótica:
1. Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2. Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos, exceto quando essas ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei.
3. Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei.
Mais tarde, ele introduziu uma quarta ou lei zero que se destacou das outras:
0. Um robô não pode prejudicar a humanidade ou, por inação, permitir que a humanidade sofra algum mal.

Nos últimos anos, especialistas em robótica têm feito rápidos avanços nas tecnologias que estão trazendo para a realidade os tipos de robôs avançados que Asimov previu. E isso levanta uma questão interessante: precisamos de um conjunto de leis semelhantes as de Asimov para governar o comportamento de robôs com eles se tornando cada vez mais avançados?

#2

Lições de inovação do New York Times
Um relatório de inovação, encomendado por Jill Abramson, editor executivo do New York Times, vazou recentemente e mostrou as recomendações e passos que a organização precisa seguir para sobreviver digitalmente. Aqui um resumo:

- Esqueça a homepage: “Apenas um terça dos nossos leitores a visitam. E aqueles que visitam gastam menos tempo: page views e minutos gastos por leitor caíram uma porcentagem de 2 dígitos no último ano.”

- Re-embalar e redirecionar o conteúdo antigo: “Podemos ser tanto um boletim diário quanto uma biblioteca – oferecendo notícias todos os dias, assim como o contexto, a relevância e as obras atemporais de jornalismo … afundamentos cerca de 15 anos atrás tentando descobrir como criar um banco de dados útil de receitas.”

- Diversificar o conteúdo em outras oportunidades comerciais: “Não há razão para o espaço preenchido pelas TED Talks, com ingressos que custam 7500 dólares, não ser preenchido pelo Times. Uma das nossas maiores preocupações é que alguém como The Times comece um programa de conferências real ‘, disse um executivo do TED.”

- Arranje tempo: Dar aos times de desenvolvimento espaço fora da rotina diária para realmente inovar e pensar sobre o futuro – “Isso ajuda a explicar por que um grupo fora do fluxo diário de redação – o NYT Now – para essencialmente repensar nossa apresentação mobile

- Desista do passado: “Isso significa questionar agressivamente muitas das nossas tradições da época impressa e suas demandas em nosso tempo, e determinar o que pode ser abandonado para liberar recursos para o trabalho digital … Por exemplo, a grande maioria do nosso conteúdo ainda é publicado no final da noite, mas nosso tráfego digital é mais movimentado no início da manhã.”

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Por que nosso cérebro compartilha, HTML é sexualmente transmissível, e a volta da leitura dinâmica
7 months ago

Por que nosso cérebro compartilha, HTML é sexualmente transmissível, e a volta da leitura dinâmica

Monday Readings

Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 31.03.14

#1

Como o nosso cérebro decide qual conteúdo é compartilhável
Usando a famosa roda das emoções de Robert Plutchik, esse artigo busca demonstrar como as emoções se formam no cérebro e como elas podem nos motivar a ações surpreendentes.

Felicidade nos faz querer compartilhar: além de nos fazer felizes, a alegria também pode ser um motor de ação. A alegria aumenta quando é compartilhada.

Tristeza nos ajuda a conectar e criar empatia: participantes de um estudo, quando estimulados com uma história triste de um menino com câncer, produziram cortisol, conhecido como o hormônio do stress, e oxitocina, um hormônio que promove a conexão e empatia. Mais tarde, aqueles que produziram o maior número de oxitocina foram os mais propensos a doar dinheiro para os outros.

Medo / surpresa nos faz desesperados por algo a se apegar: quando estamos com medo, temos que compartilhar a experiência com outros – e se ninguém está por perto, até mesmo uma marca não-humana funciona.

Raiva / repulsa nos deixa mais teimosos: a negatividade tem um efeito real e duradouro – e é evidente na forma como o conteúdo é compartilhado, também. A pesquisa mencionada no artigo mostra como algumas emoções negativas estão associadas positivamente com a viralidade – mais especificamente, a raiva.

É importante entender o apelo emocional e as principais razões por trás da descoberta e criação do conteúdo. Na linguagem da web visual, quando compartilhamos um vídeo ou uma imagem, não estamos apenas compartilhando o objeto, mas a resposta emocional que ele cria.

#2

HTML, uma DST
Tecnologia tem um léxico próprio, necessário para se comunicar com as pessoas. Mas o quanto as pessoas realmente entendem de tecnologia? O site de cupons Vouchercloud pesquisou 2,392 americanos com mais de 18 anos para saber o quanto eles conheciam da terminologia básica de tecnologia:

– 11% achavam que HTML era uma doença sexualmente transmissível, não o código usado para desenvolver sites;
– 77% não sabia o que SEO (search engine optimization) significava;
– Blu-ray era um animal marinho para 18% dos entrevistados;
– 15% achava que software era um vestuário confortável.

Um pequeno aprendizado desse estudo: se você fizer um produto com alguma tecnologia diferente, por favor, pare de falar em siglas e jargões. Se não, você vai descobrir que alguém comprou seu software pensando que irá aquecê-lo no inverno.

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Aplicativos nos transformando em sociopatas, novas tabelas de nutrição e a guerra dos apps de mensagens
8 months ago

Aplicativos nos transformando em sociopatas, novas tabelas de nutrição e a guerra dos apps de mensagens

Monday Readings

Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 10.03.14

#1

Aplicativos estão nos transformando em sociopatas
BroApp, é o braço-direito inteligente para relacionamentos, que envia “mensagens de texto automáticas diariamente” para o seu par. Ele oferece a promessa de maximizar uma conexão romântica através de uma terceirização do relacionamento. Evan Selinger conversou com os fundadores desse aplicativo pela Wired, mas não ficou claro se esse app não seria mais uma paródia. De qualquer forma, não deixa de captar uma tendência atual de aplicativos automatizados que otimizam sua performance.

Segundo seus fundadores, BroApp é bom para a sociedade porque faz as pessoas felizes sem consequências adversas. Imagine um rapaz que configura o app para enviar mensagens ao meio-dia para sua namorada. E depois passa a observar que isso a deixa mais feliz. Ele não precisa ficar preocupado para arrumar tempo para enviar mensagens a ela, ela fica mais feliz porque acha que o namorado está mais envolvido no relacionamento. Um pequeno passo para o futuro imaginado no filme “Ela”.

Se uma peça barata e inteligente de tecnologia pode tirar um pequeno peso dos nossos ombros, não é irracional evitar aceitar uma ajuda que nos permite dormir, comer, trabalhar e até amar melhor? É claro que há uma série de coisas em que somos ruins e não queremos fazer, e aplicativos e algoritmos podem ajudar. Contarmos com algum tipo de terceirização tecnológica é algo provável e útil. Mas extrema dependência é um problema a se levar em consideração. E a linha separando uma assistência benéfica de uma comprometedora nem sempre é clara.

#2

Redesenhando as tabelas de nutrição
A tabela nutricional americana é um dos designs mais reproduzidos desde o século XX e está presente em mais de 700,000 produtos nos EUA. Kevin Grady, designer da IDEO e diretor criativo da revista LEMON, foi o responsável por repensar o design criado há quase 20 anos.

Grady se aventurou além das normas do design, e explodiu o tamanho da fonte do número de calorias, de 8 para 24, tornando-o maior que o texto de “Informações Nutricionais.” Ele diz ter se inspirado em situações da vida real como “uma mãe com um bebê chorando, ou uma pessoa mais velha, ou quem sabe uma pessoa com diabetes com problemas de visão.”

Apesar de trabalhar em campanhas para marcas como GAP, VH1 e Fage, o designer já colaborava com a FDA (Food and Drug Administration) e sobre o novo projeto, ele comenta: “Foi a última coisa que eu esperava. Foi definitivamente um prospect excitante. Era menos uma concorrência criativa e mais uma concorrência para fazer algo que vai afetar a vida das pessoas.”

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