Framer is a modern prototyping tool. It can help you to quickly build and test complex interactions and rich animations for both desktop and mobile.
É assim que o Framer se apresenta em seu site. Hoje em dia fala-se muito em “design in the browser” e essa é uma boa ferramenta para isso.
O Framer tenta facilitar a vida dos designers que sabem um mínimo sobre html, javascript, css e jquery, criando um framework leve e funcional para simular como uma interface deve funcionar – tanto em um dispositivo móvel quanto em um navegador desktop.
Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)
Monday, 13.05.13
#1
Aplicativos são nossa janela para o mundo
Quando alguma coisa de interessante acontece na nossas vidas, compartilhamos em algum aplicativo. Kilometros percorridos, livros lidos, trânsito nas ruas. Os aplicativos permitem que a gente compartilhe com milhares de estranhos experiências diárias. “It’s not just that apps are everywhere; they are modern culture itself.”
#2
Anonimato virtual virando coisa do passado
A dificuldade de verificar a identidade real das pessoas na Internet sempre foi uma constante do meio. Mas o site Airbnb parece estar dando um passo para tornar isso coisa do passado com um sistema que irá identificar a veracidade dos dados dos seus 4 milhões de usuários.
Aplicativos de chat vs SMS
Em 2012 mais mensagens foram enviadas via aplicativos de chat como o Whatsapp do que mensagem via SMS (19 bi vs 17,6 bi). Além disso, um usuário de app envia uma média de 32,6 mensagens ao dia, ao passo que um usuário de SMS envia em média 5 mensagens. SMS ainda é a plataforma padrão já que qualquer celular pode enviar/receber, mas não dá para negar que esses aplicativos de chat já são uma realidade.
#5
10 coisas que a minha geração curte
A minha geração conectada ama imagens e vídeos. Artigos com imagens grandes são as mais compartilhadas e posts com vídeos também vão melhor do que os que têm apenas texto. Isso porque, no bombardeio de informações a que estamos sujeitos diariamente, os meios visuais são mais rápidos de consumir.
A Pixle, uma empresa especializada em desenhar interfaces para dispositivos mobile, acabou de lançar uma série de templates para fazer sketches e wireframes de interfaces de celular.
A diferença é que agora não estamos falando sobre pageviews, mas sim sobre tempo médio gasto em cada interação com o dispositivo.
O que faz bastante sentido, já que as pessoas costumam realizar tarefas diferentes dependendo do dispositivo.
4-5” phones are great for checking emails, tweets, social networks (especially uploading photos you took on your phone), listening to music, and playing casual games like Angry Birds. Consumers surveys show that email is the #1 activity on smart phones.
7-10” tablets are great for reading books and magazines, surfing the web, watching videos, and playing casual to mid-core game, like Plants vs Zombies or Infinity Blade. Consumer surveys show that gaming is the #1 activity on tablets.
30-50” TVs are great for long session movies, TV shows, and video games. Big screen TVs are usually hooked up to the best speakers in the house, so it’s great for rich audio and video experiences. Perhaps most important, the 30-50” screen is for content you want to share with family and friends. Increasingly, the user experience in front of the TV now includes a 2nd screen in the form of a tablet/phone. This dual screen experience is common enough that the Wii U built an entire controller to facilitate this.
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Monday, 08.04.13
#1
Os aplicativos estão tirando nossa poder de tomar decisões? “Tem um aplicativo pra isso”. Quantas vezes você não pensou ou ouviu essa frase? A verdade é que sim, existe um aplicativo pra quase tudo, para ajudar a decidir o que vestir, que prato cozinhar, que caminho fazer. Será que eles não estariam nos deixando dependentes demais e tirando nosso poder de decidir por nós mesmos?
10 canais imperdíveis do Youtube
Canais “educativos” que explicam questões complexas que a maioria de nós nunca conseguiu entender nas salas de aula.
#4
Em busca de voluntários
O Open Food Facts, um projeto francês que pretende “catalogar produtos alimentícios industrializados em um banco de dados colaborativo”, está procurando voluntários para traduzir os conteúdos para o português. Alguém se habilita?
#5
A epidemia narcisista da Internet
A gente já imaginava, mas uma pesquisa confirmou a relação entre narcisismo e excesso de atividades e amigos no Facebook. Pessoas que já têm tendência narcisista usam as redes sociais como forma de alimentar seus egos. A razão pela qual você não tem muitos seguidores no Twitter ou amigos no Facebook é porque você é normal. E “normalidade” é algo que qualquer narcisista deveria aspirar atingir.
Hoje, continuamos essa conversa com uma nova pergunta.
Onde e como as pessoas vão usar o seu produto?
A história do modo de consumo é também a história da própria transformação do modo de consumir. Existe todo um movimento em torno da produção e na maneira de se entregar e oferecer produtos e serviços: espera-se que estejam integrados e atualizados aos novos hábitos e rotinas das pessoas.
Home Plus, uma rede de supermercados da Coreia do Sul – então a segunda maior do país – queria se tornar a primeira colocada sem ter que construir mais lojas. Foi então que eles pensaram “Let the store come to the people”, e levaram as prateleiras para espaços públicos (como o metrô) onde as pessoas poderiam comprar através do smartphone.
Essa semana, o Tiago Murakami do Bibliotecários sem Fronteiras compartilhou esse projeto de estudantes da Miami Ad School: The Underground Library – uma proposta onde a biblioteca vai até o metrô.
Numa mecânica parecida com a da Home Plus, as pessoas podem escolher um livro, ler uma parte dele e depois, se quiserem, obter as direções para ir até a biblioteca e pegar emprestado o exemplar físico. Interessante que no projeto eles pensaram numa tecnologia – o NFC – que usa a radiofrequência para transferir dados entre dispositivos. É exatamente nesse momento “não conectado na internet” que o cidadão pode, quem sabe, começar uma nova leitura.
Já falamos aqui no blog sobre a tendência do uso de smartphones para iniciar atividades online. Mais do que o serviço oferecido em si, o que propomos é pensar nesses espaços públicos e físicos onde as pessoas vão todos os dias como espaços onde podemos nos comunicar com nossos usuários. O uso pode ir além de site, aplicativo e vídeo no youtube.
Aliás, essa combinação de smartphone + espaços físicos pode trazer insights interessantes para novas experiências de uso.
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Monday, 25.03.13
#1
Dave Grohl no SXSW
O vocalista do Foo Fighters fez uma apresentação inspirada sobre música, encontrar a própria voz e fazer o que gosta no South By Southwest. Um trecho dela: “Imagine Bob Dylan singing in front of Christina Aguilera on the Voice: ‘You’re a little nasaly and sharp,’ It’s your voice! Cherise it till it goes“
#2
7 fatos sobre consumo mobile
A BBDO e a AOL se juntaram para realizar um estudo que buscou entender comportamentos e hábitos mobile e investigar o que leva as pessoas a usarem certos aplicativos e sites mobile. A partir dele, foi possível identificar 7 segmentações de momentos mobile. Pesquisa disponível para download (em inglês).
#3
Minimalismo como estilo de vida
Matéria sobre como a tendência minimalista vem ganhando adeptos que cada vez mais querem consumir menos. “As músicas se tornaram MP3, descartando os CDs. Serviços como o Netflix, que passam filmes em ‘streaming’, e ‘torrents’ feriram de morte os DVDs. Os livros ainda resistem, mas para muitos é questão de tempo – a Amazon já vende mais livros eletrônicos do que físicos e hoje uma biblioteca inteira pode ser guardada e lida em um “tablet” ou Kindle.”
#4
O lado D do Brasil
Matéria sobre a classe D brasileira, com um retrato de Campo Alegre, uma cidade no interior no Nordeste que concentra a maior quantidade de famílias classe D do país, 65% das famílias vivem com uma renda entre um e dois salários mínimos. A despeito disso, cidades como essa vem atraindo empreendedores de todo o país.
#5
A informação precisa ser livre, mas o mundo ainda não está pronto
Interessante artigo sobre o debate da “Free Culture”/Cultura Gratuita ou Livre, que possibilita termos acesso gratuito a informações, músicas, dados, etc, e alguns fatos que demonstram que talvez não estejamos preparados para ela.
É claro que são dados dos US e UK, mas de uma realidade que em pouco tempo deve chegar em terras tupiniquins.
Cerca de metade dos celulares nos EUA e 62% dos celulares no Reino Unido são smartphones.
Cerca de 20% da população dos EUA acima dos 18 anos possui um tablet. Eles estão distribuídos meio-a-meio entre Androids e iPads.
Usuários de tablet são mais engajados e visitam quase a mesma quantidade de páginas web que os usuários desktop. E esse número é quatro vezes maior do que o número de páginas visualizadas por usuários de smartphones.
As pessoas preferem tablets maiores quando estão em casa à noite. A maior concentração de uso está em casa, no sofá, entre as 19h e as 22h.
A maior parte dos usuários tem mais que 20 aplicativos instalados (sendo que 5 deles ou mais foram pagos).
A maioria das pessoas esquece dos aplicativos que baixa e instala.
A maior parte dos donos de tablets possuem também um computador desktop ou laptop e, apesar do alto uso de tablet, ela ainda não é considerada o computador principal da pessoa.
A maioria dos usuários de smartphone nunca escaneou um QR Code. Quando o fez, foi para descobrir mais informações de um produto ou para obter descontos.
Consumidores que possuem tanto um smartphone quanto um tablet estão mais propensos (63%) a gastar mais pelos dispositivos do que pessoas que possuem apenas um smartphone (29%). Tela maior e teclado maior são citados como as principais razões para uma experiência melhor de compra nos dispositivos.