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O lado negro dos wireframes: criando profissionais de um método só
2 months ago

O lado negro dos wireframes: criando profissionais de um método só

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Já falamos por aqui sobre os vários métodos de UX e a função de cada um deles dentro do projeto. Alguns são relacionados a pesquisa com usuário, outros mais dirigidos a estratégia e planejamento de produto, outros mais focados em design – e assim por diante, um para cada etapa do projeto.

Ainda assim, UX Designers são lembrados primariamente pelos bons e velhos wireframes. Não adianta. É a marca registrada do UX Designer e, no fim das contas, é o bottomline do que a gente faz: a forma mais reduzida e tangível de materializar tudo aquilo que aprendemos à medida em que estudamos o usuário ou definimos a estratégia do produto.

Mas será que estamos aprendendo tudo o que devemos saber antes de colocar a mão na massa e produzir esses tais wireframes?

O mercado viciado em wireframes

Conversando com amigos freelancers, ouço com frequência a mesma história: clientes que só resolvem envolver o profissional de UX na jogada de última hora, quando o prazo está apertado e o diretor de arte precisa começar o layout no dia seguinte.

“Oi, meu nome é Fulana e eu estou tocando um projeto para a agência X. Você faz freelas, né? Você consegue fazer uma estimativa e orçamento e me devolver ainda hoje? O ideal é você entregar os wireframes prontos pra gente até amanhã, porque o Diretor de Arte já está parado esperando pra começar.”

Soa familiar?

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Como incorporar pesquisa com usuários no seu projeto (e deixar o #mimimi de lado)

Work hard and stop the mimimi

Faz vários anos que trabalho em agências de publicidade e faz vários anos que “a gente precisa fazer mais pesquisa”.

“Precisamos incorporar pesquisa no processo.”

“Precisamos conseguir mais verba para fazer pesquisa.”

“Se tivéssemos mais tempo, poderíamos ter feito pesquisa e mimimi…”

E então “Pesquisa” fica sempre sendo esse tabu, essa coisa intangível que as pessoas adoram reforçar a importância, mas ninguém tem muita força de vontade de fazer. Em menos de metade dos projetos em que trabalhei houve mobilização suficiente para fazer algum tipo de pesquisa que envolvesse os usuários reais do produto. E não, isso não é exclusividade dos brasileiros: fora do país o índice é praticamente igual.

Daí que as coisas estão mudando. Aos poucos, mas estão mudando.

E esse post é justamente para compartilhar alguns aprendizados com vocês.

Reparem que as “respostas” que eu listei aí embaixo para a pergunta-título do post (“Como incorporar pesquisa com usuários no seu projeto?”) não vêm realmente em formato de respostas, mas sim em formato de novas perguntas. É só uma forma de fazer você se questionar se isso funcionaria no seu projeto também. Quem sabe essas perguntas também não ajudam a mudança a acontecer mais rapidamente aí do seu lado :)

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