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Chegou a hora do UX Designer trabalhar em pé
2 months ago

Chegou a hora do UX Designer trabalhar em pé

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Calma, o título desse post é apenas uma metáfora.

Pra começar, dá uma olhada no vídeo abaixo:

Airfy é uma startup que promete mudar a forma como utilizamos nossos smartphones em espaços físicos – mais especificamente dentro da nossa própria casa.

Através de sensores e smart objects espalhados pela casa, o usuário é capaz de configurar algumas “regras” que acontecem automaticamente assim que ele se aproxima de um dos sensores ou entra em determinado cômodo. Como acender a luz do banheiro automaticamente assim que seu smartphone se aproxima, por exemplo.

Legal.

Agora dá uma olhada nesse aqui:

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Xplus – Metodologia ágil adaptada para UX
3 months ago

Xplus – Metodologia ágil adaptada para UX

É comum em equipes de desenvolvimento que utilizam metodologias ágeis sentirem alguns ruídos, dificuldades e até atritos quando buscam introduzir UX design nos projetos. Muitas são as soluções propostas por diversos profissionais que utilizaram adaptações de frameworks de gerenciamento de equipe para incluir processos dos designers de experiência de usuário nas iterações de desenvolvimento. Porém, como sempre vale ressaltar, cada equipe e/ou empresa deve encontrar as soluções que melhor atendem às necessidades de suas equipes e às suas culturas empresariais.

Um dos modelos que me chamou bastante a atenção foi o Xplus, uma variação do XP (eXtreme Programming) que introduz versões reduzidas de alguns processos de UX.

O XP é uma metodologia que usa iterações de desenvolvimento com foco no escopo e incentiva o alto controle de qualidade. O Xplus propõe que nas iterações padrões do XP sejam inclusos: prototipação, avaliação heurística, padronização de design de interfaces, testes de aceitação e testes de usabilidade.

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O lado obscuro dos wireframes: criando profissionais de um método só
4 months ago

O lado obscuro dos wireframes: criando profissionais de um método só

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Já falamos por aqui sobre os vários métodos de UX e a função de cada um deles dentro do projeto. Alguns são relacionados a pesquisa com usuário, outros mais dirigidos a estratégia e planejamento de produto, outros mais focados em design – e assim por diante, um para cada etapa do projeto.

Ainda assim, UX Designers são lembrados primariamente pelos bons e velhos wireframes. Não adianta. É a marca registrada do UX Designer e, no fim das contas, é o bottomline do que a gente faz: a forma mais reduzida e tangível de materializar tudo aquilo que aprendemos à medida em que estudamos o usuário ou definimos a estratégia do produto.

Mas será que estamos aprendendo tudo o que devemos saber antes de colocar a mão na massa e produzir esses tais wireframes?

O mercado viciado em wireframes

Conversando com amigos freelancers, ouço com frequência a mesma história: clientes que só resolvem envolver o profissional de UX na jogada de última hora, quando o prazo está apertado e o diretor de arte precisa começar o layout no dia seguinte.

“Oi, meu nome é Fulana e eu estou tocando um projeto para a agência X. Você faz freelas, né? Você consegue fazer uma estimativa e orçamento e me devolver ainda hoje? O ideal é você entregar os wireframes prontos pra gente até amanhã, porque o Diretor de Arte já está parado esperando pra começar.”

Soa familiar?

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Aceite os erros e desenhe para a imperfeição

“Eu acredito que nós devemos aceitar erros e complexidade. Precisamos nos afastar um pouco e pensar de forma mais ampla. Como é que nossas pequenas decisões estão impactando a forma …
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Job stories, personas e distrações semânticas no Design
9 months ago

Job stories, personas e distrações semânticas no Design

Alan Klement fala em seu blog sobre o uso de job stories para criar funcionalidades em produtos digitais.

Segundo ele, o uso de user stories (criadas a partir de personas) fez sentido durante muito tempo em times de design na hora de pensar funcionalidades que fossem relevantes para o público-alvo do produto. Mas esse não é mais o caso.

O problema é que “personas são consumidores imaginários definidos por atributos demográficos que não levam em conta as causalidades de suas ações” – ou seja, as motivações que fazem o indivíduo utilizar o produto.

O exemplo citado por ele: personas não explicam porque o consumidor comeu aquela barra de chocolate na beira do caixa da loja de conveniência. Ter somente 30 segundos para comprar algo e saciar a fome por 30 minutos, isso sim explica as motivações do consumidor.

Snickers

Quando uma funcionalidade que foi criada a partir de user stories falha, é muito difícil identificar se o motivo da falha foi um problema de implementação do produto ou se foi um problema que aconteceu lá atrás, na hora de entender se as motivações que levam o consumidor a usar o produto eram legitimamente válidas. O que, a meu ver, faz um certo sentido.

JobStory

O modelo mais comum de user stories tenta “adivinhar” as motivações dos consumidores.

Qual a diferença entre user stories e job stories?

A maior delas é que as job stories incluem a situação no meio da frase. A situação ajuda a testar se a motivação do consumidor é válida e, à medida em que a job story circula entre mais membros do time de design, mais as pessoas podem ajudar a verificar se aquela motivação soa humana o suficiente para justificar a funcionalidade que está sendo criada. E é claro, é um processo que se retroalimenta: a funcionalidade vai tomando forma à medida em que as pessoas vão ajudando a lapidar a job story.

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