Faz tempo que você não se informa sobre o market share de cada um dos navegadores web? Esse post é para te ajudar a ter um panorama rápido de como anda a disputa nos principais mercados do mundo.
Dados fresquinhos, de 2013.







Faz tempo que você não se informa sobre o market share de cada um dos navegadores web? Esse post é para te ajudar a ter um panorama rápido de como anda a disputa nos principais mercados do mundo.
Dados fresquinhos, de 2013.







A apresentação abaixo traz números sobre o uso de redes sociais em 19 países diferentes. Entre as informações estão: adoção de cada rede, uso, interação de consumidores com marcas, impacto do conteúdo gerado por marcas, evolução das redes sociais em dispositivos móveis e oportunidades de colaboração entre consumidores e marcas.
(Se você estiver lendo este post por RSS e a apresentação acima não abrir, veja-a no blog)
Dando sequência a um outro post sobre tablets como dispositivos “mobile dentro de casa”, encontrei esse gráfico que mostra as atividades mais comuns dos usuários de tablets e como elas variam em diferentes contextos e lugares: na cozinha, na cama, no sofá, na academia ou na sala de aula, entre outros.

Mesmo que você não trabalhe diretamente com Arquitetura de Informação, Design de Interação ou User Experience Design, você já deve ter ouvido falar da tal da Bounce Rate – essa métrica que aterroriza os relatórios de estatísticas de visitacão de um site.
A Bounce Rate, ou Taxa de Rejeição, é a medida da porcentagem de pessoas que saem de um site (ou seção de um site, ou página, ou landing page, ou app, ou sejaoquefor) sem clicar em nenhum outro link dentro daquela página por onde elas entraram.
Entrou, viu o que tinha lá, saiu.
O fato é que uma alta taxa de rejeição nem sempre significa que o seu site é um fracasso. O próprio nome em português, “taxa de rejeição”, é um pouco pejorativo demais para uma simples métrica.
Cada tipo de produto tem uma taxa de rejeição considerada “aceitável” se olharmos para a função daquele produto e para como se espera que as pessoas interajam com ele.
O infográfico abaixo traz alguns índices comuns de Bounce Rate em diferentes produtos: e-commerces, landing pages, portais de notícias, sites de serviço, sites de conteúdo e sites focados em geração de leads.

Aproveite e confira este post da Mashable que mostra algumas dicas para tentar reduzir a Bounce Rate de seu site. Segundo eles, as 7 dicas são:

“Existem numerosas citações sobre o quão importante são as estatísticas e sobre como as decisões devem sempre ser pautadas em números. O que os seus usuários estão dizendo é uma outra perspectiva. O que o time interno da empresa quer fazer, é outra. O que faz sentido financeiramente, é outra.
Por exemplo, se a Apple se guiasse apenas pelas estatísticas, eles lançariam um netbook mais barato, ou desativariam o Genius Bar depois de anos de inatividade. Se a Ryanair ouvisse apenas seus consumidores, eles removeriam todas as tarifas e taxas que são sutilmente adicionadas ao preço. Se a Zappos fosse conduzida dessa forma, eles abandonariam sua generosa política de troca de produtos.
São apenas pontos de vista diferentes. Só porque dados são objetivos, não quer dizer que sempre te levarão à melhor decisão. Só porque é numericamente preciso, não significa que é valioso.”

Parece um tanto óbvio, mas agora comprovado numericamente pelo excelente blog do Luke W com dados do ComScore.
Leia também: Soluções para a multiplicidade de dispositivos

“Números grandiosos” e “todo o planeta” é um casamento um tanto óbvio, mas que fica mais impressionante ainda quando se trata de estatísticas de uso de redes sociais.
A apresentação abaixo faz parte de um relatório publicado pela ComScore e traz números que você pode acabar aproveitando em seu próximo projeto – especialmente na hora de convencer o cliente sobre o potencial desse tipo de ambiente.
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Para quem não tem tempo ou paciência de ver a apresentação toda, separei alguns números abaixo:
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