O processo de design do Google Glass

A designer Isabelle Olson conta, no vídeo abaixo, sobre o processo de simplificação do design do Google Glass: do pesado e desengonçado protótipo que ela recebeu dos engenheiros, até chegar à solução final de design dos óculos.

Um dos primeiros protótipos do Google Glass

Um dos primeiros protótipos do Google Glass

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Bingo de UX

A boa e velha piada do Bingo de UX: imprima a cartela abaixo e, quando você ouvir uma das frases em uma reunião, você bota o feijãozinho lá.

Cartela cheia vale um mês de (merecidas) férias.

Bingo de UX

Checklist de UX: projetando experiências Simples, Acionáveis, Inteligentes, Agradáveis e Relevantes

Há alguns dias publiquei meu primeiro livro sobre UX, que o Caio já mencionou aqui no blog. Trata-se de um guia mais prático para quem está começando na área ou para quem deseja aprender o básico antes de decidir se aprofundar na disciplina.

Em um dos capítulos, montei uma espécie de Checklist com algumas perguntas que podem te ajudar a chegar às respostas que você procura quando estiver projetando experiências para outras pessoas. User Experience não é uma disciplina binária (onde existe o “certo” e o “errado”), mas existem algumas boas práticas que podem ser úteis para os UX Designers e outros membros do time – e que valem a pena ser compartilhadas quando possível.

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O link para o checklist é esse aqui: http://fabricio.nu/checklist

Um framework para definir as métricas de UX do seu produto

Desenvolvido em parceria entre a Digital Telepathy e o Google Ventures, o framework abaixo pode ajudar Product Owners ou profissionais de UX a definirem quais os números que indicarão se o produto está atingindo o sucesso esperado ou não.

Definir as métricas de UX é um pouco mais difícil e subjetivo do que definir as métricas de negócios (número de produtos vendidos, número de leads gerados etc.). Mas o framework pode ajudar.

HEART framework

O framework, chamado de H.E.A.R.T. (Happiness, Engagement, Adoption, Retention, Task Success), nada mais é do que uma série de métricas que você pode aplicar ao produto inteiro ou a uma funcionalidade específica que você pretende lançar.

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As funções responsáveis por projetar a Experiência do Usuário (UX)

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User Experience é uma área bastante abrangente dentro do universo de Design. No fim das contas, produtos são desenhados para serem utilizados por alguma pessoa – o usuário – que terá uma experiência ao interagir com o produto, interface ou sistema.

Dificilmente em um projeto haverá uma única pessoa responsável pela Experiência do Usuário. Além dos fatores subjetivos que influenciam na experiência (o perfil demográfico do usuário, seu background cultural, seu estado emocional etc.), existem vários aspectos da forma como o produto foi criado que afetarão o modo como as pessoas interagem e a percepção que têm dele.

No decorrer dos anos, vários autores e designers tentaram criar modelos para ilustrar essa rede inter-relacionada de disciplinas, especializações, métodos e técnicas que são utilizadas para criar produtos e projetar experiências. Um dos modelos mais famosos foi proposto por Dan Saffer em 2006 (e atualizado por ele mesmo em 2009, na segunda edição de Designing for Interaction):

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Repare como o grande círculo de User Experience Design engloba uma série de outras disciplinas: de Arquitetura de Informação a Design Industrial, passando até por Sound Design. Sim, aquele sonzinho que toca quando você inicia seu PC ou Mac também faz parte da experiência do usuário. E como todo elemento da experiência do usuário, também foi projetado por alguém.

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UX em outra língua, Parte 5 – Balanço final

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Já escrevi por aqui sobre os vários aspectos de se trabalhar com User Experience em outro país: a barreira do idioma, as diferenças e semelhanças no ambiente de trabalho e nos projetos, além das diferenças culturais e os “perrengues” de se morar em outras terras.

Baixar o PDF com a série completa (pay with a tweet).

Mas e aí? No fim das contas vale a pena?

Bom, como tudo nessa vida, trabalhar com UX em outro país tem vantagens e desvantagens.

De forma reduzida:

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Abertas as inscrições de palestrantes para o Interaction South America 2014

Interaction South America

“Interaction South America 2014 es el evento de Diseño de Interacción y Experiencia de Usuario más importante de la región. Tendrá lugar en la Universidad Católica Argentina, con una duración de cuatro días, donde especialistas nacionales e internacionales darán charlas a los interesados en poner las tecnologías al servicio de las personas.”

Para quem acompanhou aqui no blog ano passado, o Interaction South America é um dos maiores eventos de UX da América Latina. Depois de algumas edições no Brasil, chegou a hora da garotada esperta de UX do Brasil dar um pulo em Buenos Aires em novembro para conferir quatro dias de palestras, workshops, networking e happy hours com profissionais de UX de vários países.

Se você tem um assunto sobre o qual gostaria de falar, dá uma passada lá no site e envie seu tema: http://isa.ixda.org/2014/

Trabalhando as cores em UX

Quando se fala do uso de cores em design, marketing e outras áreas da comunicação, talvez a primeira coisa que você pense é no significado das cores. Exemplos clássicos são: azul significa segurança, laranja significa comunicação, amarelo significa alegria, vermelho significa perigo, ou urgência. Existem inúmeros sites, livros, cursos e palestras que nos ensinam supostos significados que podemos atribuir às cores, e muitos profissionais baseiam seus trabalhos nesses “dicionários de cores”. Alguns até mesmo tentam explicar psicologicamente o motivo desses significados existirem.

Bem… esqueça toda essa história de significados das cores.

Não negarei que existe alguma influência que determina como as pessoas podem reagir ou não a cada cor. Mas essas influências estão longe de se definir como significados, se considerarmos que a palavra “significado” seja algo restrito e exato. Por exemplo, o significado da palavra retumbante é que provoca um ruído muito alto e intenso. Isso é invariável e exato, a menos que usado como metáfora de modo que altere um pouco o sentido. Mas com as cores, não podemos atribuir um significado invariável e exato.

Primeiramente, a mais óbvia e comentada razão disso são as questões culturais. É sabido que temos em nosso consciente coletivo alguns sentidos para determinadas cores. Por exemplo, para muitos países no ocidente, o branco representa paz. Mas na China, o branco está ligado à morte, luto e má sorte. Isso nos leva a pensar que tais significados tidos por nós como “canônicos” e “indiscutíveis”, são na verdade construidos pela sociedade ao longo dos séculos. E tudo o que foi construído, pode ser desconstruído com muito mais facilidade.

Outro motivo para negarmos o significado preciso de uma cor é o contexto. Cores atuam em conjunto com formas, elementos, plataforma, tipografia, textura, iluminação, situações específicas, palavras-chave. Por exemplo, a cor branca em uma bandeira no meio de uma guerra nos países ocidentais, certamente significará paz ou trégua. Mas um vestido branco em uma cerimônia religiosa pode dar a ideia de pureza.

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