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Um simples ajuste em um botão fez com que uma loja virtual aumentasse as vendas em 45%, gerando um faturamento adicional de U$S 300 milhões no primeiro ano. Quem conta a história é Jared Spool, da User Interface Engineering (UIE).

O formulário não poderia ser mais simples: dois campos (e-mail e senha), dois botões (login e cadastro) e um link (esqueci a senha). Em testes de usabilidade a equipe de Jared descobriu que o problema não estava no layout do formulário nem no próprio formulário em si, mas sim no que o cadastro representava para os consumidores:

  • Os novos clientes da loja viam a obrigatoriedade do registro como uma forma de aumentar a base de e-mail marketing da empresa
  • Entre os entrevistados que já haviam realizado compras na loja, pouquíssimos se recordavam do e-mail e senha de acesso (verificou-se na base de dados que 45% dos consumidores possuíam mais de um cadastro na loja)

Para solucionar o problema o botão “cadastro” foi substituído pelo “continuar”. E o registro no site passou a ser opcional, recomendado apenas para que as futuras compras fossem realizadas de forma mais ágil.

Recentemente fiz compras em sites norte-americanos e achei curioso como muitos deles dispensam o cadastro, o que ainda não acontece no Brasil – talvez tenhamos aqui uma dica valiosa para nossas lojas virtuais.

Crescimento de 30% no faturamento de 2008 mostra que os sintomas da crise passaram longe das lojas virtuais. Segundo o levantamento da e-bit, os bons índices são fruto da confiança mútua entre consumidores e varejistas, aliada à profissionalização das redes e à melhora das informações.

Não dá para deixar de dividir o mérito com quem trabalha desenhando e desenvolvendo esse tipo de serviço, não é mesmo? A evolução das lojas virtuais brasileiras em 2008 foi notável. Informações mais claras e serviços mais confiáveis resulta em consumidores seguros e satisfeitos.

Leia a matéria completa no G1

Começa segunda-feira (19 de janeiro) a segunda edição brasileira do Campus Party - um dos maiores encontros de tecnologia e conteúdo digital do mundo.  Realizado há mais de 12 anos na Espanha, o evento chegou ao Brasil no ano passado e surpreendeu pela receptividade e pelo número de participantes. Este ano a expectativa é ainda maior. São mais de quatro mil “campuseiros” acampados no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, participando de uma programação que inclui palestras, oficinas, exposições – e uma conexão Wi-Fi de alta velocidade 24 horas por dia.

Este ano a AgênciaClick aproveita a oportunidade do evento para aplicar um novo conceito em comunicação interativa: o Open Source Branding. A agência acredita que a comunicação de uma marca não deve ficar concentrada nas mãos de poucos representantes, mas sim das pessoas que recebem e interagem com a mensagem.

A onipresença de blogs, comunidades digitais, microblogs, comunicadores instantâneos e tecnologias móveis criou um habitat para a inteligência coletiva, onde imagens, ideias e palavras são continuamente assimiladas, reelaboradas e desenvolvidas pelas pessoas com quem interagem.

Interessante. Há pouco tempo as marcas zelavam fervorosamente pela integridade de sua imagem e tinham receio até de publicar seus logotipos no brandsoftheworld.com. Hoje já existem empresas fazendo campanha para estimular releituras, mashups e afins.

Open Source Branding na prática
Uma das novidades do Campus Party 2009 é o CP Labs, uma área dedicada a empreendedorismo e inovação, onde os próprios participantes do evento apresentam seus projetos e são premiados por isso. A AgênciaClick, em parceria com dois de seus clientes – Credicard Citi e Ale Combustíveis – propõe um experimento de criação coletiva: o laboratório de Open Source Branding. Ali, os campuseiros poderão responder a desafios criativos que envolvem produtos e serviços dessas duas marcas.

No site da AgênciaClick está disponível o Manifesto pelo Open Source Branding, na íntegra.

A Smashing Magazine publicou ontem uma lista com 10 técnicas para melhorar a interface de aplicações web. As dicas  vão desde pequenas melhorias de design até instruções bastante úteis em páginas específicas.

À medida em que aumenta a demanda por interfaces ricas (onde muitas tarefas são realizadas em uma mesma tela), aumenta também a carência por simplicidade, clareza e por feedbacks instantâneos sobre o que está sendo feito pelo usuário.

A lista traz ótimas referências, baseadas em aplicações web renomadas – como o Digg e o Basecamp. Vale a pena compartilhar com os designers e programadores de interface que você conhece. O desafio é conciliar as infinitas possibilidades do ajax e de outras RIA com questões como acessibilidade e simplicidade de uso.

Link: 10 técnicas para melhorar a interface de aplicações web

Para ler mais sobre o assunto:
Zero Seis – Ajax e acessibilidade
Standards Schmandards – A pragmatic approach to web standards and accessibility
A RIA problemática e quase deslumbrante

Google Maps

Referência boa para quem está trabalhando em algum projeto que envolva integração com Google Maps: Google Maps: 100+ Best Tools and Mashups

A lista, selecionada por Cameron Chapman, mostra os 100 sites que melhor utilizam os mapas do Google na opinião da redatora, cuidadosamente selecionados e organizados em categorias. Cameron é responsável por outras ótimas listas já publicadas no Mashable.com.

No vídeo abaixo, Aza Raskin (Mozilla Labs), discorre sobre a diferença entre o intuitivo e o familiar, usando o exemplo do iPhone. Para uma pessoa que nunca tenha visto um iPhone não é intuitivo ampliar e reduzir fotos com o movimento de pinça dos dedos. Mas quem já viu algum dos vários anúncios da Apple pode achar o método familiar e conseguir usá-lo com facilidade.

O vídeo completo você assiste aqui: Aza Raskin – Humane Interface-Design

A feira Consumer Electronics Show (CES), realizada em Las Vegas esta semana, contou com um aliado ilustre na luta pela acessibilidade em aparelhos eletrônicos e interfaces digitais. O cantor Stevie Wonder fez um apelo aos fabricantes para incluírem os deficientes visuais na revolução digital ostentada pela feira. Segundo ele, a tecnologia pode ser uma forte aliada dos deficientes visuais, à medida em que lhes assegura mais independência.

Leia a matéria completa no G1

Estamos com uma vaga de estágio remunerado em Arquitetura de Informação aqui na AgênciaClick de São Paulo, com carga de 6 horas diárias e início imediato.

Pré-requisitos
- Heavy user de internet
- Boa capacidade de raciocínio lógico
- Boa capacidade de comunicação
- Capacidade de organização e definição de hierarquia da informação
- Conhecimento básico da disciplina
- Estar cursando faculdade/universidade
- A arquitetura é multidisciplinar, portanto não há restrições quanto ao curso de graduação do candidato

Interessados devem mandar o currículo por e-mail para fabricio.teixeira@agenciaclick.com.br.

Exactitudes

Exactitudes

O fotógrafo Ari Versluis documentou durante os últimos 14 anos fotografias de pessoas de diferentes grupos sociais, comportamento e estilos. Depois agrupou tudo de forma que conseguisse mostrar o quanto nossa eterna busca pela diferenciação acaba convergindo em inevitáveis similaridades (daí o nome do projeto, Exactitudes). No fim, o estudo se tornou, nas palavras dos próprios autores, “uma gravação quase científica, antropológica, da tentativa das pessoas de distinguirem-se umas das outras assumindo uma identidade de grupo”.

Um ótimo trabalho de organização e classificação de conteúdo.

Link: Exactitudes

Abaixo uma reportagem sobre o lançamento do novo MacBook Wheel, o notebook da Apple que rompeu as barreiras da inovação e trouxe um wheel (o mesmo dispositivo de navegação dos iPods) no lugar do teclado.

Há. Na verdade tudo não passa de um boato criado pela The Onion, agência especializada em conteúdo jornalístico fake, satirizando a inovação sempre presente nos lançamentos da Apple. A ideia (sem acento), muito bem humorada, vale também como alerta para designers de produto – e Arquitetos de Informação – sobre a linha tênue que caminha entre a inovação e a usabilidade. Como o próprio vídeo diz, “tudo está a algumas centenas de cliques de distância”.

A brincadeira foi tão bem produzida que, não fosse a ironia toda usada na locução do vídeo, daria pra acreditar que é verdade.

Em outubro a AgênciaClick lançou um desafio a jovens universitários de todo o país: criar uma campanha interativa de conscientização ambiental. Nessa semana foi anunciado o vencedor, que será premiado com um estágio aqui na agência: o designer Bruno Cintra.

Veja abaixo como foi a recepção de Bruno aqui na Criação. Seja bem vindo, Bruno.

No fim do ano sempre sobra um tempinho para arrumar o guarda-roupa, reorganizar a estante de livros e eliminar de vez aqueles itens não-lidos que a gente vai acumulando nos Google Readers da vida. Então resolvi postar aqui alguns destes links que descobri nos últimos dias – e que têm a ver com arquitetura de informação, internet, diversão e outros itens que constam no subtitle deste blog.

  • Rede Design Digital
    Dentre as centenas de milhares de redes sociais já criadas no Ning, vez ou outra desponta alguma com um nobre propósito, como é o caso da Rede Design Digital: discutir “usabilidade, design digital, mídias digitais e design de interação e outros elementos que compõem a experiência do usuário”, reunindo profissionais e entusiastas de todas essas áreas. O número de usuários está crescendo e começam a surgir discussões interessantes dentro dos grupos.
    Link: Rede Design Digital

  • Playing for Change
    Playing for change é um projeto musical que conecta o mundo através de música. Em cada país visitado eles inevstigam o papel cultural desempenhado pela música e no fim transformam tudo em arte.
    Link: Playing for change

  • Top 9 do Brainstorm#9
    A já tradicional lista de fim de ano do blog de Carlos Merigo traz as campanhas, ações e posts mais marcantes do ano. Segundo o próprio autor, trata-se de “uma escolha arbitrária, puramente pessoal e sem nenhum tipo de pretensão técnica, métodos científicos ou comprovações de qualquer espécie”. E está cheia de coisas boas.
    Link: Top 9 do Brainstorm#9

Muitas lições aprendidas em 2008 e muitas tendências apontadas para 2009. Mãos à obra.

Interessante apresentação da ThreeBillion sobre alguns dos erros mais comuns ao projetar algo para jovens. “Alguns deles você deve vivenciar, outros devem reafirmar o que você já sabe e eu espero que alguns te surpreendam. Se você não aproveitar nada dessa apresentação, você está fazendo tudo certo.”

Cada vez mais digitais

Confesso que me assustei ao ver a charge abaixo. Como nossa nossa rotina mudou! O desafio da criatividade (como se destacar entre tantas opções?) está aberto.

Dica da Amyris Fernandez

A John D. and Catherine T. MacArthur Foundation acaba de divulgar os resultados de “Kids’ Informal Learning with Digital Media: An Ethnographic Investigation of Innovative Knowledge Cultures”,  estudo que analisou a relação dos jovens com os meios digitais.

youth

Os números da pesquisa são grandiosos. Durante 3 anos cerca de 800 jovens foram entrevistados e observados por 28 pesquisadores em um trabalho de aproximadamente 5 mil horas.

Os resultados confirmam o que a gente já suspeitava: os meios digitais são as novas ferramentas utilizadas pelos jovens para a construção de sua identidade e autonomia.

É interessante a recomendação que o estudo faz especialmente a pais e educadores – eles devem facilitar o envolvimento dos jovens com os meios digitais, já que esta é uma forma de inclusão na sociedade contemporânea. Ou seja, computador, games e Orkut liberado para a garotada.

Clique aqui para conhecer os detalhes da pesquisa ou fazer o download do relatório completo.

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