<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Arquitetura de Informação</title>
	<atom:link href="http://arquiteturadeinformacao.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://arquiteturadeinformacao.com</link>
	<description>Usabilidade, user experience, design de interação, tecnologia e diversão.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 25 May 2013 02:21:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='arquiteturadeinformacao.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://1.gravatar.com/blavatar/d251f67bbf2c8be953c764f0c7c69041?s=96&#038;d=http%3A%2F%2Fs2.wp.com%2Fi%2Fbuttonw-com.png</url>
		<title>Arquitetura de Informação</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://arquiteturadeinformacao.com/osd.xml" title="Arquitetura de Informação" />
	<atom:link rel='hub' href='http://arquiteturadeinformacao.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Tentando melhorar os esboços no design de interação</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/24/tentando-melhorar-os-esbocos-no-design-de-interacao/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/24/tentando-melhorar-os-esbocos-no-design-de-interacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 May 2013 12:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gil Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interação]]></category>
		<category><![CDATA[actionsketch]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[esboços]]></category>
		<category><![CDATA[sketches]]></category>
		<category><![CDATA[sketching]]></category>
		<category><![CDATA[wireframes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7579</guid>
		<description><![CDATA[Olá, aqui quem escreve é o Gil Barros e este post é sobre o meu doutorado. Na academia falamos de uma forma, aqui eu posso falar de outra, e vou contar sobre o que se trata de uma forma mais &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/24/tentando-melhorar-os-esbocos-no-design-de-interacao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7579&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, aqui quem escreve é o <a title="Breve descrição sobre Gil Barros" href="http://flavors.me/gilbarros" target="_blank">Gil Barros</a> e este post é sobre o meu doutorado. Na academia falamos de uma forma, aqui eu posso falar de outra, e vou contar sobre o que se trata de uma forma mais informal.</p>
<p>Aqui está ele, se quiser dar uma folheada:<iframe class="scribd_iframe_embed" src="http://www.scribd.com/embeds/141394751/content?start_page=1&view_mode=book&access_key=key-1omu7n7j164sv4m3dtrq" data-auto-height="true" scrolling="no" id="scribd_141394751" width="100%" height="500" frameborder="0"></iframe>
<div style="font-size:10px;text-align:center;width:100%"><a href="http://www.scribd.com/doc/141394751">View this document on Scribd</a></div></p>
<p>Se você estiver lendo este post por email ou RSS e a apresentação acima não abrir, <a href="http://wp.me/p28sf-1Yf" target="_blank">veja-a no blog</a>.</p>
<p>E se preferir baixar a versão em PDF, <a title="Resumo acadêmico e link para o arquivo PDF do doutorado" href="http://formato.com.br/projetos/doutorado_gil_barros/" target="_blank">aqui você encontra o resumo mais formal e o link para o PDF</a>.</p>
<h2>Era uma vez&#8230;</h2>
<p>O doutorado começou com um desconforto: percebi que os esboços (&#8220;sketches&#8221;) que fazia em design de interação eram altamente deficientes. Eu desenhava as telas, mas não o que acontecia entre as telas. E se pensarmos bem, a interação é justamente o que faz passar de uma tela para outra. Ou seja, eram esboços de leiaute, mas a interação <strong>simplesmente não estava representada</strong> naqueles desenhos.</p>
<p>Eu fazia uma comparação com arquitetura, onde fiz minha graduação. Lá os esboços vão muito além do desenho, são uma <strong>forma de pensar</strong>, um artifício que o arquiteto (designer) tem para conseguir colocar mais coisas na sua &#8220;memória de trabalho&#8221;. Parte dela fica dentro da cabeça e parte dela é transferida para o desenho. Pode parecer estranho pensar assim, mas de alguma forma é uma prótese cognitiva.</p>
<p>Aprendi a fazer isto na faculdade, e faço isto para resolver muitos dos problemas da minha vida. Preciso pensar algo mais complicado, pego lápis e papel e começo a rabiscar. Pode ser um diagrama, uma lista, um cronograma, qualquer coisa. Se tornou uma segunda natureza.</p>
<p>Mas no design de interação ficava um gosto de cabo de guarda-chuva na boca quando ia fazer esboços. Eu não conseguia colocar no papel justamente a parte mais difícil de se ver, que é a interação.</p>
<p>Daí vem o argumento: &#8220;mas o digital é interativo, é dinâmico, o papel é estático, não tem jeito&#8230;&#8221;.</p>
<p>Bom, vamos refletir e comparar com a arquitetura, que é um campo do design com um pouco mais de história (<a title="Artigo Wikipédia sobre o 'primeiro arquiteto'" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Imhotep">uns 4500 anos a mais</a>). O papel é bi ou tridimensional? E a arquitetura? Mas eu consigo representar o 3D no plano! E como eu consigo fazer isto, e funciona tão bem? Para mim era o mesmo problema.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Exemplo de projeção ortogonal, fonte:en.wikipedia.org/wiki/Multiview_orthographic_projection" alt="Exemplo de projeção ortogonal" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/first_angle_projecting.png?w=249&#038;h=208" width="249" height="208" /></p>
<p>A arquitetura resolveu com algumas formas específicas de representação. As <a title="Link para artigo na Wikipédia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multiview_orthographic_projection">projeções ortogonais</a>, a <a title="Link para artigo na Wikipédia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Isometric_projection">isométrica</a> e a <a title="Link para artigo na Wikipédia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Linear_perspective">perspectiva</a> são algumas delas. Ou seja, a chave talvez fosse uma forma de representação adequada. Neste caso curto o que o <a title="Link para livro no site da Amazon" href="http://amazon.com/Sketching-User-Experiences-Interactive-Technologies/dp/0123740371/">Bill Buxton</a> diz:</p>
<blockquote><p>&#8220;A notação é uma ferramenta de pensamento.<br />
Um problema bem representado está em grande parte resolvido.&#8221;</p></blockquote>
<h2>O doutorado</h2>
<p>Foi aí que eu comecei o doutorado. Primeiro eu pesquisei um <strong>bom tanto</strong>. Em 2009 e 2010 devo ter lido mais de 30 livros teóricos, mais os práticos, um montão de artigos e uma infinidade de páginas na web. Daí usei isto para me ajudar a bolar uma técnica.</p>
<p>Fiz a primeira versão, escolhi algumas interações chatas de representar e fiz um teste. Estava um lixo! Ótimo, entendi melhor o que eu tinha que fazer, li mais um pouco e fiz outra versão (v0.2, ilustrada abaixo). Daí fiz mais 4 iterações de testes e reformulação (design iterativo!) e cheguei na versão 0.6.</p>
<p><span id="more-7579"></span></p>
<p><img title="Exemplo da técnica na versão 0.2" alt="Exemplo da técnica na versão 0.2" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/exemplo_as_v02.png?w=660" /></p>
<p>Achei que estava razoável e mostrei para 8 profissionais em entrevistas por Skype. Ainda não era uma validação, era parte do processo de refinamento, meio que um &#8220;teste de usabilidade&#8221; da técnica. Peguei o feedback deles, fiz mais uma versão, novos testes e finalmente cheguei à versão 0.8, que estava bem &#8220;estável&#8221;. Preparei ela para ser usada na prática, era a minha &#8220;versão beta&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Logo da ActionSketch" alt="Logo da ActionSketch" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/logotipo_actionsketch.png?w=294&#038;h=161" width="294" height="161" /></p>
<p>Batizei ela de ActionSketch e convidei 4 equipes de designers aqui de Sampa para serem meus &#8220;beta testers&#8221;, 24 participantes no total. Apresentei a técnica em workshops (um para cada equipe) e deixei a técnica com eles, para ver se utilizavam na prática. Enchi a paciência deles com <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2011/10/26/o-tal-do-diario-de-uso-continuado-ebai/" target="_blank">emails diários perguntando se tinham usado a técnica</a> e depois marquei uma entrevista curta e individual, para coletar feedback.</p>
<p>Resultados?</p>
<ol>
<li>A técnica de fato ajuda (ufa&#8230;).</li>
<li>Mas mais legal ainda, mesmo sem a técnica, só fazer esboços já ajuda!</li>
<li>Além disto, uso da técnica permitiu perceber <strong>porque e quando</strong> ajuda.</li>
</ol>
<p>Este último resultado acabou sendo a parte mais importante do doutorado no aspecto acadêmico. Não é só ver se funciona, mas entender os porquês. Tem muita coisa, da página 89 à 121 do doutorado. Aqui cito alguns exemplos legais:</p>
<ul>
<li>Muita gente gerou mais alternativas.</li>
<li>As conversas tendem a ficar mais focadas e mais produtivas.</li>
<li>Gente que não gerava alternativa nenhuma passou a fazer isto.</li>
<li>Passar para o computador (exemplo: Axure) antes da hora normalmente dificulta muito o processo criativo.</li>
<li>Quase ninguém aplica a técnica como eu propus, mas todo mundo tira alguma coisa de interessante.</li>
</ul>
<h2>Mas cadê a técnica!?!?</h2>
<p><img title="ActionSketch em uso em uma das oficinas" alt="ActionSketch em uso em uma das oficinas" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/exemplo_uso_actionsketch1.jpg?w=660" /></p>
<p>OK, você foi bem paciente de chegar até aqui, então vamos lá. Aqui vou dar uma versão resumidíssima. No <a title="Resumo acadêmico e link para o arquivo PDF do doutorado" href="http://formato.com.br/projetos/doutorado_gil_barros/">PDF do doutorado</a> tem uma explicação resumida na página 23 e a descrição mais completa entre as páginas 57 e 68.</p>
<p>A técnica é relativamente simples e se baseia em wireframes desenhados à mão (rabiscoframes) dentro de um storyboard. Cada quadro do storyboard dividimos em três etapas: estado inicial, ações do usuário e ações do sistema, e usamos uma cor para cada etapa, da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>estado inicial: preto;</li>
<li>ações do usuário: verde;</li>
<li>ações do sistema: laranja.</li>
</ul>
<p>Daí temos símbolos para cada uma destas estapas. Usamos eles para agilizar o desenho de ações muito comuns como clique, duplo clique e mouse over. Na imagem abaixo temos um usuário arrastando uma imagem para uma barra que fica à direita na página.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Exemplo de 'arrastar e soltar'" alt="Exemplo de &quot;arrastar e soltar&quot;" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/arrastar_e_soltar1.jpg?w=448&#038;h=339" width="448" height="339" /></p>
<p>Por fim temos três regras, que dizem:</p>
<ul>
<li>desenhe só o que muda entre os quadros;</li>
<li>em cada folha mantenha o foco em apenas uma ideia;</li>
<li>o importante é expressar a ideia, use o que for útil da técnica, modifique conforme o necessário.</li>
</ul>
<p>Basicamente a técnica é isto. Pronto, acabou, finito, &#8220;the end&#8221;.</p>
<p>Mas aqui existe uma ressalva importante! Eu preparei ela para ser mostrada em uma oficina, presencial, com exercícios. Ou seja, só lendo o material talvez surjam muitas dúvidas na hora de por na prática. Além disto, lembre-se que é a versão beta.</p>
<p>Claro que você já pode usar, deu para ver que funciona! Inclusive pode <a title="Materiais de suporte da ActionSketch versão 0.8" href="http://formato.com.br/projetos/doutorado_gil_barros/ActionSketch_Beta-v08.zip">baixar os materiais de suporte neste arquivo ZIP</a>. Mas eu estou trabalhando na próxima versão (a 1.0) e em uma documentação online para explicar melhor. Ou seja, use à vontade, mas não está tão didático quanto eu gostaria.</p>
<p>É isto, espero que gostem e usem. Deu um trabalho louco ao longo de quase 5 anos e foi muito legal.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7579&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/24/tentando-melhorar-os-esbocos-no-design-de-interacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
	
		<media:content url="http://2.gravatar.com/avatar/26c56434d2ae66dc8a34f776009c04f5?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F2.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">gilbarros</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/first_angle_projecting.png" medium="image">
			<media:title type="html">Exemplo de projeção ortogonal, fonte:en.wikipedia.org/wiki/Multiview_orthographic_projection</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/exemplo_as_v02.png" medium="image">
			<media:title type="html">Exemplo da técnica na versão 0.2</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/logotipo_actionsketch.png" medium="image">
			<media:title type="html">Logo da ActionSketch</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/exemplo_uso_actionsketch1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">ActionSketch em uso em uma das oficinas</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/arrastar_e_soltar1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Exemplo de &#039;arrastar e soltar&#039;</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Pow Wow App: uma ferramenta para agendar testes de usabilidade</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/22/pow-wow-app-uma-ferramenta-para-agendar-testes-de-usabilidade/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/22/pow-wow-app-uma-ferramenta-para-agendar-testes-de-usabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 May 2013 00:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[agendamento]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7420</guid>
		<description><![CDATA[Funciona da seguinte forma: Você sincroniza seu Google Calendar e diz quais horários estão disponíveis para você receber os participantes. A ferramenta manda para os participantes uma página com várias opções de horários para que eles escolham qual funciona melhor &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/22/pow-wow-app-uma-ferramenta-para-agendar-testes-de-usabilidade/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7420&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7421 alignnone" alt="Pow Wow" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/pow-wow.png?w=660"   /></p>
<p>Funciona da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Você sincroniza seu Google Calendar e diz quais horários estão disponíveis para você receber os participantes.</li>
<li>A ferramenta manda para os participantes uma página com várias opções de horários para que eles escolham qual funciona melhor para eles.</li>
<li>À medida em que eles forem agendando, você vai vendo o seu calendário sendo preenchido.</li>
</ul>
<p>Confira no vídeo:</p>
<div class="embed-vimeo"><iframe src="http://player.vimeo.com/video/60838610" width="660" height="371" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></div>
<p><span id="more-7420"></span></p>
<p>Link: <a href="http://www.powwowapp.net/" target="_blank">Pow Wow App &gt;</a></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7420&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/22/pow-wow-app-uma-ferramenta-para-agendar-testes-de-usabilidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/pow-wow.png" medium="image">
			<media:title type="html">Pow Wow</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Busca com linguagem natural</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/22/busca-com-linguagem-natural/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/22/busca-com-linguagem-natural/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 May 2013 00:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iris Ferrera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7667</guid>
		<description><![CDATA[Já pensou se pudéssemos buscar informações de restaurantes, cinema, viagens (ou seja o que for em matéria de produtos e serviços), através de uma busca que imita nossa intenção? Será que daria certo? HTMLmente falando já tem até tutorial para este tipo de formulário &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/22/busca-com-linguagem-natural/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7667&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já pensou se pudéssemos buscar informações de restaurantes, cinema, viagens (ou seja o que for em matéria de produtos e serviços), através de uma busca que imita nossa intenção?</p>
<p><a href="http://tympanus.net/Tutorials/NaturalLanguageForm/"><img class="alignnone" alt="" src="http://codropspz.tympanus.netdna-cdn.com/codrops/wp-content/uploads/2013/05/NaturalLanguageForm1.png" width="580" height="315" /></a></p>
<p>Será que daria certo?</p>
<p>HTMLmente falando já tem até tutorial para este tipo de formulário lindão. O site de turismo <a href="http://escapeflight.com/" target="_blank">EscapeFlight</a> colocou esse tipo de busca em sua home. Ela acontece apenas na primeira vez que você entrar. Com o contexto certo (no caso do EscapeFlight ficou muito bacana), este tipo de busca pode trazer uma experiência bem interessante para quem estiver navegando!</p>
<p><a href="http://tympanus.net/codrops/2013/05/21/natural-language-form-with-custom-input-elements/" target="_blank">via</a></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7667&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/22/busca-com-linguagem-natural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/90b073248b4dff614db859833219b1ff?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F0.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">irisferrera</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://codropspz.tympanus.netdna-cdn.com/codrops/wp-content/uploads/2013/05/NaturalLanguageForm1.png" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>O tempo gasto em redes sociais e outras mídias</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/21/o-tempo-gasto-em-redes-sociais-e-outras-midias/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/21/o-tempo-gasto-em-redes-sociais-e-outras-midias/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 May 2013 01:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas e estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=5892</guid>
		<description><![CDATA[Post breve, para compartilhar o infográfico abaixo sobre os hábitos de consumo de redes sociais pelos americanos.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=5892&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Post breve, para compartilhar o infográfico abaixo sobre os hábitos de consumo de redes sociais pelos americanos.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5893" alt="time-on-social-media" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2012/12/time-on-social-media.jpeg?w=660"   /></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=5892&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/21/o-tempo-gasto-em-redes-sociais-e-outras-midias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2012/12/time-on-social-media.jpeg" medium="image">
			<media:title type="html">time-on-social-media</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O UX Designer é um mediador</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/20/o-ux-designer-e-um-mediador/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/20/o-ux-designer-e-um-mediador/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 May 2013 23:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[User Experience]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7263</guid>
		<description><![CDATA[A frase que está na minha cabeça nesse momento: &#8220;O UX Designer é um mediador&#8221;. Cada vez mais, apenas isso. Acabei de sair de um projeto onde, mais do que desenhar qualquer coisa, eu apenas mediei. Vários meses, apenas mediando, &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/20/o-ux-designer-e-um-mediador/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7263&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7265 alignnone" alt="O UX Designer é um mediador" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/04/screen-shot-2013-04-17-at-10-22-42-pm.png?w=660"   /></p>
<p>A frase que está na minha cabeça nesse momento: &#8220;O UX Designer é um mediador&#8221;.</p>
<p>Cada vez mais, apenas isso.</p>
<p>Acabei de sair de um projeto onde, mais do que desenhar qualquer coisa, eu apenas mediei. Vários meses, apenas mediando, moderando discussões, guiando debates.</p>
<p>Desenho? Não teve.</p>
<p>Não precisou.</p>
<p>Lembro até hoje de quando comecei a trabalhar com UX e me disseram que um dos únicos requisitos para começar a trabalhar na área era ter bom senso. Achei estranho, mas ainda assim topei o desafio.</p>
<p>Hoje eu vejo que a <strong>maior</strong> <strong>tarefa</strong> é ter bom senso. É saber ouvir todos os lados e ponderar todos os prós e contras.</p>
<p>É isso, replicado mil vezes ao dia, em mil formatos/contextos diferentes.</p>
<p>E convenhamos, é uma delícia.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7263&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/20/o-ux-designer-e-um-mediador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/04/screen-shot-2013-04-17-at-10-22-42-pm.png" medium="image">
			<media:title type="html">O UX Designer é um mediador</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Diversos tipos de pesquisa com usuários, organizados em um único gráfico</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/20/diversos-tipos-de-pesquisa-com-usuarios-organizados-em-um-unico-grafico/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/20/diversos-tipos-de-pesquisa-com-usuarios-organizados-em-um-unico-grafico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 May 2013 23:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas e estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[comparação]]></category>
		<category><![CDATA[métodos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[usuários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7631</guid>
		<description><![CDATA[No eixo horizontal, os métodos vão de Qualitativos a Quantitativos. No eixo vertical, os métodos vão de Attitudinal (o que as pessoas respondem quando são perguntadas) até Behavioral (o que elas realmente fazem quando são observadas). E as cores/formas geométricas &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/20/diversos-tipos-de-pesquisa-com-usuarios-organizados-em-um-unico-grafico/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7631&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7632 alignnone" alt="Métodos de Pesquisa com Usuários" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/mecc81todos-de-pesquisa-com-usuacc81rios.png?w=660"  /></p>
<p>No eixo horizontal, os métodos vão de <strong>Qualitativos</strong> a <strong>Quantitativos</strong>.</p>
<p>No eixo vertical, os métodos vão de <strong>Attitudinal</strong> (o que as pessoas respondem quando são perguntadas) até <strong>Behavioral</strong> (o que elas realmente fazem quando são observadas).</p>
<p>E as cores/formas geométricas mostram se os produtos são testados em seu contexto original de uso ou se eles são descontextualizados para o teste.</p>
<p>A recomendação aqui, como sempre, é equilibrar as pesquisas que você faz de forma que elas não fiquem todas em um único quadrante. Por exemplo: se você nunca caminha em direção ao topo do gráfico (onde ficam os tipos de teste que normalmente são mais custosos), pode ser sinal de que você está perguntando demais e observando de menos.</p>
<p>Do bom e velho <a href="http://www.nngroup.com/articles/which-ux-research-methods/" target="_blank">Alertbox, do Nielsen</a>.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7631&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/20/diversos-tipos-de-pesquisa-com-usuarios-organizados-em-um-unico-grafico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/mecc81todos-de-pesquisa-com-usuacc81rios.png" medium="image">
			<media:title type="html">Métodos de Pesquisa com Usuários</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Monday Readings</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/19/monday-readings-14/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/19/monday-readings-14/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 23:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agatha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links]]></category>
		<category><![CDATA[Monday Readings]]></category>
		<category><![CDATA[detox]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7627</guid>
		<description><![CDATA[Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :) Monday, 20.05.13 #1 As melhores e piores lojas &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/19/monday-readings-14/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7627&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-6615 alignnone" alt="Monday_Readings" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/02/monday_readings1.png?w=660"  /></p>
<p>Mais uma edição do <em><a href="http://arquiteturadeinformacao.com/category/monday-readings/">Monday Readings</a>: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)</em></p>
<p><strong>Monday, 20.05.13</strong></p>
<h3>#1</h3>
<p><a href="http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/retailandconsumer/10063405/WH-Smith-voted-the-worst-shop-on-the-high-street.html" target="_blank">As melhores e piores lojas físicas</a><br />
Uma pesquisa realizada na Inglaterra mostrou as melhores e piores lojas de rua na opinião das pessoas. A revistaria/livraria <strong>WH Smith foi eleita a pior por ser bagunçada e cara</strong>. A Apple foi eleita a melhor pela decoração minimalista e pelo atendimento, na frente de marcas como Lush e Disney. Certamente dá pra aplicar os mesmos quesitos para muitos e-commerces por aí.</p>
<h3>#2</h3>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,abaixo-o-mundo-real-,1028883,0.htm" target="_blank">Abaixo o mundo real</a><br />
Crítica de Lúcia Guimarães sobre o mundo que Mark Zuckberg está ajudando a criar com seu Facebook e o novo Home: “<em>Na felicidade prometida pelo comportamento antissocial encorajado pelo Facebook, conversar com quem está à sua frente é uma perda de tempo. Cool é desprezar o que não é cool. O ego não pode dispensar o afago da tela. Não há nada de romântico nesta forma de escapismo. </em>”</p>
<h3>#3</h3>
<p><a href="http://www.theawl.com/2013/05/a-year-without-the-internet" target="_blank">Um ano sem Internet</a><br />
Esse artigo analisa a experiência do jornalista Paul Miller que passou um ano sem Internet. Como Paul menciona na reportagem, a maioria dos problemas não tinham nada a ver com a Internet e apenas se manifestavam de forma diferente off e online. <strong>O log out no Facebook não tornava o Paul mais real</strong>, apenas mudava a maneira com que ele se comunicava com os amigos e familiares. O senso de isolamento e alienação, muitas vezes não tem nada a ver com as redes sociais, é mais profundo, está mais relacionado ao culto ao consumismo, a isolamento da expansão urbana, entre outros.</p>
<h3>#4</h3>
<p><a href="http://www.forbes.com/sites/kashmirhill/2013/05/09/25-things-i-learned-about-bitcoin-from-living-on-it-for-a-week/" target="_blank">Vivendo com Bitcoin por uma semana</a><br />
21 coisas que uma jornalista da Forbes aprendeu ao sobreviver apenas com Bitcoin por 7 dias, como o fato dos fãs da moeda serem os novos vegetarianos, tamanho fanatismo e poder de compra.</p>
<h3>#5</h3>
<p><a href="http://bigthink.com/60-second-reads/why-we-evolved-as-meme-machines" target="_blank">Uma máquina de memes</a><br />
Post rápido no Big Think sobre porque nos tornamos uma máquina de memes: “<strong>We’re wired for fear. Sometimes something scares us or seems like a threat. We want to spread it on so other people know about this threat. </strong> All of those things are because we evolved socially. So we evolved as meme machines.”</p>
<p>E a imagem da semana é o <a href="http://lifeadvicefrommachines.tumblr.com/post/45262947330/where-do-i-go-from-here" target="_blank">conselho de uma máquina</a>:</p>
<p><img alt="" src="http://25.media.tumblr.com/35f1038d45d1769b881445908f2c606a/tumblr_mjkz8f0v5A1s51q8do1_1280.png" /></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7627&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/19/monday-readings-14/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/a1db01eb05ee3bfb7660fd9a10d1a764?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">gaitha</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/02/monday_readings1.png" medium="image">
			<media:title type="html">Monday_Readings</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://25.media.tumblr.com/35f1038d45d1769b881445908f2c606a/tumblr_mjkz8f0v5A1s51q8do1_1280.png" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Google e a granularidade do design</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/19/google-e-a-granularidade-do-design/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/19/google-e-a-granularidade-do-design/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 23:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[cards]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[glass]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[granularidade]]></category>
		<category><![CDATA[now]]></category>
		<category><![CDATA[plus]]></category>
		<category><![CDATA[responsive]]></category>
		<category><![CDATA[responsividade]]></category>
		<category><![CDATA[user experience]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7638</guid>
		<description><![CDATA[Já faz um tempo que o Google começou internamente o tal do Projeto Kennedy. Na prática, o projeto consistia em redesenhar e unificar a linguagem visual de todos os produtos da empresa, para que a experiência do usuário fosse mais &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/19/google-e-a-granularidade-do-design/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7638&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz um tempo que o Google começou internamente o tal do <strong>Projeto Kennedy</strong>. Na prática, o projeto consistia em <a href="http://www.theverge.com/2013/1/24/3904134/google-redesign-how-larry-page-engineered-beautiful-revolution" target="_blank">redesenhar e unificar a linguagem visual</a> de todos os produtos da empresa, para que a experiência do usuário fosse mais uniforme em todos os lugares/contextos/devices/interfaces em que ela acontecia.</p>
<p>Começou com o redesenho do Gmail e do Google Reader (<a href="http://8bitalliance.com/wp-content/uploads/2013/03/google-reader-will-die-this-summer-but-when-one-rss-tool-kicks-the-bucket-many-more-will-surely.jpg" target="_blank">saudade</a>), que deixaram de ter aquele azul todo e passaram a valorizar mais os espaços em branco e os tons de cinza. O vermelho também apareceu com mais força, em vários &#8220;calls-to-action&#8221; distribuídos pela interface. Depois de uma pequena pausa e de movimentações na liderança da empresa, o projeto voltou e amadureceu bastante. Em junho de 2012, quando o Google Now foi anunciado, as pessoas começaram a reparar em uma novidade nessa nova linha visual que o Google passava a adotar: os <strong>cards</strong>.</p>
<p><img class="size-full wp-image-7639 alignnone" alt="Google Now Card" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/gnow-card-traffic.png?w=660"   /></p>
<p><img class="size-full wp-image-7640 alignnone" alt="Google Now Card - Birthday" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/gnow-card-friends-birthday.png?w=660"   /></p>
<p>Os cards são simplesmente cartões, brancos, digitais, que replicam a aparência de cartões físicos reais. São extremamente clean, usam o espaço em branco com bastante inteligência, possuem uma tipografia marcante e imagens sem bordas, estouradas na altura ou largura do card. Eles contêm informações variadas: de previsão do tempo a condições de trânsito, de lembretes de aniversários dos amigos a informações sobre sua caixa de entrada de emails &#8211; e por aí vai.</p>
<p>Há alguns meses o Google começou a <a title="Como desenhar interações para o Google Glass" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/04/21/como-desenhar-interacoes-para-o-google-glass/" target="_blank">mostrar mais detalhes sobre a interface do Google Glass</a>.</p>
<p>No Google I/O, semana passada, o Google anunciou o redesign do <a href="http://plus.google.com" target="_blank">Google Plus</a>.</p>
<p>O que todos esses produtos têm em comum?</p>
<p><span id="more-7638"></span></p>
<p><img class="size-full wp-image-7644 alignnone" alt="Google Plus Card - Places" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/screen-shot-2013-05-18-at-9-18-22-pm.png?w=660"   /></p>
<p>Os <strong>cards</strong>, meu caro.</p>
<p>O Google Plus ganhou um layout mais livre, com colunas de cards que se ajustam de acordo com a largura da tela (olha a responsividade falando mais alto aí). Segundo Matias Duarte, do Google, responsável por grande parte desse trabalho de redesign, os cards foram pensados de uma forma que a tipografia e as imagens editoriais fiquem no centro da atenção.</p>
<blockquote><p>&#8220;A ideia é que cada card seja um pedaço de informação contextual, uma unidade atômica; essencialmente, uma sugestão, um alerta, um call-to-action&#8221;, diz Duarte. &#8220;No fim é questão de foco: é um espaço bastante limitado, os cards comunicam uma coisa apenas, de forma muito clara.&#8221;</p></blockquote>
<p>Eu particularmente acho os cards bem bonitos, com um balanço entre &#8220;flat&#8221; e &#8220;skeuomorphism&#8221; que nenhuma outra empresa conseguiu chegar. Nem a <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/01/nova-interface-do-windows-8-e-melhor-nos-tablets-do-que-no-pc.html" target="_blank">já-não-tão-nova interface do Windows 8</a> e nem aquilo que as <a href="http://gizmodo.com/almost-flat-the-future-of-ios-design-506487477" target="_blank">especulações mostram</a> que a interface da Apple vai se tornar.</p>
<p>Mas decisões de Design Visual à parte, os cards são consistentes.</p>
<div id="attachment_7652" class="wp-caption alignnone" style="width: 458px"><a href="https://plus.google.com/communities/113160149077207243924"><img class="size-full wp-image-7652" alt="Card com um post do Luigi Nista lá na comunidade de UX do Google Plus" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/screen-shot-2013-05-18-at-9-20-00-pm.png?w=660"   /></a><p class="wp-caption-text">Card com um post do Luigi Nista lá na <a href="https://plus.google.com/communities/113160149077207243924" target="_blank">comunidade de UX do Google Plus</a></p></div>
<p>Mesmo quando são aplicados no Google Glass (que precisa ter fundo preto, para existir transparência no visor), ainda são consistentes. E é interessante observar como a <strong>variação do contexto de uso influencia na quantidade de informação</strong> <strong>que aparece dentro do card</strong>.</p>
<p>No Glass (que é um óculos), a quantidade de informação é bem menor do que no Now (que é mobile-first), que por sua vez é menor do que no Plus (quando visto no desktop).</p>
<div id="attachment_7641" class="wp-caption alignnone" style="width: 316px"><img class="size-full wp-image-7641 " alt="Google Now Card - Weather" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/gnow-card-weather.png?w=660"   /><p class="wp-caption-text">Card de temperatura no Google Now</p></div>
<div id="attachment_7642" class="wp-caption alignnone" style="width: 318px"><img class="size-full wp-image-7642" alt="Google Glass Card - Weather" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/snp_3082143_en_v3.png?w=660"   /><p class="wp-caption-text">Card de temperatura no Google Glass</p></div>
<p><a href="http://www.newyorker.com/online/blogs/elements/2013/05/the-evolution-of-google-design.html" target="_blank">Aqui tem um artigo ótimo</a> sobre como o Google refez a essência dos seus produtos através dessa re-invenção do card. Vale a leitura.</p>
<p>Mas o que essa história toda mais me fez refletir foi a respeito da <strong>granularidade do design -</strong> não apenas como citou o designer do Google, mas também no sentido de responsividade. Muito se fala em adaptar os módulos para diferentes larguras de tela (<a title="10 dicas básicas sobre Responsive Design" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/08/10-dicas-basicas-sobre-responsive-design/" target="_blank">link</a>, <a title="Infográfico: o que é Responsive Web Design" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/01/31/infografico-o-que-e-responsive-web-design/" target="_blank">link</a>, <a title="Texto responsivo no site da 37signals" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/01/14/texto-responsivo-no-site-da-37signals/" target="_blank">link</a>, <a title="Um infográfico e vários recursos sobre Responsive Design" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2012/10/03/um-infografico-e-varios-recursos-sobre-responsive-design/" target="_blank">link</a>, <a title="5 coisas que aprendi em um projeto Mobile-First Responsive Design para o Google" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2012/07/22/5-coisas-que-aprendi-em-um-projeto-mobile-first-responsive-design-para-o-google/" target="_blank">link</a>), mas em uma empresa como o Google que começa a ampliar o conceito de &#8220;tela&#8221;, essa granularidade é muito mais importante.</p>
<p>&#8220;Ah, mas o Google é o Google&#8221;, você deve estar pensando.</p>
<p>Mas eu penso que a lição vale também para a gente, meros mortais.</p>
<p>Quando a gente ouve &#8220;responsive&#8221;, a gente logo pensa em adaptar a <strong>largura</strong>, a <strong>largura</strong>, a <strong>largura</strong>. Pois pensemos em adaptar o <strong>contexto</strong>, pensemos em adaptar a <strong>quantidade</strong>, a <strong>proporção</strong>, o <strong>texto</strong>, a <strong>função</strong>, o <strong>call-to-action</strong>, a <strong>interação</strong> (<a title="Como desenhar interações para o Google Glass" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/04/21/como-desenhar-interacoes-para-o-google-glass/" target="_blank">a navegação horizontal entre os cards do Glass</a>), o <strong>comando de voz</strong> (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=v1uyQZNg2vE" target="_blank">&#8220;ok, Glass, take a picture&#8221;</a>), o <strong>tempo presente</strong> (<a href="http://www.theverge.com/2012/10/29/3569684/google-now-android-4-2-knowledge-graph-neural-networks" target="_blank">a antecipação do futuro para o usuário do Now</a>) &#8211; e o que mais a nossa mentalidade user-centered permitir.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7638&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/19/google-e-a-granularidade-do-design/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/gnow-card-traffic.png" medium="image">
			<media:title type="html">Google Now Card</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/gnow-card-friends-birthday.png" medium="image">
			<media:title type="html">Google Now Card - Birthday</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/screen-shot-2013-05-18-at-9-18-22-pm.png" medium="image">
			<media:title type="html">Google Plus Card - Places</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/screen-shot-2013-05-18-at-9-20-00-pm.png" medium="image">
			<media:title type="html">Card com um post do Luigi Nista lá na comunidade de UX do Google Plus</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/gnow-card-weather.png" medium="image">
			<media:title type="html">Google Now Card - Weather</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/snp_3082143_en_v3.png" medium="image">
			<media:title type="html">Google Glass Card - Weather</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Uma teoria sobre beleza</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/uma-teoria-sobre-beleza/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/uma-teoria-sobre-beleza/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agatha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[darwin]]></category>
		<category><![CDATA[seleção natural]]></category>
		<category><![CDATA[seleção sexual]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7554</guid>
		<description><![CDATA[Somos apaixonados por beleza. Viajamos atrás de belas paisagens e culturas, passamos horas ouvindo músicas e filmes que nos tocam, apreciamos a estética de peças de arte e design. Pessoas gastam milhões todos os anos em produtos cosméticos e cirurgias &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/uma-teoria-sobre-beleza/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7554&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7620 alignnone" alt="Uma teoria sobre beleza" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/bp49.jpg?w=660"  /></p>
<p><strong>Somos apaixonados por beleza.</strong> Viajamos atrás de belas paisagens e culturas, passamos horas ouvindo músicas e filmes que nos tocam, apreciamos a estética de peças de arte e design. Pessoas gastam milhões todos os anos em produtos cosméticos e cirurgias para ficarem mais belos, adequando-se ao padrão de beleza vigente. Mas você é capaz de definir o que é beleza, porque ela é tão importante nas nossas vidas e porque achamos certas coisas belas e outras não?</p>
<p>“A beleza está nos olhos de quem vê.<br />
É o que mexe com você pessoalmente.<br />
Ou, como algumas pessoas &#8211; especialmente acadêmicos &#8211; preferem, a beleza está nos<strong> olhos culturalmente condicionados</strong> de quem vê.”</p>
<p>O conceito de beleza mudou e continua mudando bastante e hoje podemos dizer que beleza é individual e relativa. Não é mais relacionada àquela beleza clássica dos antigos, com a graça e harmonia que Platão pregava. Tudo e nada pode ser considerado belo hoje, e em alguns casos, pode estar menos relacionado com a forma e mais com sua mensagem e significado. Mas embora haja muitas diferenças culturais, podemos dizer que há também noções e valores estéticos universais.</p>
<p>O filósofo <a href="http://www.ted.com/speakers/denis_dutton.html" target="_blank">Denis Dutton</a> explica essa universalidade recorrendo à história evolucionária de Darwin. Enquanto a <strong>seleção natural</strong> explica a evolução da nossa anatomia e fisiologia básicas, a <strong>seleção sexual </strong>ajuda a explicar a evolução de outros atributos que em muitos casos operam contra a sobrevivência natural. O exemplo mais comum é o do rabo de pavão, que embora belo, não tem funcionalidade alguma. Nesse caso, o rabo do pavão é resultado das escolhas de acasalamento feitas pelas fêmeas, que o torna mais atrativo para elas e assim, uma melhor escolha para reprodução.</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='660' height='402' src='http://www.youtube.com/embed/PktUzdnBqWI?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>Para Dutton, “a experiência da beleza é uma das maneiras que a evolução tem de criar e manter interesse e fascinação, para nos encorajar a tomar as decisões mais adaptativas para sobrevivência e reprodução”. <strong>A beleza é o jeito da natureza de agir à distância. </strong></p>
<p>Será que, a exemplo do rabo do pavão, a beleza das interfaces ajuda de certa forma a ditar quais vão ou não perecer? Não existiria uma teoria da seleção sexual no design das interfaces, atraindo ou retraindo mais os usuários, consequentemente gerando mais ou menos lucro, o que indicaria a sobrevivência e evolução dos produtos?</p>
<p>Fato é que encontramos beleza em performances habilidosas, em coisas bem feitas. Seja uma bela canção, um quadro ou aplicativo de mobile, que além da função, também busca perfeição estética. Da mesma forma que dizem que &#8220;experiências não podem ser desenhadas&#8221; (você só desenha a INTERFACE, mas a EXPERIÊNCIA é subjetiva de quem a vive), a beleza não está apenas nos olhos de quem vê, ela <strong>está no fundo das nossas mentes</strong>.</p>
<p>*Imagem extraída do <a href="http://www.boston.com/bigpicture/2013/05/daily_life_april_2013.html" target="_blank">The Big Picture</a>.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7554&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/uma-teoria-sobre-beleza/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/a1db01eb05ee3bfb7660fd9a10d1a764?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">gaitha</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/bp49.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Uma teoria sobre beleza</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Bolos, faróis e o óculos que todo mundo quer ter</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/bolos-farois-e-o-oculos-que-todo-mundo-quer-ter/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/bolos-farois-e-o-oculos-que-todo-mundo-quer-ter/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 03:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agatha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[glass]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7594</guid>
		<description><![CDATA[O projeto Google Glass sempre me incomodou e eu nunca soube exatamente dizer o porquê. Não era apenas o fato de achar um atentado contra a privacidade alheia, um Big Brother conectado ao seu rosto, monitorando todas as suas atividades &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/bolos-farois-e-o-oculos-que-todo-mundo-quer-ter/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7594&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7617 alignnone" alt="Glass_model" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/glass_model.jpeg?w=660"  /></p>
<p>O <a title="1 ano de Google Glass. E daí?" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/1-ano-de-google-glass-e-dai/" target="_blank">projeto Google Glass</a> sempre me incomodou e eu nunca soube exatamente dizer o porquê. Não era apenas o fato de achar um atentado contra a privacidade alheia, um Big Brother conectado ao seu rosto, monitorando todas as suas atividades e interações sociais a sua volta. Era algo além.</p>
<p>Pois esse <a href="http://allthingsd.com/20130412/you-lookin-at-me-reflections-on-google-glass/" target="_blank">artigo</a> do Jan Chipchase, diretor criativo da Frog, e esse <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wadBvDPeE4E&amp;feature=youtu.be" target="_blank">vídeo</a> do físico e cientista social Nicholas A. Christakis, me deram a resposta que eu vou tentar explicar nesse post.</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='660' height='402' src='http://www.youtube.com/embed/wadBvDPeE4E?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>Christakis explica no vídeo a ciência por trás das redes sociais. <strong>Não as redes como o Facebook ou Twitter</strong>, mas aquelas redes de pessoas que existem desde que o mundo é mundo. A conexão entre familiares, amigos, colegas de trabalho etc.</p>
<p>Ao procurar entender o fenômeno da obesidade por meio de redes sociais, ele identificou certo padrão de disseminação da epidemia analisando os pontos de contatos dessas redes. <strong>Algo coletivo estava contribuindo para o aumento do peso individual.</strong> Pessoas obesas tendiam a possuir alguma ligação com outros indivíduos com obesidade, e com o passar dos anos, essa tendência ia se intensificando.</p>
<p>Observando a imagem abaixo, nota-se como houve um contágio social com o passar dos anos. Os pontos amarelos representam pessoas com obesidade, e sua presença se intensifica conforme os elos sociais desses indivíduos.</p>
<p><img alt="" src="http://s22.postimg.org/gmeo2onup/epidemia_obesidade.jpg" /></p>
<p>Fato é que desde a tendência à obesidade até o hábito de fumar e desde as nossas escolhas alimentares até as escolhas políticas, nossos desejos são afetados e determinados pelos outros ao nosso redor, pelas nossas redes sociais. No fundo, temos menos vontade própria do que achamos que temos.</p>
<blockquote><p>“<em>When people are free to do as they please, they usually imitate each other</em>” – Eric Hoffer</p></blockquote>
<p>Indivíduos são afetados por toda a rede social em que estão inseridos.</p>
<p>E se esse poder de contágio pudesse ser usado para o bem?</p>
<p><span id="more-7594"></span></p>
<p>Aí é que surge o conceito de <strong>bem público</strong>: algo que traz melhorias para o grupo e que não há exclusividade em seu consumo. Algo do qual todos podem se beneficiar.</p>
<p>O exemplo que o Christakis dá é de um <strong>bolo</strong> em comparação a um <strong>farol</strong> (daqueles que iluminam os mares).</p>
<p>O bolo é normalmente feito para o bem individual ou para o bem de um pequeno grupo. Você pode esconder o bolo e não deixar outras pessoas saberem que ele existe, ou você pode comer tudo e assim não sobra nada para ninguém. Recurso limitado, esgotável. É o bem individual.</p>
<p>Mas pense na luz que vem do farol: além de impedir que um navio ao redor não se perca ou colida, todo mundo que está em volta também consegue se beneficiar da luz que vem dele. E mais: ninguém “consome” a luz do farol. Ela está lá, pública, para quem quiser usar.</p>
<p>Da mesma maneira, <strong>existem projetos tecnológicos</strong> <strong>que trazem apenas benefícios individuais, e existem projetos tecnológicos que miram no bem público. </strong></p>
<p>Esse era o ponto que queria fazer sobre o <a title="Como desenhar interações para o Google Glass" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/04/21/como-desenhar-interacoes-para-o-google-glass/" target="_blank">Glass</a>.</p>
<p>Talvez nós poderíamos/deveríamos focar em projetos que tornam a vida das pessoas melhores &#8211; e não de apenas alguns poucos que terão dinheiro suficiente para comprá-lo quando ele for lançado. Usando a analogia anterior, empresas com o porte do Google poderia dedicar seus esforços para criar menos bolos e mais faróis.</p>
<p>Um exemplo de &#8220;projeto-farol&#8221; é o “<a href="http://senseable.mit.edu/" target="_blank">Senseable City</a>”, do MIT, que estuda as mudanças nas grandes cidades e pensa em como melhorar a vida das pessoas que vivem nelas. Um outro exemplo é o “<a href="http://senseable.mit.edu/local-warming/" target="_blank">Local warming</a>”, projetado para controlar dinamicamente o aquecimento nas cidades, aquecendo somente os ambientes onde as pessoas estão e evitando desperdícios. Ou ainda o &#8220;<a href="http://www.sarvajal.com/" target="_blank">Sarvajal</a>&#8220;, que busca levar água potável para comunidades da Índia.</p>
<p>Dados coletados dos nossos devices super tecnológicos podem ajudar nesse bem coletivo, embora não seja esse o seu principal objetivo. Mas talvez pudessem existir mais projetos que pensam em como influenciar positivamente toda a rede social em que vivemos e não apenas a mim, individualmente, a partir do momento em que eu coloco o óculos no meu rosto.</p>
<p>Grandes empresas de tecnologia tendem a pensar em devices como o Glass, que geram maior lucro e ainda criam valor para a marca. Enquanto projetos mais amplos que auxiliam uma comunidade maior tendem a ser desenvolvidos academicamente ou por start-ups.</p>
<p>Direta ou indiretamente, o nosso papel como estrategistas e designers poderia olhar um pouco mais para o outro lado da moeda: o lado do &#8220;farol&#8221; da metáfora acima. Pode parecer um pouco utópico, mas seria legal ver mais exemplos de serviços e produtos que <strong>entendam as conexões entre as pessoas</strong> e usem a tecnologia para <strong>promover melhorias coletivas</strong>. E não melhorias individuais que é preciso pagar caro para ter.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7594&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/bolos-farois-e-o-oculos-que-todo-mundo-quer-ter/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>16</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/a1db01eb05ee3bfb7660fd9a10d1a764?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">gaitha</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/glass_model.jpeg" medium="image">
			<media:title type="html">Glass_model</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://s22.postimg.org/gmeo2onup/epidemia_obesidade.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>1 ano de Google Glass. E daí?</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/1-ano-de-google-glass-e-dai/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/1-ano-de-google-glass-e-dai/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 03:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giu Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[óculos]]></category>
		<category><![CDATA[glass]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[google glass]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7590</guid>
		<description><![CDATA[O futuro imaginado pelo cinema sempre nos traz algo diferente em relação à interação. Na maioria desses &#8220;exercícios de imaginar o futuro&#8221;, controlar os sistemas por voz é sempre visto como algo natural e livre de qualquer obstáculo. Como muitos &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/1-ano-de-google-glass-e-dai/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7590&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7607 alignnone" alt="Google Glass" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/google-glass.jpg?w=660"  /></p>
<p>O futuro imaginado pelo cinema sempre nos traz algo diferente em relação à interação. Na maioria desses &#8220;exercícios de imaginar o futuro&#8221;, controlar os sistemas por voz é sempre visto como algo natural e livre de qualquer obstáculo.</p>
<p>Como muitos de vocês já leram por aí (ou <a title="Como desenhar interações para o Google Glass" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/04/21/como-desenhar-interacoes-para-o-google-glass/" target="_blank">por aqui</a>), o <a href="http://www.google.com/glass/start/" target="_blank">Google Glass</a> tem justamente essa proposta. A maioria das interações acontece por voz, e somente em alguns casos você precisa levar seu dedo indicador até a haste dos óculos para usar a interface sensível a toque.</p>
<p>O problema é que o futuro que chegou <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/05/apenas-1-em-cada-10-americanos-compraria-o-google-glass-diz-estudo.html" target="_blank">não agradou tanto quando achavam que iria agradar</a>.</p>
<p>Um <a href="http://www.theverge.com/2013/2/22/4013406/i-used-google-glass-its-the-future-with-monthly-updates" target="_blank">vídeo feito pelo The Verge</a> mostra bem como funciona o sistema e dá algumas impressões dos usuários sobre qual a sensação de utilizar o brinquedinho. Mostra coisas como setups, interação com o celular e outros aspectos do produto. Um dos melhores vídeos que vi por aí.</p>
<p>Os funcionários do Business Insider <a href="http://www.businessinsider.com/google-glass-business-insider-2013-5" target="_blank">também fizeram um vídeo</a> onde eles relatam a experiência inicial em utilizar o treco. E em um de seus artigos eles dizem, com todas as letras: <a href="http://www.businessinsider.com/nobody-really-likes-google-glass-2013-5" target="_blank">Nobody Likes Google Glass</a>.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="size-full wp-image-7609 alignnone" alt="Google Glass 2" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/google-glass-2.jpg?w=660"   /></p>
<p>Como era de se esperar, começam a surgir as piadinhas (como essa aí acima) a respeito da loucura que é incorporar o Google Glass no dia-a-dia. <a href="http://imguol.com/2013/02/22/google-glass---2222013-1361546256817_956x500.jpg" target="_blank">Várias piadas</a>. <a href="http://www.theverge.com/2013/5/5/4302244/google-glass-awkward-interactions-parodied-saturday-night-live" target="_blank">Sátira no Saturday Night Live e tudo</a>. Tem até um tumblr bizarro sobre <a href="http://whitemenwearinggoogleglass.tumblr.com/">Homens brancos usando Google Glass</a> - e talvez &#8220;bizarro&#8221; seja uma palavra bem apropriada nesse caso.</p>
<p><span id="more-7590"></span></p>
<p>Essas piadas se dão pelo fato de você se tornar um cyborg alienígena usando um treco estranho no rosto enquanto fala sozinho pela rua ou olha para o canto superior direito do seu campo de visão, mesmo estando de frente para outra pessoa. Só isso.</p>
<p>Muitas <a href="http://3.bp.blogspot.com/-hEoRmTi4_aI/UYVZ3Q-f7zI/AAAAAAAAGCY/0dIvl2yqS0I/s1600/GoogleGlassCartoon.jpg" target="_blank">piadas</a>, muitas coisas estranhas rolando pela <a href="http://www.seebernetic.com/wp-content/uploads/2013/04/joke.jpg" target="_blank">rede</a>, mas vamos lembrar que alguém projetou essa coisa. E se você olhar <a href="http://www.google.com/glass/start/" target="_blank">no site oficial deles</a> você vai ver que o projeto é realmente lindo.</p>
<p>Eu, pessoalmente, acredito que ainda não acertaram a mão, apesar das belíssimas imagens da interface do produto que circulam por aí.</p>
<div id="attachment_7610" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-7610" alt="Navegação via Google Glass" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/navigation.jpg?w=660"   /><p class="wp-caption-text">Navegação via Google Glass</p></div>
<div id="attachment_7611" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-7611" alt="Integração com o Google Now" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/now.jpg?w=660"   /><p class="wp-caption-text">Integração com o Google Now</p></div>
<div id="attachment_7612" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-7612" alt="Ok, Glass, tire uma foto" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/photo.jpg?w=660"   /><p class="wp-caption-text">Ok, Glass, tire uma foto</p></div>
<div id="attachment_7613" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-7613" alt="Integração com o Google Translate" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/translate-after.jpg?w=660"   /><p class="wp-caption-text">Integração com o Google Translate</p></div>
<p>Opiniões e piadas à parte, para fechar de maneira positiva segue um vídeo do pai da criança apresentando a ideia no TED:</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='660' height='402' src='http://www.youtube.com/embed/rie-hPVJ7Sw?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>Se gostou, levanta a cabeça, arrasta o dedo e dá um piscadinha.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7590&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/16/1-ano-de-google-glass-e-dai/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://2.gravatar.com/avatar/bd893e3651e8d064037be4165014fba3?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F2.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">giuvicente</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/google-glass.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Google Glass</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/google-glass-2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Google Glass 2</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/navigation.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Navegação via Google Glass</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/now.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Integração com o Google Now</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/photo.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Ok, Glass, tire uma foto</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/translate-after.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Integração com o Google Translate</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O usuário está bêbado</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/14/o-usuario-esta-bebado/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/14/o-usuario-esta-bebado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:33:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7534</guid>
		<description><![CDATA[A quantidade de coisas vergonhosas que são enviadas por usuários bêbados no chat do Facebook quer dizer uma coisa: que a interface do chat é tão boa, que até quem está bêbado consegue usar. Essa é a proposta do Will &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/14/o-usuario-esta-bebado/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7534&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Usuário Bêbado" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/usuacc81rio-becc82bado.png?w=324&#038;h=354" width="324" height="354" /></p>
<p>A quantidade de coisas vergonhosas que são enviadas por usuários bêbados no chat do Facebook quer dizer uma coisa: que a interface do chat é tão boa, que até quem está bêbado consegue usar.</p>
<p>Essa é a proposta do Will Dayble no vídeo abaixo.</p>
<p><strong>Desenhe sua interface para usuários que estão bêbados.</strong></p>
<p>Sabe como você lida com um amigo que bebeu mais do que deveria na balada? Você pacientemente acompanha o seu amigo até a saída. Você fala: &#8220;agora pegue sua comanda&#8221;. &#8220;Agora pegue seu cartão e pague&#8221;. &#8220;Agora venha aqui pra fora&#8221;. &#8220;Agora entre no taxi&#8221;. E por aí vai.</p>
<p><span id="more-7534"></span></p>
<p>Dá o play:</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='660' height='402' src='http://www.youtube.com/embed/r2CbbBLVaPk?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>Abaixo alguns sintomas da &#8220;embriaguez&#8221; que ele descreve no vídeo e como se precaver nesses casos:</p>
<ul>
<li>Sua interface precisa funcionar mesmo com visão embaçada &#8211; a hierarquia de informação e a clareza dos calls-to-action precisam funcionar mesmo assim.</li>
<li>Usuários bêbados têm a atenção reduzida e você precisa guiá-los passo a passo pelo processo.</li>
<li>Na dúvida, diga tudo sempre duas vezes: 1. &#8220;você vai deletar os itens&#8221; e 2. &#8220;parabéns, você acabou de deletar os itens&#8221;.</li>
<li>Bêbados oscilam entre alegria extrema e depressão em poucos segundos, e você precisa tomar cuidado para não frustrá-los.</li>
<li>Bêbado, mas não burro &#8211; não minta para os seus usuários.</li>
</ul>
<p>E como ele diz logo no começo do vídeo: &#8220;Boa UI é como um casal apaixonado, que fala um com o outro sem precisar falar.&#8221;</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7534&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/14/o-usuario-esta-bebado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/usuacc81rio-becc82bado.png" medium="image">
			<media:title type="html">Usuário Bêbado</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Estatísticas sobre a guerra dos navegadores ao redor do mundo</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/14/estatisticas-sobre-a-guerra-dos-navegadores-ao-redor-do-mundo/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/14/estatisticas-sobre-a-guerra-dos-navegadores-ao-redor-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas e estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[chrome]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[firefox]]></category>
		<category><![CDATA[ie]]></category>
		<category><![CDATA[navegadores]]></category>
		<category><![CDATA[safari]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=6995</guid>
		<description><![CDATA[Faz tempo que você não se informa sobre o market share de cada um dos navegadores web? Esse post é para te ajudar a ter um panorama rápido de como anda a disputa nos principais mercados do mundo. Dados fresquinhos, &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/14/estatisticas-sobre-a-guerra-dos-navegadores-ao-redor-do-mundo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=6995&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que você não se informa sobre o market share de cada um dos navegadores web? Esse post é para te ajudar a ter um panorama rápido de como anda a disputa nos principais mercados do mundo.</p>
<p>Dados fresquinhos, de 2013.</p>
<p><img class="size-full wp-image-6996 alignnone" alt="Browser-usage-worldwide-february-2013" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-usage-worldwide-february-2013.jpg?w=660"  /></p>
<p><img class="size-full wp-image-6997 alignnone" alt="Browser-usage-world-wide-2011-2013" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-usage-world-wide-2011-2013.jpg?w=660"  /></p>
<p><img class="size-full wp-image-6998 alignnone" alt="Browser-version-ww-top-10" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-version-ww-top-10.jpg?w=660"  /></p>
<p><img class="size-full wp-image-6999 alignnone" alt="Browser-usage-north-america-2013" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-usage-north-america-2013.jpg?w=660"  /></p>
<p><img class="size-full wp-image-7000 alignnone" alt="Browser-version-north-america-top-10" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-version-north-america-top-10.jpg?w=660"  /></p>
<p><img class="size-full wp-image-7001 alignnone" alt="Browser-usage-south-america-2013" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-usage-south-america-2013.jpg?w=660"  /></p>
<p><img class="size-full wp-image-7002 alignnone" alt="Browser-version-south-america-top-10" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-version-south-america-top-10.jpg?w=660"  /></p>
<p><a href="http://royal.pingdom.com/2013/03/21/browser-wars-2013/" target="_blank">via</a></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=6995&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/14/estatisticas-sobre-a-guerra-dos-navegadores-ao-redor-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-usage-worldwide-february-2013.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Browser-usage-worldwide-february-2013</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-usage-world-wide-2011-2013.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Browser-usage-world-wide-2011-2013</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-version-ww-top-10.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Browser-version-ww-top-10</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-usage-north-america-2013.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Browser-usage-north-america-2013</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-version-north-america-top-10.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Browser-version-north-america-top-10</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-usage-south-america-2013.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Browser-usage-south-america-2013</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/03/browser-version-south-america-top-10.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Browser-version-south-america-top-10</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Framer: protótipos para dispositivos móveis com um framework em javascript</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/framer-prototipos-para-dispositivos-moveis-com-um-framework-em-javascript/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/framer-prototipos-para-dispositivos-moveis-com-um-framework-em-javascript/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 01:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[protótipo]]></category>
		<category><![CDATA[wireframe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=6369</guid>
		<description><![CDATA[Framer is a modern prototyping tool. It can help you to quickly build and test complex interactions and rich animations for both desktop and mobile. É assim que o Framer se apresenta em seu site. Hoje em dia fala-se muito &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/framer-prototipos-para-dispositivos-moveis-com-um-framework-em-javascript/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=6369&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-6370 alignnone" alt="FramerJS" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/02/framerjs.png?w=660"  /></p>
<blockquote><p>Framer is a modern prototyping tool. It can help you to quickly build and test complex interactions and rich animations for both desktop and mobile.</p></blockquote>
<p>É assim que o <a href="http://www.framerjs.com/" target="_blank">Framer</a> se apresenta em seu site. Hoje em dia fala-se muito em &#8220;<a title="O começo do fim dos wireframes" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2012/10/29/o-comeco-do-fim-dos-wireframes/" target="_blank">design in the browser</a>&#8221; e essa é uma boa ferramenta para isso.</p>
<p>O Framer tenta facilitar a vida dos designers que sabem um mínimo sobre html, javascript, css e jquery, criando um framework leve e funcional para simular como uma interface deve funcionar &#8211; tanto em um dispositivo móvel quanto em um navegador desktop.</p>
<p>Link: <a href="http://www.framerjs.com/" target="_blank">Framer.js &gt;</a></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=6369&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/framer-prototipos-para-dispositivos-moveis-com-um-framework-em-javascript/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/02/framerjs.png" medium="image">
			<media:title type="html">FramerJS</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Não pergunte ao usuário, pergunte ao seu dispositivo</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/nao-pergunte-ao-usuario-pergunte-ao-seu-dispositivo/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/nao-pergunte-ao-usuario-pergunte-ao-seu-dispositivo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 01:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=6471</guid>
		<description><![CDATA[Você já deve ter usado algum site em seu celular que pede acesso à sua localização atual. O Google Maps é um exemplo disso. Ao invés de ter que preencher um formulário dizendo em qual endereço você está, é muito &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/nao-pergunte-ao-usuario-pergunte-ao-seu-dispositivo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=6471&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-6472 alignnone" alt="Access your location" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/02/access_your_location.jpeg?w=660"   /></p>
<p>Você já deve ter usado algum site em seu celular que pede acesso à sua localização atual. O Google Maps é um exemplo disso. Ao invés de ter que preencher um formulário dizendo em qual endereço você está, é muito mais fácil pedir acesso ao GPS do smartphone e descobrir automaticamente qual é a localização da pessoa.</p>
<p>Com o aumento do acesso de dispositivos móveis a páginas web, <strong>pedir que o usuário preencha manualmente essas informações começa a perder o sentido</strong>. Os principais exemplos:</p>
<ul>
<li>Localização atual</li>
<li>País ou região</li>
<li>Fuso horário</li>
</ul>
<p>É claro que existem prós e contras em coletar essas informações automaticamente, como em toda decisão de design. Claro, evitar que o usuário preencha manualmente essas informações traz uma nítida melhoria na experiência (menos tempo perdido respondendo a essas perguntas), mas pode ter outras implicações indiretas.</p>
<p>Adivinhar o país do usuário pode pular um passo e levá-lo direto ao país correto, mas será que isso pode dar a sensação de invasão de privacidade?</p>
<p>Ou ainda: as pessoas usam esse site enquanto estão viajando?</p>
<p><span id="more-6471"></span></p>
<p>O mais certeiro, na hora de responder a essas perguntas, é investigar com usuários reais. Coletar essas informações do dispositivo realmente ajuda na experiência do usuário? Ele se sente seguro em ter essas informações coletadas automaticamente? Remover elementos da tela também é uma decisão de design e, como tal, deve ser testada antes de ser implementada.</p>
<p><a href="http://uxdesign.smashingmagazine.com/2013/02/04/remove-interface-elements/" target="_blank">Esse artigo da Smashing Magazine</a> dá mais detalhes sobre como essas informações podem ser solicitadas, do ponto de vista técnico, e mostra estudos de caso de sites que fazem isso de forma otimizada (ou não tão otimizada assim).</p>
<p>Os usuários agradecem.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=6471&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/nao-pergunte-ao-usuario-pergunte-ao-seu-dispositivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/02/access_your_location.jpeg" medium="image">
			<media:title type="html">Access your location</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>UX is where we start</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/ux-is-where-we-start/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/ux-is-where-we-start/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 01:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado e carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[r/ga]]></category>
		<category><![CDATA[user experience]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7563</guid>
		<description><![CDATA[Bob Greenberg (o &#8220;RG&#8221; da R/GA) e Nick Law (Global Chief Creative Officer), falando sobre por que a palavra &#8220;advertising&#8221; não serve muito para descrever o que a agência faz, e sobre como a R/GA inicia o seu processo criativo &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/ux-is-where-we-start/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7563&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7565 alignnone" alt="Bob Greenberg" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/bob-greenberg.png?w=660"  /></p>
<p>Bob Greenberg (o &#8220;RG&#8221; da <a href="http://rga.com" target="_blank">R/GA</a>) e Nick Law (Global Chief Creative Officer), falando sobre por que a palavra &#8220;advertising&#8221; não serve muito para descrever o que a agência faz, e sobre como a R/GA inicia o seu processo criativo pela experiência do usuário (UX).</p>
<p>Dá para ativar Closed Caption no player:</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='660' height='402' src='http://www.youtube.com/embed/YsIHQkeZy1Q?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>O vídeo acima foi gravado após a <a href="http://finance.yahoo.com/news/one-show-interactive-announces-2013-010000184.html" target="_blank">R/GA ser nomeada Interactive Agency of the Year no One Show 2013</a>, além de ter recebido 15 outros prêmios no festival.</p>
<p><span id="more-7563"></span></p>
<blockquote><p>&#8220;Nós começamos há muito tempo o nosso departamento de Design de Interação, ou &#8216;ID&#8217;, ou &#8216;Arquitetura de Informação&#8217; para criar uma visão muito sistemática para a IBM [um dos antigos clientes da agência]. User Experience é realmente o nosso ponto de partida, e está fortemente ligada ao nosso grupo de Consultoria &#8211; que olha para a marca, que olha para o produto, que olha para transformação de negócios. A área evoluiu muito ao longo do tempo. Era tudo muito esquemático/cartesiano. Agora todos estão habituados a trabalharem em whiteboards e a se moverem muito mais rápido. O que acaba se amarrando a uma nova metodologia e oferta que criamos, o nosso &#8216;prototype studio&#8217; &#8211; que é muito conectado à Experiência do Usuário e que mostra como as coisas vão funcionar no mundo real.&#8221;</p></blockquote>
<p>Interessou? fabricio.teixeira@rga.com</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7563&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/13/ux-is-where-we-start/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/bob-greenberg.png" medium="image">
			<media:title type="html">Bob Greenberg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>User experience design não existe</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/user-experience-design-nao-existe/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/user-experience-design-nao-existe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 00:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=4896</guid>
		<description><![CDATA[Pode ser só mais um vídeo de um cara falando uma porção de coisas sobre UXD, Design de Interação ou simplicidade. Tem 30 minutos de duração &#8211; o que me deixou meio desacreditado de assistir até o fim. Mas tem &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/user-experience-design-nao-existe/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=4896&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pode ser só mais um vídeo de um cara falando uma porção de coisas sobre UXD, Design de Interação ou simplicidade. Tem 30 minutos de duração &#8211; o que me deixou meio desacreditado de assistir até o fim. Mas tem uma frase que ele fala logo no começo que me deixou pensando os outros vinte e tantos minutos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Uma grande parte do nosso trabalho é saber se adaptar a mudanças. Reavaliar. Adaptar.&#8221;</p></blockquote>
<p>Então aí vai.</p>
<p>Ótimos exemplos e umas boas risadas:</p>
<div class="embed-vimeo"><iframe src="http://player.vimeo.com/video/44191790" width="640" height="360" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></div>
<p><em>Leia também: <a title="UX Design não é uma profissão" href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/04/07/ux-design-nao-e-uma-profissao/">UX Design não é uma profissão</a></em></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=4896&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/user-experience-design-nao-existe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Homens e mulheres usam aplicativos mobile de forma diferente?</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/homens-e-mulheres-usam-aplicativos-mobile-de-forma-diferente/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/homens-e-mulheres-usam-aplicativos-mobile-de-forma-diferente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 00:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas e estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7202</guid>
		<description><![CDATA[Resultado de uma pesquisa recente publicada na Wired. Os aplicativos mais populares na App Store tendem a uma divisão 50/50 de gênero. Esses aplicativos estão disponíveis em várias plataforams, constatemente figurando entre as listas de apps mais populares, e são &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/homens-e-mulheres-usam-aplicativos-mobile-de-forma-diferente/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7202&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-7203 alignnone" alt="Mulher usando o celular" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/04/mulher-usando-o-celular.jpg?w=660"   /></p>
<p>Resultado de uma pesquisa recente <a href="http://www.wired.com/gadgetlab/2013/04/men-women-app-usage/" target="_blank">publicada na Wired</a>.</p>
<ul>
<li>Os aplicativos mais populares na App Store tendem a uma divisão 50/50 de gênero. Esses aplicativos estão disponíveis em várias plataforams, constatemente figurando entre as listas de apps mais populares, e são aqueles que você pensa a respeito assim que você ouve a palavra &#8220;app&#8221;. Flipboard, Foursquare, OpenTable, Foodspotting etc. O Foursquare foi o único que disse que as mulheres estão começando a baixar mais do os homens.</li>
<li>Um pouco do que já era esperado: homens tendem a baixar mais aplicativos de esportes e automotivos. Mulheres baixam mais aplicativos de catálogo de produtos (Catalog Spree tem 73% de usuários do sexo feminino). Mas na hora de comprar os produtos, a coisa praticamente se iguala: homens têm 2% a mais de probabilidade de comprar produtos através de mobile apps do que as mulheres.</li>
<li>Aplicativos de pagamento como o Venmo são usados mais por homens (60%) do que por mulheres.</li>
<li>Nos aplicativos de gaming, os homens dominam o ambiente do MMORPG (mas isso também acontece fora do universo mobile). Segundo a Storm8 (a 6ª empresa mais lucrativa de mobile apps em 2012), jogos têm uma base de usuários formada por 75% de homens.</li>
<li>Mas isso não significa que as mulheres não estejam jogando. 80% dos downloads de puzzles como Bubble Mania ou Jewel são feito por mulheres.</li>
<li>Quanto aos livros, as mulheres tendem a baixar e ler mais que os homens. Os homens preferem revistas digitais de finanças, negócios e notícias.</li>
<li>Aí vêm os apps de namoro. HowAboutWe e OKCupid têm 56% e 55% de homens, respectivamente. Mas as mulheres fazem login nesses apps com frequência 20% maior do que os homens.</li>
<li>Apps de fotografia têm mais usuários homens em iOS e mais usuárias mulheres em Android. Os outros tipos de app não mencionados na lista acima têm uma base equilibrada entre homens e mulheres.</li>
</ul>
<p>Como a própria reportagem conclui&#8230;</p>
<p><strong>O que isso significa? Nada. </strong></p>
<p>Homens e mulheres não usam aplicativos mobile de forma muito diferente.</p>
<p>Aliás, o comportamento de homens e mulheres no universo mobile apps só replica o comportamento que já existe em outros meios (web, TV, revistas etc.).</p>
<p>Fim.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7202&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/homens-e-mulheres-usam-aplicativos-mobile-de-forma-diferente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1d018b905cab5db2e92e845e5f224fdf?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Fabricio Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/04/mulher-usando-o-celular.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Mulher usando o celular</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Monday Readings</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/monday-readings-13/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/monday-readings-13/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 00:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agatha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links]]></category>
		<category><![CDATA[Monday Readings]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[sms]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7551</guid>
		<description><![CDATA[Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :) Monday, 13.05.13 #1 Aplicativos são nossa janela para &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/monday-readings-13/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7551&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-6615 alignnone" alt="Monday_Readings" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/02/monday_readings1.png?w=660"  /></p>
<p>Mais uma edição do <em><a href="http://arquiteturadeinformacao.com/category/monday-readings/">Monday Readings</a>: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)</em></p>
<p><strong>Monday, 13.05.13</strong></p>
<h3>#1</h3>
<p><a href="http://www.wired.com/magazine/2013/04/app/" target="_blank">Aplicativos são nossa janela para o mundo</a><br />
Quando alguma coisa de interessante acontece na nossas vidas, compartilhamos em algum aplicativo. Kilometros percorridos, livros lidos, trânsito nas ruas. Os aplicativos permitem que a gente compartilhe com milhares de estranhos experiências diárias. “<em><strong>It’s not just that apps are everywhere; they are modern culture itself.</strong></em>”</p>
<h3>#2</h3>
<p><a href="http://www.ft.com/intl/cms/s/2/5bf712b4-b281-11e2-a388-00144feabdc0.html#axzz2SA38f9dj" target="_blank">Anonimato virtual virando coisa do passado</a><br />
A dificuldade de verificar a identidade real das pessoas na Internet sempre foi uma constante do meio. Mas o site Airbnb parece estar dando um passo para tornar isso coisa do passado com um sistema que irá identificar a veracidade dos dados dos seus 4 milhões de usuários.</p>
<h3>#3</h3>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JvQcabZ1zrk&amp;feature=youtu.be" target="_blank">Um tour pelo novo Facebook</a><br />
Vídeo paródia sobre os frequentes updates do Facebook na vida real.</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='660' height='402' src='http://www.youtube.com/embed/JvQcabZ1zrk?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<h3>#4</h3>
<p><a href="http://gigaom.com/2013/04/29/chat-apps-have-overtaken-sms-by-message-volume/" target="_blank">Aplicativos de chat vs SMS</a><br />
Em 2012 mais mensagens foram enviadas via aplicativos de chat como o Whatsapp do que mensagem via SMS (19 bi vs 17,6 bi). Além disso, um usuário de app envia uma média de 32,6 mensagens ao dia, ao passo que um usuário de SMS envia em média 5 mensagens. SMS ainda é a plataforma padrão já que qualquer celular pode enviar/receber, mas não dá para negar que esses aplicativos de chat já são uma realidade.</p>
<h3>#5</h3>
<p><a href="http://ideas.time.com/2013/05/09/the-top-10-things-my-generation-likes/" target="_blank">10 coisas que a minha geração curte</a><br />
A minha geração conectada ama imagens e vídeos. Artigos com imagens grandes são as mais compartilhadas e posts com vídeos também vão melhor do que os que têm apenas texto. Isso porque, no bombardeio de informações a que estamos sujeitos diariamente, os meios visuais são mais rápidos de consumir.</p>
<p>E a <a href="http://www.brainpickings.org/index.php/2013/05/07/the-designer-says/" target="_blank">citação</a> da semana para inspirar:</p>
<p><img alt="" src="http://www.brainpickings.org/wp-content/uploads/2013/05/thedesignersays3.jpg" /></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7551&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/12/monday-readings-13/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/a1db01eb05ee3bfb7660fd9a10d1a764?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">gaitha</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/02/monday_readings1.png" medium="image">
			<media:title type="html">Monday_Readings</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.brainpickings.org/wp-content/uploads/2013/05/thedesignersays3.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Receita para cozinhar boas experiências do usuário</title>
		<link>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/09/receita-para-cozinhar-boas-experiencias-do-usuario/</link>
		<comments>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/09/receita-para-cozinhar-boas-experiencias-do-usuario/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 May 2013 01:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giu Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Bureaucracy]]></category>
		<category><![CDATA[Contra-cultura]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturadeinformacao.com/?p=7479</guid>
		<description><![CDATA[Em torno de um tema polêmico &#8211; e Oliver Reichenstein sabe fazer isso &#8211; voltamos ao tema de entregáveis, metodologia e processos. Bureaucracy - Working with paper, scissors and glue to produce digital interfaces, creating cellulose mountains that no one would ever &#8230; <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/09/receita-para-cozinhar-boas-experiencias-do-usuario/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7479&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cloudfront6.ia.net/wp-content/uploads/2010/09/IA-on-iA_1-0_ORN.pdf" target="_blank"><img class="size-full wp-image-7518 alignnone" alt="iA" src="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/ia1.png?w=660"   /></a></p>
<p>Em torno de um tema polêmico &#8211; e <a href="https://twitter.com/iA">Oliver Reichenstein</a> sabe fazer isso &#8211; voltamos ao tema de entregáveis, metodologia e processos.</p>
<blockquote><p><em>Bureaucracy</em> - Working with paper, scissors and glue to produce digital interfaces, creating cellulose mountains that no one would ever want to even look at.</p></blockquote>
<p>A agencia <a href="http://ia.net/">iA &#8211; Information Architects</a> se coloca no mercado com &#8220;foco na essência&#8221;, seja lá o que isso quer dizer. Nesta apresentação eles levantam alguns temas &#8220;contra-cultura-ux&#8221;. Ok, não é tão pesado assim, mas vale a leitura. É rapidinho.</p>
<p>Link: <a href="http://cloudfront6.ia.net/wp-content/uploads/2010/09/IA-on-iA_1-0_ORN.pdf">http://cloudfront6.ia.net/wp-content/uploads/2010/09/IA-on-iA_1-0_ORN.pdf</a></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturadeinformacao.com&#038;blog=509159&#038;post=7479&#038;subd=julianaconstantino&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturadeinformacao.com/2013/05/09/receita-para-cozinhar-boas-experiencias-do-usuario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://2.gravatar.com/avatar/bd893e3651e8d064037be4165014fba3?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F2.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">giuvicente</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://julianaconstantino.files.wordpress.com/2013/05/ia1.png" medium="image">
			<media:title type="html">iA</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
