
Então Brad Frost foi lá e fez.
Desde que começou-se a falar em Responsive Design, muita gente tem se perguntado (e me perguntado) como fica a documentação e a entrega das telas de determinado produto. Já falamos sobre isso aqui no blog, e também como Designers e Desenvolvedores têm se aproximado cada vez mais para fazer isso acontecer.
Até alguns anos atrás era muito comum que em um projeto fossem desenvolvidos wireframes, layouts e depois mockups clicáveis de uma determinada interface. Um processo de trabalho em cascata, onde cada entrega é validada com o cliente para que a etapa seguinte se inicie. Essa é uma forma segura de garantir que o visual designer só começará a trabalhar quando o wireframe tiver sido aprovado pelo cliente e pelo restante do time, evitando horas desperdiçadas em refação.
Acontece que no exemplo citado acima, o time acaba desenvolvendo 3 protótipos sequenciais. O wireframe nada mais é do que um protótipo, uma simulação de como a interface deve funcionar. O layout em jpg também é um protótipo, uma segunda simulação da mesma interface. E quando o UX utiliza uma ferramenta de criação de layouts clicáveis ou wireframes clicáveis, ele acaba criando um terceiro protótipo da mesma tela.
Então Brad Frost foi lá e fez.
E usando uma metáfora bastante conhecida da gente: átomos, moléculas, organismos, templates e páginas.






