Imagine o iPhone como sendo um Chihuahua. O iPad como sendo um Beagle.
Apesar da (um tanto bizarra) metáfora entre cachorros e resoluções de tela usada no infográfico abaixo, alguns dados interessantes e atualizados:

Imagine o iPhone como sendo um Chihuahua. O iPad como sendo um Beagle.
Apesar da (um tanto bizarra) metáfora entre cachorros e resoluções de tela usada no infográfico abaixo, alguns dados interessantes e atualizados:

Já faz um tempo que o Google começou internamente o tal do Projeto Kennedy. Na prática, o projeto consistia em redesenhar e unificar a linguagem visual de todos os produtos da empresa, para que a experiência do usuário fosse mais uniforme em todos os lugares/contextos/devices/interfaces em que ela acontecia.
Começou com o redesenho do Gmail e do Google Reader (saudade), que deixaram de ter aquele azul todo e passaram a valorizar mais os espaços em branco e os tons de cinza. O vermelho também apareceu com mais força, em vários “calls-to-action” distribuídos pela interface. Depois de uma pequena pausa e de movimentações na liderança da empresa, o projeto voltou e amadureceu bastante. Em junho de 2012, quando o Google Now foi anunciado, as pessoas começaram a reparar em uma novidade nessa nova linha visual que o Google passava a adotar: os cards.


Os cards são simplesmente cartões, brancos, digitais, que replicam a aparência de cartões físicos reais. São extremamente clean, usam o espaço em branco com bastante inteligência, possuem uma tipografia marcante e imagens sem bordas, estouradas na altura ou largura do card. Eles contêm informações variadas: de previsão do tempo a condições de trânsito, de lembretes de aniversários dos amigos a informações sobre sua caixa de entrada de emails – e por aí vai.
Há alguns meses o Google começou a mostrar mais detalhes sobre a interface do Google Glass.
No Google I/O, semana passada, o Google anunciou o redesign do Google Plus.
O que todos esses produtos têm em comum?

Framer is a modern prototyping tool. It can help you to quickly build and test complex interactions and rich animations for both desktop and mobile.
É assim que o Framer se apresenta em seu site. Hoje em dia fala-se muito em “design in the browser” e essa é uma boa ferramenta para isso.
O Framer tenta facilitar a vida dos designers que sabem um mínimo sobre html, javascript, css e jquery, criando um framework leve e funcional para simular como uma interface deve funcionar – tanto em um dispositivo móvel quanto em um navegador desktop.
Link: Framer.js >

Você já deve ter usado algum site em seu celular que pede acesso à sua localização atual. O Google Maps é um exemplo disso. Ao invés de ter que preencher um formulário dizendo em qual endereço você está, é muito mais fácil pedir acesso ao GPS do smartphone e descobrir automaticamente qual é a localização da pessoa.
Com o aumento do acesso de dispositivos móveis a páginas web, pedir que o usuário preencha manualmente essas informações começa a perder o sentido. Os principais exemplos:
É claro que existem prós e contras em coletar essas informações automaticamente, como em toda decisão de design. Claro, evitar que o usuário preencha manualmente essas informações traz uma nítida melhoria na experiência (menos tempo perdido respondendo a essas perguntas), mas pode ter outras implicações indiretas.
Adivinhar o país do usuário pode pular um passo e levá-lo direto ao país correto, mas será que isso pode dar a sensação de invasão de privacidade?
Ou ainda: as pessoas usam esse site enquanto estão viajando?

Resultado de uma pesquisa recente publicada na Wired.
Como a própria reportagem conclui…
O que isso significa? Nada.
Homens e mulheres não usam aplicativos mobile de forma muito diferente.
Aliás, o comportamento de homens e mulheres no universo mobile apps só replica o comportamento que já existe em outros meios (web, TV, revistas etc.).
Fim.
Duas tabelas legais extraídas desse artigo da Mailchimp sobre as fabricantes de celulares e o market share de cada uma nos últimos anos.
Tabela 1: Fabricantes de smartphones e sua distribuição no terceiro trimestre de 2011 e 2010.

Reparem no crescimento estrondoso da Samsung nesses últimos tempos.
Tiradas desse post aqui da Smashing Magazine.
Leia também:
Structured Content First: repensando o conteúdo antes de começar o design
O site é todo Responsive, seria um desperdício que os emails não fossem
5 coisas que aprendi em um projeto Mobile-First Responsive Design para o Google