Google: are you ready to go mobile?

Ready to Go Mobile?

How to Go Mo é uma iniciativa do Google para facilitar o acesso de empresas à criação de websites compatíveis com dispositivos móveis.

O site apresenta algumas estatísticas sobre mobile devices e permite que você teste como o site de sua empresa abre em um celular – além de te colocar em contato com desenvolvedores especializados na criacão de sites para esses dispositivos.

Alguns dados interessantes que consegui garimpar lá:

  • 60% dos consumidores esperam que um site mobile abra em 3 segundos ou menos.
  • 78% vão tentar acessar um site mobile duas vezes ou menos caso ele não abra de primeira.
  • 57% dos consumidores não recomendariam uma empresa que tem um site mobile ruim.
  • 65% leram reviews de produtos no celular.
  • 81% preferem sites mobile a aplicativos na hora de pesquisar preços.

Tweets de 1 a 22 de novembro

Links do urso no twitter @blogdeai para quem perdeu:

E caso ainda não o tenha feito:

O que é Service Design?

“Quando você tem duas cafeterias, uma ao lado da outra, e elas vendem exatamente o mesmo café, exatamente ao mesmo preço, Design de Serviços é o que faz você entrar em uma e não na outra.”

O que é o Service Design?

Segundo a Wikipedia:

“Design de Serviços é a atividade de planejar e organizar pessoas, infraestrutura, comunicação e componentes materiais de um serviço de forma a melhorar sua qualidade e a interação entre a empresa provedora do serviço e os consumidores.”

Essencialmente, o Service Design tenta responder a algumas perguntas básicas que dizem respeito à experiência das pessoas ao interagirem com determinado serviço.

  • Como deve ser a experiência do consumidor ao usar este serviço?
  • Como deve ser a experiência do funcionário ao prestar este serviço?
  • Como uma empresa se mantém fiel à sua missão e se mantém relevante para o consumidor, ao mesmo tempo?

Utilizando metodologias do Design, o Service Design trabalha para entender o perfil dos consumidores, seus desejos e suas necessidades a fim de garantir que determinado serviço seja competitivo para o mercado e relevante para quem o usa.

Mas por que o termo veio à tona?

Talvez algumas pessoas não concordem que o termo tenha “vindo à tona”, já que o Design de Serviços existe desde que… os serviços existem.

Mas os serviços têm mudado bastante nos últimos anos, assim como a expectativa das pessoas em relação a eles. A tecnologia tem permitido que os consumidores interajam com as marcas de formas completamente novas.

Vamos pegar o mercado automotivo, por exemplo. Pessoas buscando por concessionárias no Google, ferramentas online de customização de carros, aplicativos de celular onde você cuida e organiza a manutenção do seu automóvel, computadores de bordo dentro dos veículos que monitoram sua performance no volante – nada disso existia há dez anos, vinte, ou sabe-se lá quando o Design de Serviços oficialmente começou a existir. E tudo isso faz parte do serviço de vendas de carros prestado por uma montadora e sua rede de concessionárias.

Com a evolução da tecnologia nos últimos anos e com a existência de serviços cada vez mais “digitais”, as empresas prestadoras de serviços perceberam que deveriam começar a abraçar a tecnologia caso não quisessem ser passadas para trás. E nesse sentido, o Service Design começou a esbarrar na área de atuação do User Experience Design e do Interaction Design.

E qual a diferença entre Service Design e User Experience Design?

O Design de Serviços (Service Design), por definição, estuda as interações entre todas as pessoas envolvidas no serviço, e não apenas o consumidor. Além disso, cuida dos processos, dos espaços, dos dispositivos onde esse serviço acontece e da experiência que a empresa deseja que os usuários tenham. O designer de serviços é o profissional que cuida disso tudo ao mesmo tempo, em tempo real, identificando os pontos falhos e sugerindo melhorias para eles.

Já o Design da Experiência do Usuário (UX Design) não necessariamente conta com todos esses fatores, por ficar mais focado no Usuário (o U do UX).

Se você é um UX designer mas acaba pensando em todo o sistema e em todos os aspectos do ecossistema onde vive o serviço, você poderia também ser chamado de service designer. É aquela velha história de que talvez esteja na hora de tirar o U do UX Design. Mas uma das grandes diferenças para o Service Design é que lá você não precisa necessariamente construir a solução ou executá-la.

Vale a pena destacar também algumas semelhanças entre as duas áreas:

  • Serviços são desenhados pensando no consumidor que os utilizam. Claro, o Service Design procura atender muitos outros stakeholders, mas somente entendendo o que o consumidor precisa os designers conseguirão criar um serviço verdadeiramente fácil de usar e mais propenso ao sucesso. É nesse sentido que os profissionais de UX podem contribuir para o Design de Serviços, já que tentar entender o consumidor é algo que fazemos no nosso dia-a-dia.
  • Há quem diga que os experience designers seguem os mesmos princípios dos service designers, compartilhando também alguns processos e ferramentas. O que faz sentido, uma vez que todas essas disciplinas estão enraizadas nas mesmas diretrizes. Isso também vale para o Interaction Design e algumas outras disciplinas do Design. Cada vez mais utilizo práticas do Service Design em meu trabalho em agências de publicidade.
  • Visualizar sequencialmente como funciona um serviço é algo bem parecido com um fluxo de navegação de um site. Analisar cada um dos pontos de contato entre consumidor e serviço é semelhante a analisar cada uma das telas desse mesmo site. A essência é a mesma: entender o que o consumidor precisa naquele momento, qual a melhor forma de apresentar a informação para ele e o que se espera que ele faça a seguir.

Quem são os Service Designers?

São especialistas que vieram de diversas disciplinas. Designers de produto, designers gráficos, designers de interação, estrategistas, etnógrafos, gerentes de operações – entre muitas outras. Recentemente surgirem os cursos de graduação focados 100% em Service Design – mas principalmente em universidades americanas e européias.

Fora os profissionais que são oficialmente chamados de service designers, o Service Design é praticado em muitas outras áreas e empresas. Dois ótimos exemplos citados neste artigo são o dos designers gráficos que fazem projetos de sinalização para guiar os visitantes de um evento, ou o dos designers de produto que trabalham em uma empresa de elevadores e precisam aumentar a eficiência do fluxo de pessoas em um shopping.

O que fazem os Service Designers?

Resumindo ao extremo: eles criam um framework de como determinado serviço irá funcionar. É difícil citar apenas uma metodologia ou um processo, já que o que os designers de serviço mais fazem é levantar perguntas sobre o que está funcionando ou não dentro daquela experiência – e a partir daí definir qual processo será usado para corrigi-la.

Service Blueprint

Service Blueprint, um dos documentos produzidos pelos Service Designers

Quer um outro exemplo rápido? Quando você se hospeda em um hotel e a camareira limpa seu banheiro deixando a ponta do papel higiênico dobrada em forma de triângulo – aquilo também faz parte da experiência do serviço de quarto. É um pequeno feedback de que a camareira passou por lá e limpou o seu banheiro, e só vai ser percebido quando você for usá-lo novamente.

Este artigo aqui divide o processo de Design de Serviços em quatro estágios:

Estágio 1: Exploração

Envolve entender a cultura e a organização sob a perspectiva do consumidor, identificando qual o real problema de design que precisa ser resolvido. Depois o Service Design utiliza vários processos diferentes na hora de entender a etnografia do público, visualizar os resultados que a pesquisa encontrou e fazer com que os problemas e as oportunidades daquele serviço se tornem mais tangíveis para poderem ser, depois, solucionadas.

Estágio 2: Criação

Depois de definido o problema, vem a parte de gerar ideias e conceitos para aquele serviço. É a “fase dos post-its”, onde as ideias são anotadas, realocadas, descartadas, reconstruídas e modificadas umas dezenas de vezes. Usa-se muito o post-it porque ele agiliza bastante os fluxos de iteração. É importante que, nessa fase, o maior número de pessoas que sabe algo sobre o serviço seja envolvido no processo – incluindo consumidores, stakeholders e funcionários da empresa.

Post-its

Estágio 3: Reflexão

“What’s challenging about service design—as opposed to digital or product design, for example—is prototyping a service experience and all of its nuances effectively.”

Os conceitos que surgiram na fase 2 e sobreviveram ao processo de “seleção natural” são agora desenvolvidos com mais calma – e muitas vezes prototipados para que possam ser testados. É a etapa dos rabiscos, protótipos de papel, protótipos funcionais e testes. Nesse ponto do trabalho as ideias não são mais apenas textuais; é preciso que todas as pessoas envolvidas no serviço consigam visualizar como a nova ideia funcionará. Muitas técnicas de teatro são utilizadas nesse passo: roteiros, role-playing, cenários e tudo o mais que for possível utilizar para reconstruir um caso de uso do serviço com o máximo de fidelidade.

Estágio 4: Implementação

Implementar uma ideia de Service Design não significa necessariamente criar uma aplicação/ferramenta/interface/roteiro, mas sim entender quais mudanças gerenciais são precisas para que o novo serviço seja operacionalizado. É nessa etapa que a visualização do serviço deve ser mais clara possível, para que todas as pessoas que o implementarão consigam entender com facilidade o antes e o depois do redesign.

Quais ferramentas eles usam?

Nos estágios iniciais de pesquisa, as ferramentas são bem parecidas com as de um User Experience Designer, já que o objetivo é entender quem é o consumidor, o que ele pensa sobre determinado serviço e qual é o mapeamento da experiência do usuário no estágio atual do serviço – caso ele já exista. Personas, consumer journey maps, entrevistas, elaboração de cenários de uso, entre outros.

A diferença é que a parte digital da experiência é apenas uma das etapas da interação entre o consumidor e a empresa.

O designer de serviços se preocupa com todos os pontos de contato entre consumidor e empresa: o roteiro da ligação que você recebe do call-center do seu plano de saúde, o uniforme que o atendente da loja de pacotes turísticos veste, o lugar onde você apoia os braços para esperar ser atendido naquele restaurante fast-food que você adora em segredo, o número de etapas de um procedimento estético cirúrgico, o tempo médio de espera ao telefonar para sua operadora de celular e a música que você ouve enquanto essa espera acontece.

Como mencionado anteriormente, eles também utilizam algumas técnicas teatrais para entender ou demonstrar como o serviço funcionará. Fazer com que o funcionário passe pela mesma experiência que seu cliente é uma boa tática para começar a disseminar o design thinking por dentro da empresa prestadora do serviço. E também para que, mais para frente, essas mesmas pessoas aceitem com mais facilidade as sugestões de melhorias que você propõe a elas.

Onde eu posso me informar mais?

Dá para contar nos dedos os cursos de graduação em Design de Serviços em todo o mundo. Existem algumas iniciativas brasileiras de workshops e cursos rápidos, mas como não conheço em detalhes como eles funcionam e se são bons ou não, vou pedir para você pesquisar no Google mesmo.

No entanto, conheço algumas outras fontes que podem ser úteis.

Blogs e sites

Livros

  • Business Model Generation: A Handbook for Visionaries, Game Changers, and Challengers
  • Building Design Strategy: Using Design to Achieve Key Business Objectives
  • We-Think
  • Design Thinking: Integrating Innovation, Customer Experience, and Brand Value
  • Designing for the Digital Age
  • Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation
  • Unfolding the Napkin
  • The Back of the Napkin
  • The Experience Economy
  • In the Bubble
  • From Products to Services
  • Exposing the Magic of Design
  • Designing Services with Innovative Methods
  • The Design of Everyday Things
  • This is Service Design Thinking
  • Sketching User Experiences
  • Information Anxiety 2

Adicionei esses e outros livros lá no nosso grupo Information Architecture no GoodReads.

Eventos

E como é que saber disso tudo muda a minha rotina?

Experiência pessoal: depois de ler alguns livros sobre o assunto e trabalhar lado-a-lado com alguns service designers na agência, acabei incorporando muito do modo de pensar e dos entregáveis usados por eles no meu dia-a-dia.

Ferramentas do Design de Serviços

Dica de ouro: aqui nesse site tem uma série de exemplos de documentos produzidos por service designers e um punhado de estudos de caso excelentes.

Se tiver mais alguma indicação de link, livro ou evento sobre o assunto, mande aí embaixo nos comentários.

Castigue um usuário

Internet Time Out

Convenhamos: todo mundo conhece um usuário que navega no Internet Explorer com 12 barras de ferramentas instaladas – só para acabar com a área acima da rolagem do seu site. Ou um amigo que escreve e-mails em comic sans e caixa alta. Ou um usuário que abre o Google e digita “www.facebook.com”.

Se você conhece alguém que “usa a internet da forma errada” e isso te deixa indignado, agora você pode colocá-la de castigo. Chega de passar nervoso, caro bedel da internet.

Link: welcometointernettimeout

Tweets de 05 a 31 de outubro

Para você que andou muito ocupado este mês e não conseguiu conferir os links publicados no Twitter do @blogdeai, segue uma retrospectiva.

Um resumão do Ebai 2011

Ebai 2011Veja abaixo um pequeno resumo das palestras do Ebai 2011 (Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação), que aconteceu nos dias 21 e 22 de outubro em São Paulo.

(Se você palestrou no Ebai 2011 e puder disponibilizar sua apresentação no slideshare, mande o link aí embaixo nos comentários. Obrigado!)

Primeiro dia (sexta-feira, 21 de outubro)

UX no Limite: como fazer um bom trabalho em experiência do usuário apesar das limitações

UX no Limite: como fazer um bom trabalho em experiência do usuário apesar das limitações

Palestrantes: Andressa Vieira, Marcos Eduardo Vigorito de Oliveira, Paula Sato (Locaweb)
Resumão: Andressa e o time de UX da Locaweb mostraram como, apesar das limitações de tempo, tecnologia e pessoas, eles conseguem otimizar os recursos disponíveis para criar interfaces da melhor maneira possível. Durante a apresentação eles percorreram alguns dos passos mais comuns em sua metodologia e contaram exemplos do dia-a-dia.
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Search Engine Optimization – SEO: a contribuição do bibliotecário na otimização de websites para os mecanismos de busca

Search Engine Optimization – SEO: a contribuição do bibliotecário na otimização de websites para os mecanismos de busca

Palestrantes: Adriano Mendes de Oliveira, Héber Terra Ferreira, Valdir Assis Casimiro, Cibele Araújo Camargo Marques dos Santos (FESPSP)
Resumão: A palestra trouxe um panorama sobre procedimentos de SEO e algumas linhas gerais de como o bibliotecônomo pode contribuir para essas tarefas.
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Crowd Sourcing: Usando as comunidades virtuais para gerar e discutir idéias de design

Crowd Sourcing: Usando as comunidades virtuais para gerar e discutir idéias de design

Palestrante: Philip Rhodes (One to One Insight)
Resumão: Philip mostrou como a força das comunidades pode ser usada para produzir insights únicos para empresas e marcas. Com um português muito bem falado e muito simpático, o palestrante mostrou alguns exemplos de seu país de origem (a Inglaterra) e também alguns trabalhos brasileiros que a One to One tem feito por aqui. Interessante observar a tendência das marcas que têm criado as chamadas “comunidades de inovação”, organizadas em torno de uma parcela do público mais antenada em colaboração e participação.

 

Interatividade + TV

Interatividade + TV

Palestrante: Rodrigo Quaresma (PayTV / GVT)
Resumão: Eu não conhecia o Rodrigo até então e fiquei surpreso com a qualidade de sua apresentação. Ele compartilhou algumas de suas experiências no desenvolvimento de produtos para TV Interativa na GVT. A palestra foi excelente, fácil de digerir e mostrou alguns desafios que eu não fazia ideia que existiam. Entre os assuntos abordados, o set-top box (que tem a chance de se tornar a central de entretenimento dos nossos lares) e a falta de padrões nas interfaces criadas para TV interativa.
Apresentação:

 

A influência das cores na usabilidade de interfaces através do design centrado no comportamento cultural do usuário

A influência das cores na usabilidade de interfaces através do design centrado no comportamento cultural do usuário

Palestrantes: Cínthia Costa Kulpa, Eluza Toledo Pinheiro (UFRGS)
Resumão: A palestra foi dividida em uma parte mais conceitual e outra mais prática sobre a influência das cores no design. Além de alguns exemplos sobre o que funciona e o que não funciona na teoria das cores, as palestrantes falaram sobre as diferenças culturais no significado das cores de país para país e como isso se relaciona diretamente com Usabilidade.
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Apresentação: Palestra cores e Usabilidade – 5 Ebai – outubro 2011

 

Painel de Discussão

Painel de Discussão

Participantes: Iris Coldibelli, Juliana Constantino e Robson Santos (mediados por Carol Leslie)
Resumão: Juliana e Iris contaram um pouco sobre sua experiência em agências de publicidade e como elas acabaram deixando a área de Arquitetura de Informação para ocuparem outras funções mais estratégicas nas agências em que trabalham. Do outro lado, Robson contou como é possível continuar sendo um especialista em UX e mesmo assim crescer e ser reconhecido por seu bom trabalho – sem precisar assumir um cargo gerencial na empresa em que trabalha. O ponto alto do primeiro dia de evento.

 

UX = MKT²

UX = MKT²

Palestrante: Emerson Niide (Abril)
Resumão: Emerson mostrou como o UX e Marketing se assemelham conceitualmente e como podem se assemelhar mais em suas práticas. Além de dar exemplos de produtos que focam nos 4 diferentes Ps do Marketing (Produto, Preço, Praça e Promoção), levantou a bola de que muitos aspectos da forma de pensar Marketing poderiam ser transportados também para o User Experience.
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Design Livre e Cultura Colaborativa

Design Livre e Cultura Colaborativa

Palestrante: Frederick van Amstel (Instituto Faber-Ludens)
Resumão: Fred contou um pouco de sua experiência na Holanda, mostrou alguns trabalhos do Instituto Faber-Ludens, explicou as diferenças entre Crowdsourcing e Design Livre e apresentou os UX Cards – um produto que está sendo desenvolvido colaborativamente pelo Instituto seguindo a filosofia do Design Livre. No final, convidou as pessoas para colaborarem com o projeto e ajudarem a testar os cartões.
Apresentação:

Segundo dia (sábado, 22 de outubro)

Interface para um ambiente de consumo + participação: um widget social para a experiência Globo.com

Interface para um ambiente de consumo + participação: um widget social para a experiência Globo.com

Palestrantes: Paulo Coimbra (Globo.com)
Resumão: Paulo mostrou o case do desenvolvimento dos widgets sociais do portal Globo.com (aqueles que mostram o que está sendo falado sobre determinado assunto nas redes sociais). O palestrante apresentou as principais decisões de design tomadas no processo e esclareceu algumas dúvidas dos espectadores sobre moderação e curadoria de conteúdo.
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Apresentação:

 

Panorama do mercado de trabalho

Panorama do mercado de trabalho

Palestrantes: Elisa Volpato e Stefan Martins (UPA – São Paulo)
Resumão: A apresentação mostrou os resultados da pesquisa da UPA sobre o mercado de UX no Brasil. Cargos, nomenclaturas, salários, níveis de senioridade, divisão dos profissionais por região do país etc. A ideia da Associação é realizar esta pesquisa anualmente para conseguir entender a evolução dos dados com o passar do tempo.
Apresentação:

 

Arquitetura de Informação sem wireframe

Arquitetura de Informação sem wireframe

Palestrantes: Rodrigo Freese Gonzatto, Karla da Cruz Costa (Instituto Faber-Ludens)
Resumão: O pessoal do Faber-Ludens levantou a seguinte questão, “Será que AI sem Wireframe é possível?”. A primeira parte da palestra criticou os wireframes e apontou os principais problemas em resumir a disciplina em um entregável. A segunda parte levantou algumas (poucas) possibilidades de contornar essa situação.
Apresentação:
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Design em sites de encontros: Promessas de amor verdadeiro, rápido, anônimo e gratuito

Design em sites de encontros: Promessas de amor verdadeiro, rápido, anônimo e gratuito

Palestrantes: Paula Rebello Magalhães de Oliveira (EAD – IBMEC e FGV)
Resumão: Paula mostrou exemplos excelentes de sites de encontro (como o ParPerfeito, o Match.com e muitos outros) e detalhou algumas das táticas de UX recorrentes nesses sites. A lista vai desde fotos cafonas de banco de imagens até call-to-actions como “comece a namorar em 5 minutos”. Divertidíssimo! O legal foi que ela não focou apenas nos pontos de arquitetura de informação, mas também em design, cognição e linguagem.
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Pratique o que você prega: sua entrevista de trabalho é sua primeira entrega

Pratique o que você prega: sua entrevista de trabalho é sua primeira entrega

Palestrante: Laura Lessa (HUGE)
Resumão: Laura contou um pouco de sua trajetória ao deixar o Brasil para cursar um mestrado em Londres – e tudo o que aprendeu com as mais de 80 entrevistas que fez e as mais de 40 vezes em que foi entrevistada em sua carreira. São dicas básicas, mas que muitas vezes esquecemos por causa do nervosismo ou da falta de experiência na hora de ser entrevistado.
Apresentação:

 

Web Dogma

Web Dogma

Palestrante: Eric Reiss (FatDUX)
Resumão: Eric trouxe ao Brasil sua apresentação de 2006, Web Dogma, sobre Inovação e os dez dogmas para que ela aconteça. Durante a apresentação, Eric mostrou alguns exemplos de sites com péssima experiência do usuário. O palestrante disse que o Brasil pode ser um player importante no caminho de inovação que UX deve trilhar nos próximos anos.
Apresentação:

Aos poucos vou atualizando este post com links, slides e informações complementares sobre as palestras. Tomara que tenham gostado do evento :)

Tweets de 6 de setembro a 4 de outubro

Links, links e mais links. Para você passar horas salvando tudo no Delicious e nunca mais usar :)

Tweets de 16 de agosto a 5 de setembro

Para você que anda trabalhando muito ultimamente e não consegue acompanhar todos os tweets do @blogdeai.

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