Monday Readings

Monday Readings UX AI

Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 17.03.13

#1

O Google+ não é para nós, é para o Google
O esforço do Google em atrair os usuários, integrando todos os serviços (Gmail, YouTube, Drive, etc), contatos e atualizações no perfil do Google+ dá a falsa sensação de ser uma rede social, mas na prática, ele acaba sendo mais útil para o próprio Google. Quando perguntado por que os desenvolvedores deveriam usar o serviço, David Glazer, diretor de engenharia do G+, admitiu que é uma maneira do Google conhecer os usuários, com quem eles tem relacionamento e compartilham conteúdos: “Essa camada, essa espinha dorsal, é feita para nos ajudar a fazer o Maps, Youtube, Gmail, etc melhor. Esse é o verdadeiro ponto do G+”

#2

As pessoas mais criativas em mobile
Das 100 pessoas mais criativas, segundo a FastCompany, algumas delas se destacam pelas experiências mobile que tem criado. Entre os listados estão a diretora do Facebook India e fundador do app NowThis News.

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Monday Readings

Monday Readings UX AI

Mais uma edição do Monday Readings: um copo de café + 30 minutos da manhã de segunda-feira + 5 links relacionados a design, tecnologia ou comportamento. Para começarem a semana inspirados :)

Monday, 10.06.13

#1

O fim da senhas
Um consórcio de empresas de tecnologia, como PayPal e Google, está desenvolvendo o futuro das senhas. E o futuro, segundo a Aliança FIDO (Fast Identity Online) é não ter senha alguma. Para Michael Barrett, presidente da FIDO, as senhas já não funcionam e estão começando a impedir o desenvolvimento do ecossistema da Internet.

#2

A evolução do Google Maps
Artigo da Fast Company sobre como o Google transformou mapas em algo humano, útil e lucrativo. Se antes você usava o Maps para as coisas que buscava, agora ele vai passar a te atrair para pequenas histórias sobre os lugares que você está procurando.

#3

O cara que sonha em organizar o mundo
Conheça Spencer Kelly, um viciado em organizar dados, especialmente na Wikipedia. Começou aos 16 anos e nunca mais parou. Segundo ele, pela primeira vez na história, o conhecimento está sendo organizado da maneira correta.

#4

A Internet destruiu a classe média
Entrevista com Jaron Lanier, um dos caras mais provocativos que pensam a Internet hoje. Um trecho da introdução do seu livro “Who owns the future?” que dá o tom do seu discurso: “Segue um exemplo do desafio que enfrentamos: no auge do seu poder, a Kodak emprega mais de 140 mil pessoas e valia U$ 28 bilhões. Eles inventaram a primeira câmera digital. Mas agora a Kodak está falida, e a cara da nova fotografia digital é o Instagram. Quando o Instagram foi vendido para o Facebook por um bilhão de dólares em 2012, ele empregava apenas 13 pessoas. Para onde todos esses empregos foram? E o que aconteceu com toda essa riqueza que os empregos da classe média criou?”

E essa semana, vamos com um link a menos para você ter tempo de ver o vídeo do Jaron:

A dica da semana é do Bill Gates ;-)

Uma tabela dinâmica com a resolução de vários dispositivos do mercado

Screen Sizes

O pessoal da Type/Code criou uma tabela dinâmica que mostra o tamanho de tela de grande parte dos smartphones, tablets e monitores disponíveis no mercado.

A informação é puxada automaticamente da wikipedia. Para calcular o que eles chamam de “popularidade” de cada dispositivo, eles usam informações vindas de buscas no Google e de estimativas de tráfego do Adwords.

Como eles mesmos definem, “não é científico, mas é melhor do que nada”.

Link: Screensiz.es >

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Monday, 03.06.13

#1

Google 1 x Nielsen 0
Uma pesquisa do The Walll Street Journal descobriu que os 50 maiores sites dos EUA (que correspondem por 40% dos views) instalam uma média de 64 arquivos no device do usuário, com o objetivo de monitorar suas atividades. Dezenas de cookies que gravam tudo o que o usuário faz no site e dá um raio-X completo do seu comportamento. Ainda assim, quando querem mensurar o valor desse usuário, muitos ainda usam painéis à moda antiga, com samples limitados. Um modelo consagrado pela Nielsen que pode estar com seus dias contados. Leia o artigo e entenda um pouco mais sobre o assunto.

#2

100 Tendências urbanas
Glossário de ideias preparado pelo BMW Guggenheim Lab. Tendências urbanas que vão dos mais clichês (impressora 3D e envelhecimento da população) aos mais inspiradores (cidadania camaleônica e departamento de “ouvidoria”).

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Links úteis de #ux

Alguns dos links publicados no twitter e no facebook durante o mês de maio.

Se você perdeu algum, esse é o momento :)

Modelo de contrato para trabalho de UX

Contract for User Experience Design Work

Um link útil: a Smashing Magazine divulgou alguns modelos de contrato de freelance, e um deles era específico sobre UX. Está em inglês, mas mesmo que você não o utilize exatamente do jeito que é, serve para dar uma olhada e ver se você não está esquecendo de nada. O modelo foi criado e publicado por Gabriel Gallagher e está disponível no seu perfil no docracy: Contract for User Experience Design >

Tem também um artigo muito útil do 24ways falando sobre como fazer um “killer contract” de UX.

Abaixo alguns trechos:

Your killer contract should cover:

  • A simple overview of who is hiring who, what they are being hired to do, when and for how much
  • What both parties agree to do and what their respective responsibilities are
  • The specifics of the deal and what is or isn’t included in the scope
  • What happens when people change their minds (as they almost always do)
  • A simple overview of liabilities and other legal matters
  • You might even include a few jokes

Ah, se você trabalha fazendo freelas de UX com frequência e quiser compartilhar algum outro modelo de contrato ou alguma dica, mande por email (blog.arquiteturadeinformacao@gmail.com) que a gente compartilha aqui.