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Arquitetura de informação

Pré História da Internet e Redesenho do Portal Terra: Duas apresentações brazucas na “Poster Night” do IA Summit 2014

Faz parte da programação ‘social’ do IA Summit,Poster Night, onde ideias complexas são apresentadas visualmente em um clima de feira de ciências. Este ano, teremos duas apresentações brasileiras:

Mundaneum: How hypermedia looked in 1931

Paula Macedo, eu, daqui do BlogdeAi , da Insitum e da Digicorp. E mais a Larrisa Braga e o Seth Perez, que me ajudaram a fazer o infográfico.

Muito além da bela arte de ordenar coisas, uma das vocações da Biblioteconomia é a busca por meios de conexão e compressão entre o conhecimento, como um patrimônio da humanidade, e as pessoas. Uma vez que esse conhecimento não é restrito a livros e bibliotecas, a Ciência da Informação foi buscando intersecções com outros campos de estudo, como a Arquitetura de Informação – os próprios os autores do famoso livro do urso polar Peter Morville e Lou Rosenfeld, são da área da Biblioteconomia e Ciência da Informação.

mundaneum blog

Vou levar ao IA SUMMIT  a história de Paul Otlet, considerado precursor da Ciência da Informação, ele previu um futuro ‘sem livros’, onde as novas tecnologias formariam um novo tipo de livro, o livro universal. Em um trabalho da pós analisei o Mundaneum como uma forma de hipermídia arcaica, muito antes de internet e o próprio conceito de hipermídia existir, nos anos 30.

Paul Otlet e Henri LaFontaine eram advogados e ativistas da paz fim do século XIX, eles criaram, com o apoio do governo Belga, um repositório do conhecimento humano que compilava tudo para todos, uma espécie de Alexandria moderna, sem fronteiras de distribuição. Viviam entre as grandes guerra mundiais, e, acreditavam que esse amplo acesso ao conhecimento era uma das armas mais fortes para alcançar a paz mundial, eles criaram uma série de encontros, Institutos e Organizações de cunho político e social, um embrião da Liga da Nações.

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Programação do IA Summit 2014
7 months ago

Programação do IA Summit 2014

E semana que vem tem IA SUMMIT, em San Diego CA. É um evento que carrega o termo “Information Architecture” no título, mas promete um passeio multidisciplinar, como é a …
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Os melhores posts de 2013
10 months ago

Os melhores posts de 2013

Fim de ano, clima de retrospectiva do Fantástico. Foi um ano e tanto, inclusive aqui no blog. Novos colaboradores, novo layout, uma redirecionada na linha editorial e muitos posts, …
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Design centrado na estratégia
10 months ago

Design centrado na estratégia

Leio muito por aí sobre design centrado no usuário. É uma metodologia linda, que nasceu para tornar o mundo um lugar melhor. Designers colocando a funcionalidade acima da estética. Programadores valorizando a experiência em troca da agilidade na codificação. Empresários preferindo cultivar fãs em vez de lucro. Bacana, né? Mas será que um projeto 100% focado no usuário é realmente viável e sustentável?

Nos últimos anos venho trabalhando bastante com startups. E uma das principais dificuldades que enfrento é aliar a experiência dos usuários à estratégia da empresa. Seja por questão de posicionamento no mercado, seja por modelo de monetização. Muitas vezes o time chega em uma grande feature, que passa bem por testes com usuários, mas que se implementada poderia ser um equívoco estratégico enorme.

Faz alguns meses estava envolvido com um projeto de e-commerce. Apresentamos um protótipo ao cliente e uma das primeiras questões que ele levantou foi: “Por que vocês colocaram uma foto tão grande do produto?” Depois de toda uma argumentação de como os usuários ficariam mais seguros ao poder analisar o produto em detalhes antes da compra, o cliente nos derruba com uma simples frase:

“Mas meu produto tem um acabamento pior que o do concorrente, não quero que os clientes percebam isso”.

O que fazer? Insistimos em mostrar cada detalhe do produto gerando a melhor experiência possível? E se as pessoas repararem como o produto realmente não é tão bom e deixarem de comprar? Então um investimento em melhoria de usabilidade acaba resultando em uma queda brusca de receita. Outra opção poderia ser convencer o cliente a investir em um acabamento melhor para o produto. Mas talvez um processo desse aumentasse o valor final para o consumidor, e a loja poderia acabar saindo de sua faixa de mercado e precisando competir com muitas outras empresas.

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UX em agências digitais
10 months ago

UX em agências digitais

Texto enviado por Richard Jesus.

UX_em_Agências

Construir marcas fortes nos dias de hoje é um desafio enorme e que, aparentemente, vai aumentar. Investimentos cada vez mais elevados apostam na comunicação como ferramenta para conseguir diferenciação e valor agregado aos produtos e serviços e isso tem feito com que agências e clientes invistam na criação de serviços para suas marcas.

“Tell me and I forget, teach me and I may remember, involve me and I learn.”
– Benjamin Franklin

O que as pessoas irão se lembrar?

Seja lá qual for a área e o tamanho da agência, conhecemos alguns desafios no cenário atual: do lado do cliente, o prazo, orçamentos apertados e expectativa de retorno. Do lado do mercado, todos os lançamentos, surgimento de novos modelos de negócio e marcas, mudanças de hábito e novas tecnologias.

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