Os 10 princípios de UX do Google

Abaixo o vídeo da palestra de Gustavo Moura (Google Brasil) no IxDA South America, que aconteceu no final do ano passado (2011) em Belo Horizonte, MG.

Os 10 princípios, listados pelo pessoal da GoNow:

1. Foco nas pessoas: suas vidas, trabalhos, sonhos. De nada adianta a premissa “se você construir, eles [os usuários] virão”.
2. Cada milisegundo importa. “Somos tão preocupados com o tempo de nossos usuários, que cada busca feita no Google apresenta o tempo que o sistema levou para retornar o resultado”.
3. O simples é poderoso. “A simplicidade é complexa de ser definida. Pois agrega vários elementos: facilidade de uso, rapidez, acessibilidade, coisas desse tipo. Mas no Google a gente começa o design pelo fundamental, ou seja, pela funcionalidade mais importante do produto”.
4. Envolva os usuários “iniciantes” e atraia os usuários “experientes”.
5. Atreva-se a inovar. “O Google sempre incentiva o teste de novos layouts, desde que a gente atenda à demanda dos usuários”.
6. Design para o mundo. “Nossos pesquisadores trabalham para entender o contexto cultural de cada usuário para que a gente entregue o design certo para cada audiência, para cada tipo de cultura”.
7. Atenda às necessidades de hoje e de amanhã, não espere pela segunda versão do produto.
8. Agrade aos olhos sem distrair a mente. “O conteúdo reina. Toda importância vai para o conteúdo que o usuário está buscando, tudo o que está em volta são “distrações” para que o foco seja fundamentalmente o conteúdo”.
9. Seja digno da confiança das pessoas. “Temos que garantir que o produto cumpra as funções às quais ele se propõe”.
10. Adicione um toque “humano”: não trate as pessoas como se fossem máquinas e computadores. “As interfaces devem criar uma espécie de diálogo com os usuários. A comunicação tem que ser de pessoas para pessoas, precisa ser direta e informal”.

Leia também:

Série sobre Design de Interação

Deliberations é o primeiro filme de uma série sobre “do que é feito um bom Design de Interação”.

O primeiro vídeo conta um pouco sobre o primeiro Interaction Awards, que aconteceu em fevereiro deste ano em Dublin. O bacana é que o vídeo mostra a premiação sob o ponto de vista de quem participou da seleção e da avaliação dos trabalhos.

Parte da nossa missão aqui é não apenas trazer reconhecimento para o Design de Interação dentro da nossa comunidade, mas também colocar esses trabalhos para que o mundo os veja – de forma que corporações e pessoas entendam que existe Design de Interação em tudo o que eles usam.

Ansioso para os próximos vídeos. Nobre o suficiente para merecer o post e o share :)

I’m not a designer

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A apresentação bem-humorada aí em cima fala de conceitos de legibilidade, design, eyetracking, copywriting, acessibilidade, cor, contraste, breadcrumb trails, alinhamento, grid, tipografia e mais um punhado de coisas.

Para muita gente não é nada novo, mas para quem não tem muito contato com Design de Interação, é um belo checklist de tudo que é preciso considerar na hora de desenhar uma interface. Um breve “design para não-designers” :)

Peter Morville no World Information Architecture Day

No último dia 11/02 foi lançada mundialmente a primeira edição do Dia Mundial da Arquitetura de Informação. O evento, além dos encontros locais simultâneos em 14 cidades do mundo, contou com vídeos produzidos pelo IAI (Information Architecture Institute) que foram repassados para todas as localidades envolvidas.

Abaixo você confere o keynote de Peter Morville (sim, o famoso co-autor do livro do urso polar) falando sobre Arquitetura de Informação e usando várias metáforas que fazem valer os 9 minutos do vídeo.

Palestra do @fabriciot no #WIAD: UX Design antes do Wireframe

World Information Architecture DayNo último sábado (11/02/2012), aconteceu em São Paulo e em outras 13 cidades do mundo o 1º World Information Architecture Day – ou WIAD.

O evento contou com palestras de: Juliana Gaiba (Consultora de User Experience na Telefonica Digital | Vivo), Gabriel Gianordoli (Designer e infografista – ex-Superinteressante, atual Revista Época Negócios) e Fabricio Teixeira (este que vos escreve). Houve também um painel de discussão entre Robson Santos, Luiz Felipe Ratti, Polise de Marchi, Ricardo Sato e Rodrigo Peixoto Leite.

Reduzi um pouco a apresentação para que fizesse sentido para a web e adicionei comentários em cinza para ajudar a conduzir o raciocínio de um slide a outro. Sem mais preâmbulos:

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Um dia na vida do consumidor digital

A OgilvyAction publicou uma apresentação-report com alguns dos hábitos mais comuns desse novo consumidor digital que está sempre conectado com a grande rede mundial de computadores, em todas as horas do dia.

Algumas partes da apresentação parecem um pouco utópicas, mas mesmo assim vale o passeio.

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Destaque para os cases do slide 60 em diante, inspiradores.

Os 13 mandamentos do UX

Cachorro, UX etc.

Levaram bastante a sério aquela tática de incluir fotos de bebês e cachorros em uma apresentação para fazer com que ela atraia a atenção (e o afeto) de quem a assiste.

Se você tem interesse em cachorros ou até mesmo em UX, vale a pena dar uma conferida:

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Os 13 mandamentos listados, para facilitar:

  1. Be open to your users
  2. Don’t let them fall sleep
  3. Tempt and lure
  4. Involve
  5. Give a sense of security
  6. Show the way
  7. Let them sleep peacefully
  8. Don’t keep them by force
  9. Attract attention
  10. Support interactions
  11. Wink at your users
  12. Don’t look down on them
  13. Evoke emotions

Social by Design: Design Thinking and Business

Veio aqui esperando um post cheio de termos da moda e nomes difíceis, né?

A apresentação abaixo é, ao contrário do nome, bastante objetiva. Mas o mais interessante é ver que grande parte da estratégia que existe por trás do tal Design Thinking é representada com documentos daqueles que fazemos no nosso dia-a-dia: ecossistemas, fluxos de navegação, fluxos de experiência do usuário, personas e até uns rabiscoframes.

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