O time de UX da Globosat

Esses dias encontrei uma apresentação bem bacana no slideshare, criada por Eduardo Brandão sobre a equipe de UX da Globosat.

Para quem não conhece, a Globosat é uma empresa de TV por assinatura localizada na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

A apresentação é um convite para recrutar profissionais de UX para o time da Globosat. Mas mesmo se você não está procurando um novo emprego agora, vale a pena dar uma passeada pelos slides para conhecer um pouco da estrutura do time de UX dos caras. Eles falam um pouco das personas da empresa, da metodologia de UX, da filosofia do time e das ferramentas que eles usam no dia-a-dia.

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How mobile consumers behave

How mobile consumers behave

“An excellent research paper on how the mobile consumers behave in the fast changing world of iOS and Android users. The adoption of QR codes and the % time spent on mobile has been growing rapidly, as more users are spending their time outside of the office or home environment.”

(Se você estiver lendo este post por RSS ou email e a apresentação acima não abrir, veja-a no blog)

Designers que codificam: prós e contras #ISA13

Já havíamos comentado sobre a apresentação do Ramon aqui no blog. O mais bacana de sua Lightning Talk foi a sobriedade na abordagem de um tema polêmico: afinal é melhor que o designer saiba programar? O fato é que temos sim visto uma procura por este tipo de profissional, e a apresentação do Ramon gerou repercussão por lá e boas discussões. E vocês, o que acham?

Designers should code 2

Designers que codificam: prós e contras

por Ramon Victor

No Interaction South America 13 além das brilhantes palestras no palco principal, houveram outras atividades, como: Workshops, Casos de Mercado e Lightning Talks. No segundo dia de evento, 14/11, tive a oportunidade de apresentar o polêmico tema: Designers que codificam. Eram 20 minutos apenas, muita coisa para falar e uma expectativa de muita discussão no espaço para perguntas.

Cheguei com antecedência no auditório do Centro de Artesanato para reconhecer o ambiente e assistir a algumas das palestras. A sala estava sempre cheia.

Designers should code 1

Enfim, chegou a minha vez. Subi no palco para falar de um assunto que gera muita polêmica. Fui direto ao ponto. Falei da minha inspiração no artigo do Jared Spool, “Why The Valley Wants Designers That Can Code“. Fiz uma contextualização do cenário atual de UX, Startups e o conceito tão comentado de Lean UX. Por fim, mostrei os argumentos de quem é a favor e contra a idéia dos Designers codificarem.

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Como crianças fazem pesquisas na web #ISA13

Nativos Digitais

Mais um ótimo trabalho da Elisa Volpato, apresentado no Interaction South America 2013. O artigo foi escrito com base na monografia de conclusão do curso de pós-graduação em Pesquisa de Mercado que ela fez na Escola de Comunicações e Artes da USP.

A ideia é simples: todo mundo fala que as crianças nascidas após o ano 2000 são os “nativos digitais”. Elas nasceram em um mundo onde a tecnologia já era uma realidade, diferente dos “imigrantes digitais” (a Elisa, eu, e provavelmente você que está lendo este texto), que tiveram que se adaptar à nova realidade.

O grande questionamento que ela levantou no trabalho foi: o fato de serem nativos digitais significa que as crianças sabem fazer buscas online?

A pesquisa consistiu em entregar tarefas a essas crianças para averiguar a habilidade delas em utilizar os mecanismos de busca e em filtrar e analisar os resultados. A apresentação abaixo conta um pouco do processo e dos resultados encontrados:

(Se você está lendo este post por RSS e a apresentação acima não abrir, veja-a no blog)

Resumão do Interaction South America (parte 5) #ISA13

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Continuando nosso resumão sobre o Interaction South America:

Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5

Why eBay is a Better Prototyping Tool than a 3D Printer, The Long Nose, and other Tales of History – por Bill Buxton

@wasbuxton

Bill Buxton encerrou brilhantemente o evento falando sobre o não “ser apenas brilhante“. Desconstruiu uma série de mitos (inclusive Steve Jobs) que rondam o mundo do design e que pode nos cegar para a coisas certas a serem feitas e para aquelas que precisam ser feitas para que as boas ideaias a inovação floresça.

Bill recapitulou o principal das outras “talks” do dia para construir o raciocínio do que ia expor em sua apresentação, e mostrou que estava realmente presente e vivendo aquelas palestras o dia todo. Ele pode não ter tuitado nada de impacto em tempo real, mas inteligentemente apropriou-se dos dicursos anteriores enriquecendo e dando mais signficado ao próprio discurso, encantando a plateia a sua frente, para mim esse foi um exemplo claro de tudo o que ele estava tentando falar ali.

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Resumão do Interaction South America (parte 4) #ISA13

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Continuando nosso resumão sobre o Interaction South America:

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Network Focused Design – por Sara Córdoba

Sara apresentou uma metodologia de trabalho colaborativa com uma equipe muldisciplinar, com princípios e ferramentas que promovem um ambiente criativo e inovador.

Sara Cordoba - Network focused design

Muito design e mais psicologia na criação de novos cenários de aprendizagem para a escola  – por Luciano Meira

@luciano_meira

Dentre nomes famosos do Design e da Tecnologia, uma das apresentações mais aplaudidas e que tocou muitos do que estavam presentes  foi a do pedagogo e psicólogo cognitivo brasileiro Luciano Meira.

Luciano não nos trouxe  fórmulas incríveis de sucesso, ele nos convidou para fazer parte de uma transformação na educação do nosso país, que começa agora e precisa de nós – designers de interação – para que seja possível. Ele fez um chamado: “Vamos Hackear a Escola!”

Com uma narrativa envolvente eles nos mostrou experiências educativas que se apropriam da ludicidade própria do mundo da fantasia e dos jogos para criar um ambiente imersivo e engajante que resignifica o modelo de ensino e aprendizado na escola. Vai muito além de jogos educativos e de gameficação, é uma re-contextualização do modo de se aprender na escola e ele convida nós, Designers à amplificar essas experiências e ajudá-lo nesse redesenho do arranjo social que forma o modelo de ensino-aprendizagem nas escolas.

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Resumão do Interaction South America (parte 3) #ISA13

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Continuando nosso resumão sobre o Interaction South America:

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Seeing the Elephant: Defragmenting User Research por Lou Rosenfeld

@louisrosenfeld

Essa apresentação foi recebida com carinho especial pelos ursos presentes no evento e certamente por todos aqueles que vieram da “AI”. Lou é co autor do mais famoso livro de Arquitetura de Informação, o livro do Urso Polar, que dá identidade inclusive à este querido blog.

Ele veio ao ISA nos falar de um outro bicho, e desta vez a metáfora estava muito bem explicada: Lou nos contou a história dos cegos que apalpavam partes de um elefante e cada um deles tinha um conceito sobre o que era este animal à partir do que podiam alcançar, os cegos faziam uma imagem limitada do animal à partir de sua referência. Quando todos os cegos conversaram e cada um contou sobre a parte que tocou puderam ter a ideia do todo e conhecer o que era o animal e juntos resolvem o dilema.

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Resumão do Interaction South America (parte 2) #ISA13

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Continuando nosso resumão sobre o Interaction South America:

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Design, Memória e Comportamento na Era Digital por Guto Requena

@gutorequena

O brasileiro Guto Requena fez uma introdução falando da sociedade digital e da cibercultura, da tecnologia cada vez mais incorporada ao dia a dia das pessoas. Ele apresentou projetos de Arquitetura que levam em consideração essa nova configuração e uso dos espaços físicos.

Guto Requena - Design, memória e comportamento na era digital

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Resumão do Interaction South America (parte 1) #ISA13

isa13

Voltando à rotina, chegou a hora do urso polar chacoalhar a areia das praias de Recife, suspirar um pouquinho de saudade e finalmente contar um pouco mais para vocês como foi o Interaction South America 2013.

Aconteceu tanta coisa boa que fica difícil resumir em um único post, então dividi em cinco partes:

Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5

Compartilho com vocês breves anotações e impressões pessoais, os resumos ilustrados feitos durante o evento e as apresentações disponibilizadas pelos palestrantes.

Um aprendizado importante do ISA13 foi de que a busca pela inovação e entrega das melhores experiências no uso de produtos e serviços faz parte de um processo de trabalho contínuo, construído socialmente e de forma conectada com as pessoas e as empresas.

A User eXeperience, as Inovações Disruptivas ou mesmo as boas ideias não são produtos isolados de uma “mente brilhante”, são recompensas de um bom trabalho que requer observar e entender constantemente e de várias formas como as pessoas interagem umas com as outras, com o mundo e com as coisas; que envolve acompanhar as tecnologias locais, conhecer o potencial intelectual de nosso país e saber trabalhar com profissionais de diferentes áreas para enriquecer as soluções que projetamos e expandir nosso entendimento sobre as pessoas e as coisas – e sobre a tecnologia.

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Resultados da pesquisa sobre freelas de UX no Brasil #ISA13

Freelas de UX

Há alguns meses divulgamos aqui no blog a pesquisa que a Elisa Volpato organizou sobre freelas de UX no Brasil.

Pensando na própria experiência ao largar seu emprego fixo e trabalhar como profissional independente de UX, a Elisa resolveu investigar melhor o assunto e conhecer outras pessoas de UX que também procuraram formas alternativas de trabalho. A pesquisa usou métodos quantitativos e qualitativos para tentar entender como anda o mercado de freelancers no Brasil.

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