Bela lista:
(Se você estiver lendo este post por RSS e a apresentação acima não abrir, veja-a no blog)
- Explotion of mobile screens. Be mobile in everything you do.
- Location is the new context.
- Rise of the nished networks.
- Everything gets beautiful, easier and more supportive.
- Skeuromorphism.
- Responsive design will leave room for experience design.
- Face detection not only in cameras.
- More sensors will me mobile.
- Business intelligence will grow rapidly.
- Digital authenticity to be what you say you are.
- Digital trust creates trust based services.
- Gamification, not only talk anymore.
- New business models.
- Customization. It will come, soon.
O Skeuomorphism vem e volta o tempo todo, parece até existir uma regra: um ano de formas básicas/geometria pura/no glossy, e um ano de Skeuomorphism.
Putz, sei lá! Sempre pensei que o futuro seria cheia de interfaces lisas e chapas como nos filmes de ficção cientifica ou como nas HQs, mas esse negócio de Skeuomorphism, ao meu ver é um tipo de saudosismo bobo.
Eu sou um que detesto Skeuomorphism. Sou designer de interfaces freelancer e sempre que o cliente começa a dizer “coloca uma sombra ali”, “que tal uma textura nessa parte aqui” eu já recomendo outros designers amigos meu, pois me recuso a fazer esse tipo de trabalho.
Perco dinheiro, sim, de vez em quando, mas como diz a letra de uma música que adoro:
Eu não toco Raul
Cês me desculpem..
Eu acredito quando você diz que ele é legal
Eu não toco Raul
Cês não me culpem
A banda preza pelo estilo Sidney Magal
Ótimo ponto, Roberto. Manter sua própria linha de design e evitar seguir todas as tendências que aparecem é um bom diferencial. Obrigado pela visita e pelo comentário!