Duas estudantes de Design suecas.
Elas achavam que capacetes de bicicleta eram muito grandes, desajeitados e antiquados.
E justamente porque o design dos capacetes continuava sendo o mesmo por várias décadas, é que elas resolveram focar nesse tema para um de seus trabalhos de faculdade.
Elas queriam criar o capacete invisível.
Assim, invisível.
Mas parecia uma ideia impossível demais. Ainda mais para duas estudantes de vinte e poucos anos.
“If people say it’s impossible, we need to prove them wrong.”
As duas acabaram chegando à solução abaixo:

Um capacete que não existe até que um acidente aconteça. É o mesmo princípio dos airbags dos automóveis, só que em outra posição e formato.
O “capacete” tem um sensor que detecta os movimentos do ciclista e reconhece qualquer mudança brusca de velocidade angular ou direção, sendo capaz de inflar em menos de 0,1 segundo.
Segundo uma das designers: “a gente percebeu que as pessoas queriam algo que fosse quase invisível e que não destruísse seu penteado ou as incomodasse; algo que elas pudessem customizar, assim como fazem com capas de celular ou perucas”. (oi?)
Taí o resultado:
Mas o que eu guardei desse vídeo não foi o capacete, nem o design, nem nada.
Foi o verbo “need” na frase que eu destaquei ali em cima:
“If people say it’s impossible, we need to prove them wrong.”
Não é “we can prove them wrong”. É “we need to prove them wrong”.
Faz uma boa diferença.
Quero saber onde compra desses capacetes!
We need to prove
Se as pessoas quiserem saber mais: http://www.hovding.com/en/how/
Valeu pelo link, Alessandra!
Sem palavras, muito bom. Obrigado por compartilhar!
Valeu pela visita, Robson :)
Se o produto não funcionar, pelo menos morreu estilosa.
Estranho é que mesmo tratando-se de um produto de segurança no transito, não rolou teste com manequim.