O Acessites.org publicou recentemente um guia especial sobre dislexia, distúrbio de aprendizado que afeta entre 15% e 20% da população mundial segundo estimativas da International Dyslexia Association.
Boa parte das dicas de design para disléxicos (pessoas geralmente com dificuldades para ler, escrever e soletrar) estão relacionadas ao uso das fontes: elas devem ser grandes, espaçadas e preferencialmente sem serifa. Sentenças muito longas e uma diagramação justificada também devem ser evitadas. Itálico e negrito devem ser usados com parcimônia. Também há recomendações específicas para o uso de gráficos e animações.
Não deixe de ver o guia completo (em inglês):
Designing for Dyslexics: Parte 1
Designing for Dyslexics: Parte 2
Designing for Dyslexics: Parte 3
Sobre Silvia Melo
Quando criança eu sonhava em ser escritora, mas acabei virando jornalista e quando fui dar conta do que realmente era o meu trabalho, descobri que estava fazendo arquitetura de informação. No final das contas vi que tudo era muito parecido. Contar uma boa narrativa com início, meio e fim (ou ainda em ordem inversa) é o desafio de quem se comunica com o ser humano, seja através de um livro, de um website ou até mesmo de um aparelho celular.
Aqui no Arquitetura de Informação divido algumas histórias do meu dia-a-dia na AgênciaClick de São Paulo, onde tenho a oportunidade de criar experiências interativas para clientes como Citibank, Fiat e Brastemp (só para citar alguns).
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