Monkey business

Ontem rolou aqui na Click uma sessão exclusiva com Philip Rhodes, diretor de Customer Experience Research & Design da fhios. Ele repetiu parte da palestra realizada no Ebai e nos trouxe uma discussão interessante sobre uma arquitetura de informação mais estratégica, onde os wireframes são apenas uma entrega formal dentro do processo de design centrado no usuário. Philip apelidou a etapa de prototipação de “monkey business”, ou seja, aquele trabalhinho braçal que qualquer um pode fazer com o mínimo de treinamento.


Essa foi inclusive uma discussão bem interessante no final do Ebai. O consultor de usabilidade Gil Barros, da Try,  e a arquiteta Iris Coldibelli, da McCann, apontaram este como um dos caminhos para que os profissionais da categoria realmente sejam relevantes para um projeto e até mesmo melhor remunerados.

Sobre Silvia Melo

Quando criança eu sonhava em ser escritora, mas acabei virando jornalista e quando fui dar conta do que realmente era o meu trabalho, descobri que estava fazendo arquitetura de informação. No final das contas vi que tudo era muito parecido. Contar uma boa narrativa com início, meio e fim (ou ainda em ordem inversa) é o desafio de quem se comunica com o ser humano, seja através de um livro, de um website ou até mesmo de um aparelho celular. Aqui no Arquitetura de Informação divido algumas histórias do meu dia-a-dia na AgênciaClick de São Paulo, onde tenho a oportunidade de criar experiências interativas para clientes como Citibank, Fiat e Brastemp (só para citar alguns).
Esta entrada foi publicada em Arquitetura de informação e marcada com a tag , . Adicione o link permanente aos seus favoritos.

3 respostas para Monkey business

  1. A palestra do Philip Rhodes foi de grande importância para que possamos brigar pela causa da arquitetura de informação.

    E a questão do wireframe ser apenas uma entrega formal mostra o quanto somos importantes durante o processo de criação de um projeto.

  2. Ale Nahra disse:

    yeah. mega concordo. também falei sobre isso no meu post do EBAI. pra mim, foi a discussão mais importante do evento.

  3. Deu até inveja quando li este post! Queria estar nesta sala escutando o Philip.

    Concordo com a Ale Nahra quando fala do ponto levantado pelo Philip. O que mais me chamou a atenção foi o questionamento dele sobre o papel do arquiteto de informação em interfaces não web.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Gravatar
WordPress.com Logo

Please log in to WordPress.com to post a comment to your blog.

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s