Tradução colaborativa é o máximo

Interessante a iniciativa do Plurk para tornar o site disponível em mais idiomas – eles literalmente colocaram os usuários para trabalhar. Em questão de horas os verbos da ferramenta já estavam traduzidos para diversas línguas.

O PCTP, ou Plurk Collaborative Translation Project, não é inédito. Em 2006 o agregador de conteúdo GTalkr (in memoriam) fez algo parecido e também em tempo recorde o site estava disponível para toda a Babel da internet, incluindo versões em português de Portugal e do Brasil (tendo eu mesma como tradutora).

Será que já deveríamos como padrão deixar um arquivo com todos os textos do site prontos para tradução? O fenômeno dos filmes e séries que ganham legendas relâmpago tem tudo para se repetir no browser.

Sobre Silvia Melo

Quando criança eu sonhava em ser escritora, mas acabei virando jornalista e quando fui dar conta do que realmente era o meu trabalho, descobri que estava fazendo arquitetura de informação. No final das contas vi que tudo era muito parecido. Contar uma boa narrativa com início, meio e fim (ou ainda em ordem inversa) é o desafio de quem se comunica com o ser humano, seja através de um livro, de um website ou até mesmo de um aparelho celular. Aqui no Arquitetura de Informação divido algumas histórias do meu dia-a-dia na AgênciaClick de São Paulo, onde tenho a oportunidade de criar experiências interativas para clientes como Citibank, Fiat e Brastemp (só para citar alguns).
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10 respostas para Tradução colaborativa é o máximo

  1. Excelente iniciativa! E fica bem melhor que aquelas traduções automáticas que vemos por aí.

  2. Willian Cruz disse:

    Silvia

    Acho até que você já deve saber, mas não custa comentar. Existe literatura específica sobre internacionalização de sistemas (se for Googar, procure por i18n) e uma das coisas que se ensina é que todas as mensagens e textos devem estar em arquivos separados, facilmente editáveis. Além de coisas não-sistêmicas e meio óbvias, como colocar para fazer a tradução uma pessoa que tenha a língua destino como nativa – algo que a Microsoft até hoje parece não saber, por continuar nos brindando com pérolas de má tradução.

    O livro “Designing User Interfaces for International Use”, do Jakob Nielsen, é uma boa literatura sobre o assunto.

  3. Willian Cruz disse:

    Mais um comentário… já participei de uma iniciativa de tradução colaborativa de um site, muitos anos atrás. O esquema utilizado era alguém do país destino traduzir um artigo, que seria revisado por outra pessoa desse país, e só então publicado. O site é o http://www.joelonsoftware.com .

    Naquela época as traduções eram distribuídas por e-mail, hoje adotaram um wiki para isso. Há artigos do site traduzidos em trinta línguas: http://local.joelonsoftware.com

  4. Edmar disse:

    @Fabricio Teixeira: Concordo com você ! Estas traduções automáticas são muito ruins.

  5. Pingback: rascunho » Blog Archive » links for 2008-07-11

  6. Ricardo Selis disse:

    Estou me formando este ano em Design Digital pela FIT, tenho grande interesse por “AI” e numa das minhas buscas pelo google sobre o assunto “AI” encontrei seu blog, achei muito legal aqui, estarei sempre visitando, gostei mesmo, obrigado pelas informações interessantes que encontrei nos seus posts, se possível visite meu blog http://www.designse.wordpress.com

    • oysmav disse:

      x4Notu kxefmispotqi

    • qorbjdjc disse:

      8C2up2 dylysneaqcgw

  7. Ricardo Selis disse:

    Desculpa, acima eu errei o link, meu Deus, rss!

    O link certo é o:

    http://www.blogsedesign.wordpress.com

  8. Paulo Amariz disse:

    Olá. Gostaria de divulgar um site de tradução com software gratuito para auxiliar tradutores a gerar
    o orçamento ou fatura a seus clientes.
    O endereço é: http://www.tradhelp.com
    Obrigado.

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