Shame on me!

Eu, Juliana Constantino, dona do domínio www.arquiteturadeinformacao.com.br desde 2004 e profissional da área há mais de 5 anos, nunca havia publicado nada sobre o assunto.

O que me desmotivava a escrever é que eu pensava que tanta coisa já estava sendo dita sobre o assunto, que o risco de chover no molhado seria gigante. Mas hoje, 1 dia depois da minha palestra na i-masters intercon 2006, percebi que os 20 minutos para as perguntas não foram suficientes, quem tem muita gente interessada no assunto e, quem sabe, dividindo experiências eu consiga colaborar um pouco mais para o reconhecimendo da importância da disciplina.

Por falar em palestra, estou testando o slideshare.com, um serviço web para disponibilzar apresentações. Se funcionar direitinho, provavelmente o ppt da apresentado na i-masters será publicado aqui em breve.

Bom, para finalizar este primeiro post, proponho que este blog seja muito mais um grande fórum de discussão sobre o assunto, do que um editorial no modelo tradicional. Aguardo dúvidas e sugestões.

Sobre Juliana Constantino

Criativa por natureza e orgulhosamente Nerd. Sou Diretora de Criação da AgênciaClick - depois de muitos anos trabalhando com User Experience - e Mestra em Comunicação e Semiótica. Para saber o que ando fazendo follow me on twitter @julianac
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7 respostas para Shame on me!

  1. rochester disse:

    Sempre há algo acrescentar na área…

    alias, a “arte de chover no molhado” é uma das melhores forma de aprender (para nós mesmos), e é algo importante sim… O exemplo do Jakob Nielsen é um bom, o que ele faz é apenas falar o óbvio, por exemplo que “links em azul são mais fáceis de identificar como links”

    E sempre é bom ter gente experiente escrevendo.. eu mesmo quase nao tenho experiência na área… :P

    enfim, bem vinda ao mundo dos blogueiros..

    []‘s

  2. Willian Cruz disse:

    O óbvio que o Nielsen fala hoje um dia não foi tão óbvio. E, mesmo hoje, não é óbvio para todo mundo. Não que eu concorde inteiramente com o tio Jacó, já que o conceito de usabilidade dele implica em design simples, mas ele continua certo em muitos pontos-chave.

    O lance é que nada deve ser considerado verdade universal, inquestionável e livre de falhas conceituais – nem mesmo a Bíblia, quanto mais o Jakob Nielsen. A gente tem que saber tirar a casca, aproveitar a polpa e jogar fora as sementes… ;)

    • Juliana Marís disse:

      não seria melhor jogar fora o bagaço e replantar a sementes?

  3. paiva disse:

    A mulher mais competente do mundo sempre tem algo a acrescentar. ;-)
    Bem-vinda à blogosfera.

    Abrassss,

    Paiva

  4. Luciano disse:

    Jú…. ficou duca!

    Queria ter visto antes… mas te achei (ou melhor seu blog) navegando pelo Ric!

    Parabéns novamente!

    Luciano

  5. Sant'Iago disse:

    Bom, não foi por falta de insistência, não é mesmo…agora que tem o blog, quem sabe não sai aquele artigo.
    Trocamos links?

  6. Pingback: Shame on me! – part II « Arquitetura de Informação

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