Carregando páginas em menos de 1 segundo

Apresentação fantástica de Patrick Hamann, do The Guardian, sobre como eles redesenharam o site para que as páginas fossem carregadas em menos de 1000ms (1 segundo).

Segundo uma pesquisa realizada em 2013, as expectativas dos usuários estão cada vez mais exigentes: hoje espera-se que uma página carregue em cerca de 1 segundo. Mais do que isso, o usuário já começa a se distrair mentalmente e a considerar realizar outra tarefa ao invés de esperar a página terminar de carregar.

Performance

Na apresentação, Patrick dá os detalhes das implementações e técnicas utilizadas para que esse carregamento “a jato” fosse possível.

Link para a apresentação: Breaking news at 1000ms

Leia também: A importância da performance das páginas na experiência do usuário

As habilidades mais procuradas em novos UX Designers

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Em época de longas baterias de entrevistas para contratar novos profissionais de UX, é comum parar um pouco para organizar os pensamentos e analisar: “quais habilidades um novo profissional de UX (junior/pleno) precisa ter?“.

É claro que essas habilidades variam muito de empresa para empresa, mas algumas delas são onipresentes em vários times de design no mercado (tanto em agência, em cliente, em consultoria, em produtora etc.).

Penso que esses profissionais de nível junior e pleno são um bom termômetro do que está acontecendo no mercado. Normalmente não são exigidos deles habilidades como contato com cliente, apresentações ou definição de estratégia de marca – o que faz com que eles fiquem bem focados no “craft”, no desenvolvimento do trabalho.

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Entrevista para o blog da Shutterstock

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Novidade bacana: hoje saiu uma entrevista minha lá no blog da Shutterstock. Perguntas afiadas da Ana Paula Magalhães sobre o processo de escrita do livro que publiquei recentemente, sobre carreira e mercado de UX.

Passa lá: Shutterstock >

Por que UX? – por Vanessa Talarico

vanessa talarico

O urso está de volta com a série Por Que UX. Trata-se de uma série de breves entrevistas com profissionais do mercado para investigar o motivo deles trabalharem com User Experience. Para quem está chegando no mercado agora, um pouco de inspiração. Para quem já trabalha com UX há um tempo, uma boa oportunidade de conhecer gente nova.

A entrevistada dessa semana foi a Vanessa Talarico.

Sou coordenadora de UX na Wunderman e participo ativamente no dia a dia da agência e dos clientes mostrando que a experiência do usuário não se resume a caixas cinzas.

Como começou a trabalhar na área?

Sou formada em Propaganda e Marketing e na época da faculdade era estagiária de Marketing no Estadão, durante umas das aulas de Criação Digital o professor explicou o que era Arquitetura de Informação e seu papel no desenvolvimento de interfaces.
A explicação resumida era algo assim: “você organiza cada coisa no lugar certo para o usuário conseguir achar facilmente”, essa foi a aula que me fez mudar de carreira, me identifiquei na hora com o mundo de AI, uma pena não ter sido no começo da faculdade. Então fiz um mini portfólio com dois projetos bem simples e fui em busca de um estágio :)

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Desenhando um produto para mais de um bilhão de pessoas

Like_Button

Há algum tempo o time de design do Facebook que cuida do botão de Like decidiu que ele precisava ser redesenhado. Já não expressava mais a personalidade da marca e também passava por alguns problemas simples de legibilidade e funcionamento.

Sabe quanto tempo os designers do Facebook levaram para redesenhar o botão de Like?

Mais de 280 horas.

Isso dá 7 semanas full-time de um designer, trabalhando oito horas por dia.

Para redesenhar o botão de Like.

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Métodos e Entregáveis de UX (em português)

Métodos e Entregáveis de UX

Em um dos capítulos do livro Introdução e Boas Práticas de UX falo sobre os principais métodos e entregáveis utilizados pelos profissionais de UX em seu trabalho.

São métodos para as diversas etapas do projeto de criação de produtos digitais – planejamento, concepção, desenho de interação, averiguação, e assim por diante.

Aqui nessa página você confere a lista completa com todos os métodos e entregáveis, seguidos de um link para ler mais sobre cada um deles.

Por que UX? – por Bruno Canato

bruno canato

O urso está de volta com a série Por Que UX. Trata-se de uma série de breves entrevistas com profissionais do mercado para investigar o motivo deles trabalharem com User Experience. Para quem está chegando no mercado agora, um pouco de inspiração. Para quem já trabalha com UX há um tempo, uma boa oportunidade de conhecer gente nova.

O entrevistado dessa semana foi o Bruno Canato.

Sou formado em propaganda e marketing e, desde 2005, tenho trabalhado exclusivamente em agências digitais. Já passei pela Tesla, Fbiz, Wunderman, iThink (agora Sapient Nitro), Razorfish, Digitas e CUBOCC, mas atualmente estou liderando Produto na FLAG (holding por trás da CUBOCC e Pong Dynasty).

Sou um tipo meio incomum em agência por ter encarado um mestrado em Comunicação e Semiótica, em que analisei sites infantis e a construção de marca que poderia vir da experiência tida neles. Também tenho dado aulas em módulos em pós-graduações do SENAC e do Impacta, além de ter falado no WIAD deste ano e apresentado um case no IXDA do ano passado. Em suma – tamanho gosto pela coisa que trabalho com isso, estudo isso e leciono isso. 

Como começou a trabalhar na área?

Minha vida em agência começou graças a um professor. Eu e uma amiga éramos mega engajados em sua aula de criação digital e um amigo dele estava precisando de dois estagiários. Foi por meio dessa indicação que comecei a trabalhar na equipe do Eco Moliterno (atual África) na Tesla, em 2005.

Comecei trabalhando com redação – o que, na época, consistia muito mais em conteúdo do que redação publicitária. Por inquietação, na Tesla mesmo comecei a pescoçar o que outras pessoas faziam – os gerentes de projeto, pessoas de front-end – e acabei sentado do lado do arquiteto de informação da Tesla, Rei Quinto.

Um tempo depois, um atendimento da Tesla tinha notado que eu gostava muito de desenhos animados e quis me indicar para uma vaga de conteúdo na Nickelodeon. Infelizmente, eu iria me formar antes do que eles poderiam efetivar, mas a conversa foi boa e me indicaram para a Fbiz, que atendia a empresa na época. Após uma primeira entrevista lá pra atendimento (vixe), me chamaram para uma segunda. O diretor de criação, Viktor Blazek, achou que eu ia preencher muito bem a necessidade que eles tinham de trabalhar com AI, ajudando a coordenadora da área, Camila Olivo.

O resto é história – com mais ou menos detalhes que isso. :)

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10 motivos para fazer pesquisa com usuários

Esta é uma série de posts sobre pesquisa com usuários. O plano é falar sobre tipos de pesquisa, boas práticas e dar dicas para quem quer começar.

Pesquisa com usuário não é uma coisa nova, mas tem gente que ainda se pergunta por que fazer e se vale a pena o trabalho todo.

Para tentar responder, separei 10 motivos. Alguns você pode usar para convencer cliente. Outros, eu uso para explicar o que eu faço para a minha família. E outros são aqueles que a gente usa para convencer a si mesmo. :)

#1 Porque você não é o usuário

A não ser que você esteja desenvolvendo um produto para pessoas que trabalham com UX, você não representa a média das pessoas que vai utilizar este produto, né? Se você está lendo este blog, você provavelmente:

  • Estudou ou está estudando algo relacionado a comunicação, design, marketing, computação e afins.
  • Fica online o dia todo e mais um pouco, pelo computador ou pelo smartphone ou pelos dois ao mesmo tempo com um tablet do lado e talvez um kindle para as horas de leitura.
  • Quando está entre pessoas que não são de UX, geralmente é o considerado “aquele que entende tudo de internet”. Sua mãe te pede para configurar a conexão na casa dela e sua prima te pergunta se dá para confiar naquele site de e-commerce para comprar as coisas do bebê dela.
  • Estudou tudo sobre o produto com o qual você vai trabalhar, ou pelo menos fez um benchmark sobre o assunto. Está super envolvido no projeto e já sabe a arquitetura do menu de cor.

Enfim: você não é uma pessoa “normal”. O que é fácil e óbvio para você pode não ser nada óbvio para outras pessoas. E por isso vale muito a pena sair da caixinha para conhecer pessoas que não respiram e constroem internet o tempo todo.

#2 Porque ninguém nasce um gênio de UX

Por mais que você seja um incrível _______ (insira aqui seu cargo de UX), quantas vezes desenhou um projeto que não precisou de nenhum ajuste? Se não teve nada para corrigir, talvez você não tenha mostrado para as pessoas certas. É muito difícil criar uma experiência infalível. Mas um jeito de chegar mais perto é fazendo pesquisa com usuários.

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