15 modelos de negócios que você deveria copiar (apresentação)

Já que falamos por aqui recentemente sobre Value Proposition e sobre como definir a estratégia e a razão de existir de um produto, passei para deixar aqui uma apresentação que fala de um assunto relacionado: definir o modelo de negócios do produto. Ela lista e decupa 15 diferentes modelos de negócios “que você deveria copiar” e mostra os diferenciais de cada modelo.

Exercício legal pra alongar o cérebro.

Se você está lendo este post por email ou RSS e a apresentação acima não abrir, veja-a no blog.

Desenhando um produto para mais de um bilhão de pessoas

Like_Button

Há algum tempo o time de design do Facebook que cuida do botão de Like decidiu que ele precisava ser redesenhado. Já não expressava mais a personalidade da marca e também passava por alguns problemas simples de legibilidade e funcionamento.

Sabe quanto tempo os designers do Facebook levaram para redesenhar o botão de Like?

Mais de 280 horas.

Isso dá 7 semanas full-time de um designer, trabalhando oito horas por dia.

Para redesenhar o botão de Like.

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Métodos e Entregáveis de UX (em português)

Métodos e Entregáveis de UX

Em um dos capítulos do livro Introdução e Boas Práticas de UX falo sobre os principais métodos e entregáveis utilizados pelos profissionais de UX em seu trabalho.

São métodos para as diversas etapas do projeto de criação de produtos digitais – planejamento, concepção, desenho de interação, averiguação, e assim por diante.

Aqui nessa página você confere a lista completa com todos os métodos e entregáveis, seguidos de um link para ler mais sobre cada um deles.

Por que UX? – por Bruno Canato

bruno canato

O urso está de volta com a série Por Que UX. Trata-se de uma série de breves entrevistas com profissionais do mercado para investigar o motivo deles trabalharem com User Experience. Para quem está chegando no mercado agora, um pouco de inspiração. Para quem já trabalha com UX há um tempo, uma boa oportunidade de conhecer gente nova.

O entrevistado dessa semana foi o Bruno Canato.

Sou formado em propaganda e marketing e, desde 2005, tenho trabalhado exclusivamente em agências digitais. Já passei pela Tesla, Fbiz, Wunderman, iThink (agora Sapient Nitro), Razorfish, Digitas e CUBOCC, mas atualmente estou liderando Produto na FLAG (holding por trás da CUBOCC e Pong Dynasty).

Sou um tipo meio incomum em agência por ter encarado um mestrado em Comunicação e Semiótica, em que analisei sites infantis e a construção de marca que poderia vir da experiência tida neles. Também tenho dado aulas em módulos em pós-graduações do SENAC e do Impacta, além de ter falado no WIAD deste ano e apresentado um case no IXDA do ano passado. Em suma – tamanho gosto pela coisa que trabalho com isso, estudo isso e leciono isso. 

Como começou a trabalhar na área?

Minha vida em agência começou graças a um professor. Eu e uma amiga éramos mega engajados em sua aula de criação digital e um amigo dele estava precisando de dois estagiários. Foi por meio dessa indicação que comecei a trabalhar na equipe do Eco Moliterno (atual África) na Tesla, em 2005.

Comecei trabalhando com redação – o que, na época, consistia muito mais em conteúdo do que redação publicitária. Por inquietação, na Tesla mesmo comecei a pescoçar o que outras pessoas faziam – os gerentes de projeto, pessoas de front-end – e acabei sentado do lado do arquiteto de informação da Tesla, Rei Quinto.

Um tempo depois, um atendimento da Tesla tinha notado que eu gostava muito de desenhos animados e quis me indicar para uma vaga de conteúdo na Nickelodeon. Infelizmente, eu iria me formar antes do que eles poderiam efetivar, mas a conversa foi boa e me indicaram para a Fbiz, que atendia a empresa na época. Após uma primeira entrevista lá pra atendimento (vixe), me chamaram para uma segunda. O diretor de criação, Viktor Blazek, achou que eu ia preencher muito bem a necessidade que eles tinham de trabalhar com AI, ajudando a coordenadora da área, Camila Olivo.

O resto é história – com mais ou menos detalhes que isso. :)

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10 motivos para fazer pesquisa com usuários

Esta é uma série de posts sobre pesquisa com usuários. O plano é falar sobre tipos de pesquisa, boas práticas e dar dicas para quem quer começar.

Pesquisa com usuário não é uma coisa nova, mas tem gente que ainda se pergunta por que fazer e se vale a pena o trabalho todo.

Para tentar responder, separei 10 motivos. Alguns você pode usar para convencer cliente. Outros, eu uso para explicar o que eu faço para a minha família. E outros são aqueles que a gente usa para convencer a si mesmo. :)

#1 Porque você não é o usuário

A não ser que você esteja desenvolvendo um produto para pessoas que trabalham com UX, você não representa a média das pessoas que vai utilizar este produto, né? Se você está lendo este blog, você provavelmente:

  • Estudou ou está estudando algo relacionado a comunicação, design, marketing, computação e afins.
  • Fica online o dia todo e mais um pouco, pelo computador ou pelo smartphone ou pelos dois ao mesmo tempo com um tablet do lado e talvez um kindle para as horas de leitura.
  • Quando está entre pessoas que não são de UX, geralmente é o considerado “aquele que entende tudo de internet”. Sua mãe te pede para configurar a conexão na casa dela e sua prima te pergunta se dá para confiar naquele site de e-commerce para comprar as coisas do bebê dela.
  • Estudou tudo sobre o produto com o qual você vai trabalhar, ou pelo menos fez um benchmark sobre o assunto. Está super envolvido no projeto e já sabe a arquitetura do menu de cor.

Enfim: você não é uma pessoa “normal”. O que é fácil e óbvio para você pode não ser nada óbvio para outras pessoas. E por isso vale muito a pena sair da caixinha para conhecer pessoas que não respiram e constroem internet o tempo todo.

#2 Porque ninguém nasce um gênio de UX

Por mais que você seja um incrível _______ (insira aqui seu cargo de UX), quantas vezes desenhou um projeto que não precisou de nenhum ajuste? Se não teve nada para corrigir, talvez você não tenha mostrado para as pessoas certas. É muito difícil criar uma experiência infalível. Mas um jeito de chegar mais perto é fazendo pesquisa com usuários.

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Resenhando os mictórios para encorajar os homens a lavarem as mãos após o ato

Mictórios-torneira 1

O problema: Aproximadamente 1/3 dos norte-americanos não lavam as mãos depois de saírem de um banheiro público, um problema mais frequente entre homens do que entre mulheres. Então o designer Kaspars Jursons resolveu propor uma solução para isso.

Mictórios-torneira 2

A solução: Um mictório com uma pia acoplada no topo dele. Isso reduz a “distância” entre o mictório e a pia, que em banheiros públicos normalmente fica a alguns passos de distância. Ok, esses poucos passos não justificam o fato de eles não lavarem as mãos, mas ao colocar a solução na cara da pessoa, ele percebeu que os índices de inadimplência higiênica diminuíam bastante. A torneira ainda conta com sensores a ativam automaticamente, assim que o mictório percebe que o usuário terminou o serviço.

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Aumentando seu ROI em UX

ROIchalkboard
Todos nós sabemos que quando nossos clientes contratam um serviço de desenvolvimento ou criação de qualquer produto web, a coisa que ele mais quer é aumentar seu ROI.

Oi? RÓI? Dos Menudos?

(só os nascidos nos anos 80 podem entender)

Então, para aqueles não familiarizados com o termo, ROI (rói) é a sigla para Return On Investment ou ainda Return Over Investiment.

Na nossa tradução brazuca fica Retorno sobre Investimento e consiste na observação da relação de dinheiro ganho e/ou perdido em um determinado investimento. Se você está acostumado a trabalhar com o Google Adwords deve ouvir direto este termo.

Então pensei na dificuldade que algumas empresas sentem em passar a importância da UX dentro do projeto e achei um artigo gringo super legal que dá alguns pontos importantes de defesa na hora de fechar o projeto.

Vamos a eles:

Os custos de desenvolvimento reduzido 

O planejamento cuidadoso no início do processo de concepção de um produto vai economizar tempo, dinheiro e esforço a longo prazo.

Um estudo realizado por Smith & Reinersten considerou que as decisões-chave do sistema de design feitas durante os primeiros 10% do processo de concepção de um produto pode determinar 90% do custo e desempenho do produto.

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Interfaces que eu queria ter feito

Interfaces_que_eu_queria_ter_feito

Interfaces que eu queria ter feito: pixels arranjados em estado de arte, interações criativas e elementos que fogem do convencional.

Wunderlist 3

Se você como eu sempre anotou tudo que precisa fazer e carrega para não esquecer, deve usar algum App de lista hoje em dia. O Wunderlist é o que eu mais gostei de todos que experimentei e ele teve uma grande atualização recentemente. Está ainda mais bonito e com funcionalidades que faltavam para deixar ele com o título de plataforma (principalmente o de adicionar mais pessoas).

Samsung CenterStage

A The Barbarian Group criou uma interface que pode colocar a Samsung a frente em matéria de interatividade no varejo, uma instalação digital mostrando toda sua linha de eletrodomésticos onde as pessoas conseguem simular e aplicar seus produtos em tamanho real e em alta definição.

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