Interfaces realmente intuitivas

At the age of 10 months, my daughter picked up my iPhone one morning, took her index finger and swiped it across the bottom of the screen and unlocked my phone. I was astonished. Actually, I was freaked out. How did she know to do that? Obviously she had seen daddy do it many times. And there was the design. It was one simple button with an arrow and some dazzlingly lit text that made it pretty clear that this thing should and could be moved by touching it.

As time went on my daughter became more adept at navigating my phone and by the age of 2, could easily get to the few games I had downloaded, knew to go to the iPod app, navigate to the “Go! Diego, Go!” episodes I had downloaded and get the show playing. Nearly all of these interactions were the result of trial and error, some after seeing me do it once, some totally on her own.

The iPad was no exception. Upon sitting down with it for the first time, she already knew most of the basic patterns—swipe, tap, shake and pinch—and happily tapped away on this revolutionary new device. For her, the ability to directly manipulate the screen must have been some kind of fundamental connection—the interface revealed what interaction would do. It mapped to something very human and intuitive and she had no problem adapting to it right away.”

Joshua Brewer, grifos meus, daqui.

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O que é User Experience Design

“A maioria das pessoas acredita que User Experience é somente encontrar a melhor solução para os seus usuários – mas não é. UX trata sobre definir o problema que precisa ser resolvido (o porquê), definir para quem esse problema precisa ser resolvido (o quem), e definir o caminho que deve ser percorrido para resolvê-lo (o como).”

Whitney Hess,

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Firefox Tab Candy

O Firefox anunciou há alguns dias o que eles mesmos chamam de “Tab Candy”, uma nova forma de navegar entre abas e gerenciá-las.

Bom, o vídeo abaixo explica tudo.

(se você está lendo este post por RSS e o vídeo não abrir, assista-o no blog)

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Máquinas mais humanas

E se as máquinas de auto-atendimento bancário fossem redesenhadas do zero? E se elas se tornassem um pouco mais humanas?

Essas foram as perguntas que a IDEO fez ao desenvolver um novo modelo de caixas automáticos para o banco espanhol BBVA (Banco Bilbao Vizcaya Argentaria). O projeto, iniciado em 2007, demorou mais de 2 anos para ficar pronto e foi uma excelente oportunidade de levar inovação a uma companhia que estava realmente disposta a pagar por ela.

Inovação simples e verdadeira. Para pessoas. Branding como consequência.

Confira o vídeo-case

Caixas foram rotacionados 90º para garantir mais privacidade ao usuário.

Muitas das mudanças implementadas neste projeto mostram o quanto o mercado se acomoda às soluções já existentes e esquece de olhar para a necessidade humana que deu origem a aquilo. Daí o que vemos é uma penca de empresas se estapeando para ser a primeira a “inovar”, quando na verdade estão apenas requentando soluções prontas – que surgiram em outra época, em outro contexto tecnológico, em outro zeitgeist.

A interface explora a metáfora entre o virtual e o físico.

Em 2007 a Apple, que nunca tinha feito celulares antes, resolveu criar o iPhone. E chegou com uma solução matadora de hardware e software integrados, assim como no caso do BBVA (em diferentes proporções, é claro). As outras empresas do mercado, que fabricavam celulares há anos, ainda estavam se estapeando para ter uma tela 20 pixels maior, um teclado um pouco mais ergonômico e  um visor um pouco mais colorido. Algumas delas estão até hoje.

E só o que a IDEO fez foi, segundo eles mesmos, ouvir os consumidores.

Engraçado que há mais ou menos um século Henry Ford dizia que, se tivesse ouvido o que os clientes queriam, estaria fabricando cavalos mais rápidos, e não carros.

Link: Future of Self-Service Banking

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Elementos do Facebook em PSD

A Smashing Magazine disponibilizou recentemente um PSD da interface do Facebook em seu site. O arquivo compila várias interfaces da rede social e permite que você customize facilmente todos os textos, botões e informações que você precisa. Dica do Nandico. Compartilhe com o seu time :)

Dowload do arquivo

Veja também:
Elementos do iPhone e iPad em PSD

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Se o meu mouse falasse

No último dia 20 o Google obteve uma patente para “relevância de busca orientada pelo cursor do mouse” (Cursor-Driven Search Relevancy). A ideia é monitorar o movimento do ponteiro do mouse para entender o que é mais ou menos relevante no conteúdo de uma página. Com base nisso, segundo o Google, é possível ser mais certeiro na hora de classificar a relevância dessas páginas em uma busca.

O argumento do Google é que normalmente o usuário move o ponteiro do mouse para a região da página onde está a informação procurada – ou pelo menos próximo a ela. E se o usuário está lendo o conteúdo, existe a tendência do mouse estacionar ali por um tempo. No fim, esses pequenos movimentos do mouse durante a navegação podem se tornar insumo para avaliar o interesse ou desinteresse do usuário por determinado conteúdo da página.

Segundo a empresa, esse tipo de métrica ajuda ainda a resolver o problema do atual click-through rate, já que os usuários não necessariamente precisam clicar em um link para obter a informação que estão procurando – ela pode já estar visível na página.

Na prática, significa que o Google agora pode monitorar o seu mouse.

Pausa dramática.

Nada foi anunciado quanto à implementação desse monitoramento. Mas é fato que o Google está investindo em avanços para suas tecnologias de buscas (vide o Google Caffeine e a recente aquisição da Metaweb), uma vez que o market share do Yahoo! e da Microsoft vêm crescendo nos últimos meses.

E então, o que você acha?

Inteligente? Overrated? Sensato? Promissor? Futurista?

E no iPhone? E no iPad? E quando o mouse acabar?

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Links do dia

Post rápido para deixar o link de três serviços que conheci hoje e que combinam os seguintes fatores: simplicidade, um objetivo muito claro e um bom uso de ferramentas. Gosto dessa ideia de descrever o objetivo do site em apenas uma linha de texto. Se precisar de mais do que isso, algo está complicado demais – ou você ou o site.

1. Finder Base, um “achados e perdidos” online.

2. 1000 Memories, um criador de memoriais para pessoas que já se foram.

3. Sem Sujeira, um blog sobre campanhas políticas que poluem a cidade.

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O sucesso do Craiglist

O Craiglist é um site de classificados online norte-americano onde se compra/vende/troca de tudo. Desde 1995 ele possui o mesmo layout e a mesma arquitetura de informação, e hoje conta com mais de 60 milhões de visitantes únicos por mês.

Não é o que se possa chamar de "referência em usabilidade", não é mesmo?

Veja abaixo algumas curiosidades do site:

Observando esses números dá para ter uma ideia do sucesso da ferramenta dentro do país. Será que caso o site fosse reformulado esses números seriam ainda maiores?

Se a Arquitetura de Informação do site é boa ou ruim, deixo aberta a discussão aí na caixa de comentários. Mas que refazer esse site seria o job dos sonhos de muito arquiteto, isso não dá pra negar.

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